Arquivo
Desenvolvedora de sistemas abre 60 vagas
São Paulo – Oportunidades oferecidas pela Hold são para cidade de São Paulo, voltadas para analistas de sistemas, de negócios, de suporte e coordenadores de projetos.
Por Redação do COMPUTERWORLD
A Hold, empanhia brasileira especializada em desenvolvimento de sistemas para área financeira e de infraestrutura de TI, abriu 60 vagas. As oportunidades são para a cidade de São Paulo, direcionadas para analistas de sistemas, de negócios e desenvolvimento (Java, .Net, Oracle e mainframe).
Na área de infraestrutura estão abertas vagas para analistas de suporte e coordenadores de projetos. O perfil dos profissionais para cada vaga está no site da HOLD. Os candidatos também podem encaminhar o currículo para rh@hold.com.br.
5 dicas para se recolocar no mercado de trabalho
Framingham – A crise financeira tem cortado muitos postos de trabalho. Especialistas ensinam como se preparar para conseguir um novo emprego.
Por Dan Cobb, Computerworld/EUA
25 de junho de 2009
Muitas empresas estão passando, neste momento, por reestruturações, pedidos de falência ou promovendo cortes de custos, fatores que fogem ao controle de qualquer um. Em muitos casos, não importa o quanto você é bom profissional ou como foi o seu desempenho ao longo dos anos. Com recessão ou não, é sempre interessante planejar com antecedência os possíveis desdobramentos negativos na carreira, antes que seja tarde.
Leia também:
7 erros a serem evitados por candidatos a vagas de tecnologia
Entrevista de emprego: prepare-se para responder 4 questões
Garantir salvaguardas financeiras para mantê-lo vivo enquanto estiver desempregado certamente vai dar a você uma vantagem competitiva até a hora de encontrar um novo emprego. Veja, a seguir, alguns passos que podem ser tomados:
1- Abra-se para as oportunidades – É sempre mais interessante procurar trabalho estando empregado. Atualize o currículo e mantenha olhos e ouvidos bem abertos para novas coisas. Mesmo gostando do emprego atual, há outras possibilidades, algumas até melhores, que podem pagar mais. Nunca se sabe quando a oportunidade baterá à sua porta.
2- Fique na mira dos headhunters – Construa um bom relacionamento com eles e não esqueça que faz parte da rotina de um headhunter descobrir talentos. Na medida do possível dê sempre um alô, marque um café. Mostre-se. Mantenha-os informado sobre o que está fazendo neste momento. A maioria deles tem 15 ou 20 minutinhos para falar com você.
3- Mostre que é um profissional versátil – Esta é uma característica fundamental para quem foi demitido e busca uma nova oportunidade. Quanto mais habilidades e capacidade de exercer difererentes posições você demonstrar, maiores serão suas chances de conquistar vagas.
4- Mantenha documentos importantes em ordem – Tão necessário quanto demonstrar bom desempenho na carreira é manter todos os documentos em ordem. Entre os papéis importantes, estão incluídos antigos contratos de trabalho, com os termos que definem o prazo no qual o profisisonal pode ou não pode trabalhar com determinado tema relacionado ao antigo emprego. O portifólio do trabalho também deve ser mantido sempre em ordem.
5- Reconheça suas limitações e valorize as qualidades – Se o funcionário for despedido, ele deve analisar todos os possíveis porquês. Dessa forma, estará mais preparado nas próximas entrevistas. Qualquer recrutador perguntará por que o profissional foi despedido e provavelmente tem referências para checar a situação com o antigo empregador. As razões devem estar alinhadas e se isso não acontecer, o profissional pode não conquistar o emprego para o qual está se candidatando. Além disso, é bom evitar ser amargo ou crítico em demasia ao falar do antigo emprego. Você pode precisar dele.
Gartner lista cinco atributos para cloud computing
| por IT Web |
| 23/06/2009 |
| Instituto define pontos para ajudar a elucidar o conceito que, a cada dia, ganha mais força no mundo de TI |
|
O termo cloud computing vem sendo usado a exaustão no mercado de TI. O burburinho contrasta com sua adoção ainda tímida. Espera-se que o conceito ganhe força nos próximos anos. Mas ainda há dificuldade até para contextualizar o conceito. Para o Gartner, computação em nuvem pressupõe escalabilidade e elasticidade que permite entrega de tecnologia sob demanda suportada pela internet. O instituto listou cinco atributos a serem observados por quem quer aderir à computação em nuvem. Confira: Baseado em serviços: é importante estabelecer relações claras nos níveis de serviço, sendo que as tecnologias ofertadas devem se adaptar as necessidades dos consumidores e não o inverso. Os contratos devem considerar disponibilidade, tempo de resposta, desempenho versos preço; além de processos operacionais claros e pré-estabelecidos. Escalável e elástico: cloud computing precisa oferecer a capacidade de aumentar ou diminuir a utilização da tecnologia de acordo com a demanda. Essa equalização pede automação e respeito a prazos curtos. Além disso, o conceito implica que recursos podem ser acrescidos ou retirados do pacote contratado conforme a necessidade do cliente. Compartilhado: o compartilhamento de recursos trazidos pela computação em nuvem permite economias de escala, com a TI sendo utilizada no máximo de sua eficiência. Medido pelo uso: o prestador de serviços cobra o usuário pelo quanto ele usou da tecnologia e não no custo dos equipamentos/licenças. Isso pode significar planos de precificação “pague quanto consumir”, assinaturas, planos fixos e, até mesmo, livres. Essa métrica pode ser definida por horas de utilização, transferência de dados, atributos entregues, etc. Por meio da internet: cloud computing chega ao usuário através de identificadores de internet, formatos e protocolos (como URLs, HTTP, IP ou arquitetura orientada a web). |
Quintas Quinze – ISR Momentum – saiba mais sobre os roteadores com interface 3G
Nesta semana, assista “ISR Momentum – saiba mais sobre os roteadores com interface 3G” com Maurício Gaudencio.
Nesta apresentação serão apresentados os novos modelos ISR 887 e 890, e as novas interfaces Ethernet, soluções de Video Surveillance e conectividade 3G. Com essas novas melhorias a empresa vai poder maximizar os investimentos em TI usando escritórios remotos através da sua rede para então reduzir custos operacionais, aumentar a colaboração e produtividade dos funcionários e ainda crescer estratégicamente.
Participe: toda Quinta às Quinze horas!
Vagas limitadas!
Clique aqui e confira a agenda dos próximos ou assista as edições anteriores.
XXIX Congresso da Sociedade Brasileira de Computação
O Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC) é um evento realizado anualmente pela SBC, com a intenção de promover e incentivar a troca de experiências entre as comunidades científica, acadêmica e profissional na área da Computação nacional e internacional.
Em 2009, o tema do XXIX Congresso da Sociedade Brasileira de Computação será Os Grandes Desafios Científicos e os Impactos da Computação na Sociedade. Durante o período de 20 a 24 de julho, a cidade de Bento Gonçalves, RS será palco de um fórum privilegiado para a ampla discussão e análise da revolução científica associada aos Grandes Desafios, à luz dos impactos que as suas soluções trarão para a sociedade em todas as suas dimensões. Nesse período, os debates e discussões sobre os avanços na área da computação vão reunir cientistas, técnicos, profissionais, além de estudantes, com o objetivo de trocar informações e experiências entre as comunidades científicas de todo o país. O CSBC 2009 será organizado pelo Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Para maiores informações: http://csbc2009.inf.ufrgs.br
Palestra sobre Web 2.0 e Web 3.0
Disponibilizei no site slideshare, as apresentações “Web 2.0 – Uma Visão Corporativa e Tecnológica” e “Web 3.0 – A Semântica na Rede“, palestras ministradas no evento WebDays 2008 em São Paulo.
As palestras tratavam das novas gerações de serviços na internet, enquanto na Web 2.0, os ambientes informacionais na Web têm a colaboração e a inteligência coletiva como principais características tendo o foco no conteúdo dos sites, a Web 3.0 ou Web Semântica visa dar significado semântico ao conteúdo das páginas Web, criando um ambiente onde agentes de software e usuários possam trabalhar de forma cooperativa.
Web 1.0: orientada aos desenvolvedores de sites.
Web 2.0: orientada aos usuários.
Web 3.0: orientada aos agentes de software.
Para visualizar as palestras acesse: http://www.slideshare.com/elvisfusco
Com o iPhone ele escapou da forca
Em todo o mundo, 50.000 pessoas estão criando aplicativos para o celular da Apple. Um dos programadores já faturou 1 milhão de dólares
Da revista Veja de 27 de maio de 2009.
Na Carolina do Norte, Estados Unidos, o programador Ethan Nicholas, de 30 anos, faturou 1 milhão de dólares em três meses. Em Sorocaba, no interior paulista, o analista de sistemas Renato Pessanha, de 33 anos, não chegou a ficar milionário, mas tampouco está reclamando – embolsou 10 000 dólares em quatro meses. Ambos tiveram sucesso num novo campo de negócios: criaram aplicativos para quem usa o iPhone. Aplicativos são programas simples, ferramentas que complementam e ampliam o uso do celular. Desde julho de 2008, milhares deles são comercializados, ou oferecidos de graça, na loja virtual da Apple, a App Store. E há um grande apetite por esse tipo de programa. Em dez meses, foi feito mais de 1 bilhão de downloads desses softwares somente da App Store. Pessanha é autor do Forca Brasil, o programa brasileiro mais vendido no site, com 15 000 downloads. Trata-se de uma versão em três línguas (português, inglês e espanhol) para o tradicional jogo de forca. Nicholas criou o iShoot, game com tanques de guerra que já foi baixado 3 milhões de vezes. Calcula-se que, atualmente, 50 000 pessoas, dos mais diversos países do mundo, tentem repetir o feito. “Antes do iShoot, eu nem conseguia pagar a hipoteca da casa”, disse o programador a VEJA.
O negócio de aplicativos para celulares não é novo. Existe há quase uma década. O site Handango vende mais de 140.000 programinhas desse tipo para BlackBerry, Palm e telefones de marcas como Samsung, Motorola, LG e Nokia. Boa parte dessas ferramentas tem por objetivo facilitar tarefas como abrir e-mails ou sincronizar calendários e agendas. O iPhone mudou as regras do jogo. Em meados do ano passado, a Apple lançou um kit de desenvolvimento de aplicativos. Ele pode ser baixado da internet, gratuitamente, por qualquer pessoa. Pessanha, do Forca Brasil, criou seu joguinho em menos de quatro dias, entre o Natal e o Ano-Novo de 2008. O kit conta com recursos que simplificam a produção de softwares, como uma biblioteca de códigos. Eles acionam automaticamente funções do telefone, como o acelerômetro (o sensor de movimentos do iPhone), ou configuram o sistema de GPS. Há ainda simuladores e exemplos de programas que servem como molde para novos aplicativos.
A consultoria britânica Juniper Research estima que, somente em 2008, a Apple tenha faturado 100 milhões de dólares com seus aplicativos. Ela fica com 30% do valor de venda de cada ferramenta. Mantido o ritmo atual, arrecadará 365 milhões de dólares até o fim de 2009. “Em toda a minha carreira, nunca vi nada semelhante”, disse, no início do ano, um animadíssimo Steve Jobs, o presidente da companhia. Não por acaso, toda a indústria está – mais uma vez – correndo atrás do padrão criado pela Apple. O Google, por exemplo, apresentou no fim de 2007 o Android, um sistema operacional para celulares. Ele é usado pelo aparelho G1, da taiwanesa HTC, mas ainda não está à venda no Brasil. Em outubro do ano passado, três meses depois da inauguração da App Store, o Google lançou a própria loja de aplicativos gratuitos. Começou a vendê-los em fevereiro deste ano. A criação de programas também é aberta a qualquer pessoa. Há uma única variação significativa no modelo de negócios. O Google não fica com nenhum tostão da venda. Repassa sua cota de 30% integralmente para as operadoras de celulares, como uma forma de estimular a adesão do Android por parte dessas companhias. Em dezembro, a Palm entrou no jogo. No mês passado, foi a vez da Research in Motion (RIM), que fabrica o BlackBerry. E a Nokia deve abrir nesta semana o seu serviço, com um cardápio inicial de 25 000 programas (a Apple tem 38.000). A Microsoft anunciou que não vai ficar fora do novo filão. “Esse mercado deve movimentar 25 bilhões de dólares em cinco anos”, disse a VEJA Windsor Holden, da Juniper Research.
Entre os aplicativos oferecidos pelas empresas, há itens bastante úteis. Dezenas trazem detalhes em tempo real do trânsito em cidades de todo o mundo. Outros ajudam a tomar decisões durante as compras. O ShopSavvy (utilizado no Google Android), por exemplo, compara o preço de produtos em 40 000 lojas americanas com base no código de barras de cada artigo. Existem programas voltados para públicos específicos. Os médicos, por exemplo, contam com listas de remédios, nas quais são detalhadas contraindicações e posologia. Não faltam também bobagens, ou até ideias infames, principalmente na lista dos aplicativos para iPhone. A Apple não divulga o total de downloads, mas o joguinho mais baixado no Brasil é o BubbleWrap. Grátis, ele reproduz embalagens com pequenas bolhas de ar que revestem produtos frágeis. O usuário do telefone pode “estourá-las” com um toque na tela. Recentemente, a Apple retirou de sua loja virtual o Baby Shaker, em que um bebê tinha de ser chacoalhado para parar de chorar. Ele foi considerado grosseiro. Outro programa banido pela companhia foi o I Am Rich (Eu Sou Rico). Ele exibia na tela um ícone com o desenho de um rubi e a mensagem: “Eu sou rico, mereço isso”. Custava 999,99 dólares. O mais surpreendente: saiu da App Store após oito vendas em 24 horas. Foi adquirido por seis americanos, um alemão e um francês.
XIV Maratona de Programação da Sociedade Brasileira de Computação
A Maratona de Programação é um evento da Sociedade Brasileira de Computação que existe desde o ano de 1996. Ela se destina a alunos de cursos de graduação e início de pós-graduação na área de Computação e afins (Ciência da Computação, Engenharia de Computação, Sistemas de Informação, Matemática, etc). A competição promove nos alunos a criatividade, a capacidade de trabalho em equipe, a busca de novas soluções de software e a habilidade de resolver problemas sob pressão.
Para mais informações acesse: http://maratona.ime.usp.br
Vestibular de Inverno Agendado 2009 – UNIVEM
Quintas Quinze – Roteador e Wireless para Pequenas e Médias Empresas
![]() |
Participe do Quint@s Quinze, um webcast semanal de tecnologia pela internet.
Saiba das principais novidades e tendências do mercado com os especialistas da Cisco &
convidados.
Nesta semana, assista “Roteador e Wireless para pequenas e médias empresas” com Sandro Sabag.
A proposta dessa apresentacao e mostrar como conectar a sua pequena empresa ao mundo externo, detalhando como é importante interligar os seus dispositivos internos, tornando suas conexões seguras e simples com a linha de roteadores Cisco Small Business.
Será abordado também como o Cisco Small Business Wireless Access Point torna-se a maneira mais fácil de expandir a rede de uma empresa com simplicidade, conectando pessoas onde quer que elas estejam, local ou remotamente, sempre com segurança.
Por 1 hora você assistirá uma apresentação colaborativa via WebEx. Áudio, vídeo e imagens compartilhadas em um espaco Web 2.0, além de chat para perguntas e respostas.
Participe: toda Quinta às Quinze horas!
Vagas limitadas!
Clique aqui e confira a agenda dos próximos ou assista as edições anteriores.
