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I Seminário de Pesquisa e Desenvolvimento em Computação

Jornal do UNIVEM – Edição de junho 2009

Debates, mini-cursos e apresentações de estudantes abordaram temas de destaque no mundo da informática

Proporcionar o intercâmbio científico entre alunos nos níveis de graduação e pós-graduação.Este foi um dos objetivos centrais do I Seminário de Pesquisa e Desenvolvimento em Computação, realizado entre os dias 6 e 12 de junho, no Univem. O evento, bastante concorrido, contou com palestras, mini-cursos e apresentação da produção científica e técnica de alunos do curso de Especialização em Sistemas para Internet, bem como das pesquisas de Iniciação Científica e Trabalhos de Conclusão de Curso dos alunos dos bacharelados em Ciência da Computação e Sistemas de Informação e curso de Tecnologia de Redes de Computadores.

O seminário teve início no dia 6 com o “Java Day”, que contou com palestras e mini-cursos específicos sobre o tema. Alexandre Faria e Rodrigo Albuquerque, consultores da Vertical Training, ministraram a palestra “Construindo aplicações ricas em usabilidade e customizáveis com WEB 2.0”. Eles também ofereceram mini-cursos, discorrendo sobre “Java básico” e “Introdução ao Desenvolvimento WEB com Java”. O professor Jean Daniel Henri Merlin Andreazza, do Univem, palestrou sobre “Aplicações Java com AJAX (Framework DWR)”.

A abertura oficial aconteceu no dia 8, com a palestra “Perspectivas de pesquisa em Computação”, ministrada pelo professor-doutor Aleardo Manacero Junior, coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da Unesp. Ele destacou que a grande dificuldade em se fazer pesquisa em Ciência da Computação é separar o que é apenas “resolver um problema técnico” de realmente propor soluções inovadoras. “A solução é não pensar nisso, ou seja, fazer aquilo que se tem que fazer sem preocupação com rótulos”, ponderou.

            No âmbito histórico, ele destacou as principais pesquisas na área nos primeiros 50 anos da computação, o que foi feito nos últimos 10 anos e o que está na agenda atual e do próximo período. “De certo modo, as pesquisas continuam nos mesmos campos de 40 ou 50 anos atrás”, concluiu o palestrante, citando iniciativas da NSF, British Council e SBC, por exemplo, que procuram identificar problemas importantes a serem pesquisados.

Ressaltando a importância de o aluno ingressar desde o início do curso no ambiente de pesquisa, por meio de iniciação científica, por exemplo, o palestrante disse que isso facilita a continuidade dos estudos em programas de pós-graduação e, também, na obtenção de um posto no mercado de trabalho. “Um profissional com perfil investigativo tem mais chance de ter sucesso na carreira”, reforçou.

 

Estímulo à pesquisa

            O professor Elvis Fusco, coordenador dos cursos da área de informática do Univem, avalia que a semana alcançou todos os objetivos propostos, evidenciando a importância das etapas de pesquisa tanto na graduação, quanto na pós-graduação.

            Ele considera que a inclusão das sessões de qualificação dos TCC’s no calendário dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação, bem como na pós-graduação em Sistemas para Internet, possibilitou nesse ano – e possibilitará em anos futuros – que estas pesquisas fossem analisadas e recebessem contribuições dos professores examinadores.

“Outro importante objetivo também foi alcançado, que é o de estimular os alunos dos primeiros anos a ingressar no processo de pesquisa. Isso, com certeza, melhorará o nível de formação dos nossos estudantes”, finaliza.

Empresa Tray Sistemas contrata estagiários do UNIVEM

A empresa Tray Sistemas contratou neste mês de julho, 7 estagiários, sendo três alunos do curso de Administração para atuarem como Analista Comercial, 3 alunos de Ciência da Computação e um aluno do curso de Sistemas de Informação para atuarem como Analista de Suporte.

A Tray Sistemas é uma empresa incubada no CIEM (Centro Incubador de Empresas de Marília), sendo um dos seus fundadores um ex-aluno do UNIVEM, atua no setor de E-Commerce com soluções para a venda via internet.

Com um histórico de recrutações de alunos, principalmente dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do UNIVEM, com objetivo de atrair talentos, a Tray  recruta e capacita estudantes e jovens recém-formados que se identifiquem com os negócios da empresa por meio de um importante programa: O Programa de Estágio.  Para mais informações sobre esse programa acesse: http://www.tray.com.br/?op=empresa&opsub=oportunidades

Startup brasileira investe R$ 6 milhões na criação de uma solução de cloud computing

por IT Web (Felipe Dreher)
01/07/2009

MIPC Informática contabiliza sete clientes utilizando tecnologia em nuvem

A startup brasileira MIPC Informática investiu R$ 6 milhões e quatro anos de trabalho para desenvolver uma plataforma de cloud computing. O produto chegou ao mercado, efetivamente, em maio.

Marcos Silva, diretor comercial da provedora, enxerga grande aderência na oferta da solução às companhias de pequeno e médio portes. A modalidade mais básica da tecnologia contempla 2 GB de espaço de armaznamento e acesso a um sistema operacional na nuvem capaz de atender demandas básicas de empresas dentro desse perfil.

A versão “enxuta” custa R$ 150 por usuário/mês. Por esse valor, além de sistemas de escritório baseados em software livre, a provedora garante backup diário de toda base de dados e acordo de nível de serviço (da sigla em inglês, SLA) com disponibilidade mínima na casa dos 90%, em operação 24×7.

À medida que a complexidade do ambiente avança, é possível escalar a oferta e ampliar a disponibilidade – o que acarreta custos calculados sob demanda.

Para acessar a plataforma de cloud computing da MIPC basta apenas um terminal com acesso à rede e 18 MB (tamanho do aplicativo de acesso à nuvem).

Segundo o executivo, a empresa possui sete clientes na solução, sendo que um deles roda um ERP da Microsiga em nuvem. “Montamos um data center para atender 3 mil usuários”, comenta Silva, contabilizando, atualmente, cerca de 200 pontos de acesso.

O diretor diz que o próximo passo é trazer parceiros tecnológicos para ampliar a oferta de soluções dentro da nuvem.

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Gartner: 5 principais atributos da computação em nuvem

São Paulo – De acordo com documento apresentado pela consultoria, essa definição deve ajudar as empresas a analisar se os modelos oferecidos no mercado aderem ao conceito.

Por Redação CIO
02 de julho de 2009 – 09h05

Um recente relatório da consultoria Gartner elenca os cinco critérios que definem o modelo de cloud computing (computação em nuvem). No documento, a empresa afirma que esses atributos ajudarão a analisar até que ponto as soluções e serviços oferecidos no mercado aderem, ou não, a esse conceito.

Ainda no documento, o Gartner define cloud computing como um estilo de computação escalável e elástica na qual os recursos de TI são fornecidos como um serviço para clientes externos, a partir da internet. Os cinco atributos definidos para a computação em nuvem são:

1. Baseado em serviço – Na computação em nuvem os serviços podem ser considerados sob medida, uma vez que são designados para atender a necessidades específicas de um grupo de clientes. As tecnologias, por sua vez, são escolhidas para suprir a solução ou o serviço em vez do contrário – o serviço ser desenvido de acordo com a infraestrutura tecnológica disponível.
2. Escalável e elástico – O serviço pode ter capacidade de escalar de acordo com as demandas do cliente. Já a elasticidade é um pressuposto para o caso dos ambientes em que existem recursos compartilhados de TI. No caso da escala, ela é um requisito ligado à infraestrutura e a software. Enquanto a elasticidade está associada não só à escala, mas também com modelos econômicos.
3. Compartilhado – A criação de grupos que compartilham serviços facilita a economia de escala. E os recursos de TI são usados com o máximo de eficiência. A infraestrutura, software ou plataformas passam a ser divididos entre vários usuários do serviços. Isso permite fornecer um número infinito de recursos para atender as necessidades de múltiplos clientes, ao mesmo tempo.
4. Medido por uso – Esse modelo de serviços possibilita criar métricas que permitam diferentes modelos de pagamento. O provedor pode cobrar pelo uso, por número de usuários, criar planos limitados, entre outros. Mas, em todos os casos, o pagamento vai ser feito pelo uso do serviço e não de acordo com o custo do equipamento.
5. Baseado no uso da internet – Os serviços são oferecidos por meio de protocolos e formatos web (como URLs, http e IP).

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Concurso Público no FINEP

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP – http://www.finep.gov.br), torna pública a realização de Concurso Público para formação de cadastro de reserva nos cargos de Analista e de Técnico.

As inscrições serão admitidas somente via Internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br, solicitada entre às 10h00 do dia 1º de junho de 2009 até às 23h59 do dia 23 de junho de 2009, observado o horário oficial de Brasília-DF.

Os cargos oferecidos são os seguintes:

Nível Superior: Analista – área: Administração Geral – subárea: Administração de Materiais e Licitações (CR), Biblioteconomia (CR), Processos Organizacionais, Planejamento e Apoio Institucional (CR), Recursos Humanos (CR), Analista – área: Finanças e Contabilidade – subárea: Contabilidade (CR), Crédito e Auditoria (CR), Finanças (CR), Analista – área: Informação e Informática – subárea: Comunicação Social (CR), Desenvolvimento de Sistemas (CR), Suporte (CR), Analista – área: Jurídica (CR), Analista – área: Operações, Políticas Públicas e Desenvolvimento Empresarial – subárea: Análise de Projetos (CR), Análise de Garantias (CR);
Nível Médio: Técnico – área: Administração Geral – subárea: Apoio Administrativo (CR), Secretariado (CR).
Sobre a realização das Provas:

O Concurso Público será realizado nas cidades do Rio de Janeiro-RJ e de São Paulo-SP. Este compreenderá exame de habilidades e conhecimentos aferidos por meio da aplicação de Provas Objetivas, para todos os cargos, e de Prova Discursiva, exceto para o cargo de Técnico – área: Informação e Informática – subárea: Suporte Técnico, todas de caráter eliminatório e classificatório.

As Provas serão aplicadas na data provável de 19 de julho de 2009, sendo para o cargo de Analista – todas as áreas/subáreas – duração de 4h30 no turno da manhã, para o cargo de Técnico – área: Administração Geral – subárea: Apoio Administrativo e de Técnico – área: Administração Geral – subárea: Secretariado – duração de 4h00 no turno da tarde, e para o cargo de Técnico – área: Informação e Informática – subárea: Suporte Técnico – duração de 3h00 no turno da tarde.
Os locais e o horário de realização das Provas serão publicados no Diário Oficial da União e divulgados na Internet, na data provável de 9 de julho de 2009.

O candidato poderá obter informações referentes ao concurso público na Central de Atendimento do CESPE/UnB, localizada no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Sede CESPE/UnB – Asa Norte, Brasília-DF, por meio do telefone (61) 3448-0100, ou via Internet.

Fonte: PCI Concursos

Governo de SP tem vagas com salários acima de R$ 6 mil

por IT Web 
29/06/2009    

 Das 600 posições em aberto, 125 são específicas para tecnologia da informação

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo abriu concurso público para Agente Fiscal de Rendas. Das 600 vagas oferecidas, 125 são específicas para a área de tecnologia da informação, sendo seis para candidatos portadores de necessidades especiais. As demais serão destinadas à gestão tributária.

As inscrições estão abertas desde o dia 24 de junho e terminam em 17 de julho. É preciso curso superior completo, não sendo necessária formação específica.

Aqueles que quiserem se candidatar às vagas de TI terão que permanecer na área por um período de cinco anos, trabalhando na cidade de São Paulo, na Diretoria de Informações ou no Departamento de TI da Secretaria da Fazenda.

O processo de seleção será composto por três provas, sendo a primeira, de conhecimentos gerais, em 15 de agosto. A prova de conhecimentos específicos para a área de TI abordará gerência de projetos, engenharia de software, programação de sistemas de informação, gestão de servidores e rede, entre outros.

O salário inicial de um agente fiscal de rendas é de R$ 6.806,25, mais recebimentos trimestrais de participação de resultados pelo cumprimento de metas. A taxa de inscrição no concurso é de R$ 75 e pode ser feita pelo site Fundação Carlos Chagas.

Aluno de Computação do UNIVEM utiliza recursos dos famosos videogames para criar um jogo digital didático

Jornal do UNIVEM – Edição de junho 2009

A paixão pelos jogos digitais, comum a milhões de jovens, e a curiosidade em saber como são desenvolvidos, levaram Guilherme Cruz Zacarias da Silva, do segundo ano de Ciência da Computação do Univem, a encarar um desafio: criar um jogo baseado em estilos que fazem sucesso no mercado, como os famosos Space Invaders, mas com conteúdo didático.
               Guilherme explica que a maioria esmagadora dos jogos didáticos não faz sucesso no mercado por diversos motivos: problemas de design, grandes manuais, ausência de ação e emoção ou até falta de envolvimento com o jogador. Os jogos de ação, ao contrário, agregam características que fazem sucesso entre os jogadores, proporcionando emoções diversas, interatividade, design arrojado e outros.
               “O projeto busca despertar a vontade e a curiosidade do jogador em conhecer o jogo e desenvolver a trama, buscando as respostas aos enigmas apresentados com os padrões iguais ou similares de estrutura da maioria dos jogos disponíveis no mercado”, resume. A idéia é inserir a matéria de história como cenário do game. “Ainda não determinei qual período e local vou retratar, pois essa é uma missão para as férias de julho”, brinca o jovem pesquisador.
            No momento, ele finaliza a parte técnica de produção do game. Já estudou a estrutura básica de desenvolvimento de jogos e montou um mini-game em duas dimensões (2D), para testar conceitos importantes de organização e cálculos de colisão. Há poucos dias, conseguiu um progresso expressivo no projeto, que foi a inserção de objetos tridimensionais (3D). “Foi uma conquista realmente importante e nós estamos vibrando com a novidade”, diz Guilherme, referindo-se ao orientador do projeto, o professor Paulo Nardi.
               A etapa atual concentra-se na aplicação de texturas e cores nos objetos, além do aperfeiçoamento no posicionamento de câmera. Até o final do ano, o aluno espera dispor de um game que costumam chamar de Demo (demonstrativo). “No final de 2010, acredito que teremos em mãos um jogo completo.”

O desenvolvimento
            Guilherme explica que o desenvolvimento do jogo utiliza os chamados frames, que são imagens congeladas na tela. Uma sequência de diferentes frames forma um vídeo. A plataforma de desenvolvimento, a chamada framework, usada pelo aluno do Univem é a Microsoft XNA.
            “Um jogo digital para computador é um software um pouco mais elaborado do que uma aplicação, pois é subdividido em módulos, chamados motores, ou engines”, prossegue Guilherme. Ele frisa que o programa principal utiliza diversos motores para estruturar suas entradas, saídas e processos do jogo. “É importante lembrar que os motores são usados na forma de métodos”, diz. Como exemplo, cita:

– Motor gráfico: responsável pela apresentação dos gráficos na tela;
– Motor de física: responsável pelas deformações e colisões entre objetos;
– Motor de áudio: responsável pelo controle da saída de som.

            O software editor utilizado para desenvolver o jogo deste projeto é o Microsoft Visual Studio 2005.

Prazer em pesquisar

               Aos 19 anos, Guilherme é daqueles alunos movidos pela curiosidade, justamente uma das molas propulsoras da pesquisa científica, em parceria com a iniciativa e o prazer em buscar respostas e soluções aos problemas. A rotina diária apertada – ele trabalha como caixa no Bradesco –  não atrapalha o ritmo do trabalho.
               “É a primeira pesquisa que desenvolvo, mas, com certeza descobri mais uma atividade que me traz satisfação e informação em larga escala”, avalia. “Acredito que construir o conhecimento seja tão importante quanto adquiri-lo.“
               Guilherme elogia seu orientador. Ele comenta que, quando tem alguma dúvida, busca diversas opiniões e opções. Juntos, procuram tomar a melhor decisão para solucionar o problema. “Essa forma de trabalho contribui muito para que eu possa ampliar meus conhecimentos”, finaliza.

Área promissora

               O professor Paulo Nardi, orientador do projeto desenvolvido por Guilherme, destaca que a indústria dos jogos digitais passou a do cinema em lucratividade. “E é um campo ainda pouco explorado no Brasil, apesar de estar crescendo.”
               Ele comenta que, no ano passado, a Ubisoft, empresa multinacional, instalou uma filial em nosso país. “Outro ramo que está crescendo muito é o de jogos para celular”, diz.
               Para desenvolver jogos digitais, o profissional precisa adquirir grande conhecimento na área de Computação. O professor ressalta que um desenvolvedor de jogos consegue criar um software comercial (de vendas, padaria, supermercado e outros), mas um criador de software comercial precisa adquirir muito conhecimento para desenvolver um jogo. “É uma espécie de elite de desenvolvedores”, resume.

O que é um Space Invaders

               O Space Invaders foi um dos primeiros jogos de sucesso entre os videogames. É bastante simples: o jogador controla uma nave na parte inferior da tela, movendo-a para a direita ou esquerda, e atirando. Os inimigos são grupos de naves que começam na parte superior da tela e vão descendo. “O objetivo é destruir todas essas naves antes que elas cheguem a você”, diz o professor Nardi.
               “Apesar de simples, é preciso muitos dos principais conhecimentos necessários para criar um jogo, como controle sobre personagem, criação da tela do jogo e algoritmo de detecção de impacto”, conclui.

Parceria com a Microsoft

O Univem mantém uma parceria com a Microsoft, por meio do programa Academic Alliance, que coloca à disposição de professores e alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação os softwares da empresa. Eles podem utilizá-los durante as atividades dos cursos, tantos nos laboratórios da instituição, quanto em seus computadores pessoais. Os próprios alunos têm uma conta de acesso ao site da empresa, em que podem baixar os softwares.

1969 vs 2009

Como sou parte do processo da educação nos nossos tempos, não podia deixar de publicar esse questionamento que reflete a realidade da visão de muitas famílias em relação à educação nos dias atuais.

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

“Todo mundo  ‘pensando’ em deixar um planeta melhor para nossos  filhos…  Quando é que ‘pensarão’ em deixar filhos melhores para o nosso planeta?”

 1969 vs 2009
Categorias:Ensino

Vídeo da Palestra Plataforma .NET na ETEC de Marília/SP

 Clique para assistir no site UStream a palestra ministrada na II Semana de Informática do Centro Paula Souza (ETEC de Marília).

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Microstrategy oferece suíte de BI grátis

 
por IT Web
25/06/2009
 
Segundo a fabricante, não é necessário ser cliente para utilizar a versão departamental do aplicativo
 

 Para acirrar ainda mais a disputa no mercado de soluções de business intelligence (BI), a Microstrategy anunciou que deixará disponível aplicações departamentais de BI grátis.

Batizada de Reporting Suite, a ferramenta permite a geração de relatórios e análise, baseadas na web, sem nenhum custo para até cem usuários departamentais nomeados.

Segundo a fabricante, não é preciso ser cliente para aproveitar o benefício. O download da plataforma está disponível na internet (acesse o site).

A iniciativa pode servir como uma porta de entrada para o mundo do BI, uma vez que a versão gratuita não permite recursos avançados, como geração de dash boards, por exemplo.

“Quando as demandas por relatórios expandirem, as companhias poderão adquirir licenças com recursos mais avançados, com maior interatividade e para um número adicional de usuários”, informou a Microstrategy.

A Microstrategy oferece, ainda, treinamento rápido e suporte grátis, por e-mail por 60 dias.