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As carreiras de TI que prometem em 2015

A Glassdoor divulgou, nessa terça-feira, 27, um levantamento que revela quais serão os empregos dos sonhos nos Estados Unidos em 2015. E boa parte da lista, que contém 25 profissões, é representada por cargos relacionados a tecnologia da informação.

Confira abaixo as posições em áreas de tecnologia da informação e, neste link, o ranking completo:

23) Desenvolvedor mobile

  • Número de vagas: 4.651
  • Média salarial anual: US$ 79.810

20) Gerente de projetos de TI

  • Número de vagas: 5.700
  • Média salarial anual: US$ 103.710

16) Engenheiro de rede

  • Número de vagas: 14.092
  • Média salarial anual: US$ 87.518

11) Arquiteto de soluções

  • Número de vagas: 3.982
  • Média salarial anual: US$ 121.657

9) Cientista de dados

  • Número de vagas: 3.449
  • Média salarial anual: US$ 104.476

8) Gerente de produto

  • Número de vagas: 10.294
  • Média salarial anual: US$ 113.363

7) Administrador de banco de dados

  • Número de vagas: 9.790
  • Média salarial anual: US$ 97.835

2) Engenheiro de software

  • Número de vagas: 104.828
  • Média salarial anual: US$ 98.074

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/

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Ex-aluno do Univem recebe prêmio como um dos principais CIOs do país

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Foi divulgado o resultado da pesquisa que elege os 100 melhores Líderes de TI da 14a edição do estudo IT Leaders, realizado pela revista COMPUTERWORLD em parceria com a consultoria IDC.

Os escolhidos do ranking IT Leaders 2014 estão na linha de frente entre os executivos de TI que enfrentaram um ano de crise econômica sem deixar cair a peteca da reinvenção da TI e da transformação digital de suas empresas, dois elementos vitais para garantir o sucesso dos negócios no século 21.

A pesquisa gera um ranking com os Top 100 CIOs do Brasil e elege, além do CIO do Ano, os líderes de TI em 16 segmentos da economia e mais três destaques: TI Verde, Grupos, que reúne holdings com diferentes empresas, e PMEs (pequenas e médias empresas), voltada para companhias que empregam até 500 funcionários.

O checklist de 2014 manteve a mesma configuração adotada desde o ano passado para “subir a barra” na hora de escolher só os melhores na gestão de TI: alinhamento da TI com as linhas de negócios; planejamento, capacidade de execução, inovação e estratégia de TI sustentada sobre a chamada Terceira Plataforma da TI (cloud computing, big data, mobilidade e social business).

Entre os vencedores está Leandro Michel Bocalon, Gerente de TI da empresa Sasazaki de Marília e formado em Análise de Sistemas e Administração pelo Univem e fez pós-graduação em Computação Avançada e Gestão Empresarial também na instituição. Leandro ainda foi professor da instituição entre 2002 e 2005.

 

Fonte: http://computerworld.com.br/especiais/2014/10/16/so-os-melhores

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VII Semana de Tecnologia da Informação

VII Semana de TI do Univem promove Balcão de Mentoria

A VII Semana de Tecnologia da Informação do Univem traz neste ano, em parceria com a Viking Network, uma novidade para os participantes, o Balcão de Mentoria, a experiência do empreendedor para você empreender. Se você tem uma ideia ou negócio, receba mentoria gratuita de empresários e profissionais da área para ajudar você a ter sucesso. Durante o evento, empreendedores levam orientações gratuitas sobre negócios a universitários e comunidade.

 

Como funciona o Balcão de Mentoria Viking?

O objetivo do Balcão de Mentoria Viking é levar a experiência do empreendedor para quem pretende empreender no futuro ou mesmo para já quem tem o próprio negócio e precisa de orientações. Todos os mentores da Viking que participam do projeto têm perfil empreendedor – 95% deles são empresários – e grande experiência nas áreas que compartilham conhecimento.

A Viking Network seleciona entre seus mais de 150 membros aqueles que podem contribuir de maneira efetiva com o público-alvo do evento. A partir daí cerca de oito mentores da Viking são alocados cada um em uma mesa de forma a conversarem individualmente com os interessados. As inscrições acontece no dia dos evento, de acordo com a ordem de chegada dos interessados. Cada inscrito escolhe os especialistas com os quais tem interesse em falar para ter 15 minutos de mentoria exclusiva.

O Balcão de Mentoria acontecerá nos dias 08 e 09 de setembro. As inscrições iniciarão às 19:00 no Salão Nobre e as mentorias acontecerão das 21:00 às 22:00.

As áreas de mentoria serão: Marketing, Gestão, Tecnologia da Informação, Finanças e Gestão de Pessoas.

 

O que é mentoria?

A mentoria parte de uma experiência já vivenciada pelo empreendedor e empresário. Assim, ele poderá dar dicas e orientações ao novo empreendedor ou estudante baseado em um conhecimento prático.

 

Sobre a Viking Network

A Viking Network é uma rede empreendedores, mentores e investidores que nasceu em Bauru, em novembro de 2012. Hoje já tem escritórios em Marília e Araçatuba, sendo que seus membros vêm de diversas outras cidades dessas regiões. Apesar de as atividades da Viking Network se estenderem à comunidade, só pode se tornar membro quem for convidado. Os membros se reúnem mensalmente em um café da manhã, onde desenvolvem networking, trocam experiências e oportunidades de novos negócios, além de assistirem a uma palestra.

Para a comunidade, a Viking Network desenvolve uma série de atividades com o objetivo de impulsionar negócios e a educação empreendedora no país. Entre elas, está o lançamento do Blog Viking (http://www.viking.ac/blog/) que traz conteúdo exclusivo, escrito por empreendedores, com o objetivo de inspirar e dar dicas práticas sobre assuntos relacionados à gestão, investimentos, marketing, entre outros temas. Outro destaque neste ano é a criação da Drakkar (http://www.drakkar.ac/), uma rede social voltada para empreendedores.

A rede também promove Missões Internacionais e Nacionais de Negócios. Em paralelo, a Viking tem realizado uma série de workshops nas cidades onde já tem escritório estabelecido – Bauru, Marília, Araçatuba. Esses workshops abrangem temas como Lean Startup, Canvas, Valuation e Design Thinking. Essas ações são abertas a qualquer pessoa interessada.

No âmbito acadêmico, além do Balcão de Mentoria Viking, a rede está recrutando universitários para o Programa Embaixador Viking (www.viking.ac/embaixador). Os selecionados terão a oportunidade de interagir com mais de 150 empreendedores, recebendo capacitação para se tornarem líderes e empreendedores de sucesso. Em paralelo, eles serão fomentadores da visão empreendedora em suas respectivas instituições de ensino por meio de projetos que mostrarão aos demais universitários que é possível alcançar o sonho do próprio negócio.

Para conhecer mais sobre a Viking: http://www.viking.ac/

TI Jobs 2013 – Fórum de Mercado de Trabalho de TI

TI Jobs 2013

Ciência sem Fronteiras abre nova chamada em outubro

Programa já concedeu mais de 53 mil bolsas a estudantes brasileiros. Desses, 14 mil concluíram seus estudos no exterior, pelo período de um ano, e estão retornando ao Brasil.

Veja matérias de alunos de Ciência da Computação do Univem que estão sendo beneficiados com o programa:

http://www.univem.edu.br/jornal/materia.php?id=360

http://www.univem.edu.br/jornal/materia.php?id=263

O governo federal vai abrir nova chamada, em outubro, para estudantes que desejam participar do Programa Ciência sem Fronteiras. As novas bolsas de estudo serão para vagas em universidades em 17 países, informou hoje (30) a presidenta Dilma Rousseff, ao participar do programa semanal Café com a Presidenta. Segundo ela, desde que foi lançado, há dois anos, o programa concedeu mais de 53 mil bolsas a estudantes brasileiros. Desses, 14 mil concluíram seus estudos no exterior, pelo período de um ano, e estão retornando ao Brasil.

A presidenta ressaltou que além de “marcar para sempre a vida desses jovens”, o Ciência sem Fronteiras vai contribuir para o desenvolvimento da indústria, da economia e da pesquisa no país. “Quando esses jovens voltam às universidades no Brasil trazem novas ideias e experiências e, assim, agregam contribuição para a modernização do ensino e da pesquisa aqui”, disse a presidenta, ao lembrar que a meta é oferecer 101 mil bolsas de estudo em quatro anos.

Dilma destacou que as bolsas concedidas são em áreas ligadas ao desenvolvimento científico, tecnológico, e à inovação, como engenharia, medicina, ciências biomédicas, da computação, tecnológicas, ciências agrárias, entre outras. Os jovens estudam por um ano em universidades e institutos de pesquisa de alta qualidade no exterior e podem fazer estágio em alguns dos principais laboratórios e empresas do mundo.

Ela ressaltou que o principal critério de seleção do Ciência sem Fronteiras é o mérito do estudante. Para participar, é preciso ter feito, pelo menos, 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ter um bom desempenho no curso superior que faz aqui no Brasil. O governo paga todos os custos do estudante no exterior, incluindo a mensalidade da universidade, o alojamento e a alimentação.

Os principais países de destino dos estudantes do Ciência sem Fronteiras são Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra, Alemanha e Coreia do Sul. Para facilitar o aprendizado, o governo brasileiro oferece um curso de línguas de até seis meses no país de destino. Todas as informações sobre os cursos e as inscrições do programa estão disponíveis no site www.cienciasemfronteiras.gov.br.

Fonte: Portal Administradores

Mercado de trabalho aquecido garante oportunidades para quem escolhe a área de TI

Carência por profissionais qualificados para o setor de tecnologia deve persistir pelos próximos anos e sobram vagas para aqueles que escolhem cursos da área de Computação
Segundo IDC, faltam hoje cerca de 39,9 mil profissionais na área (Nilton Junior/ArtyPhotos)
Os estudantes de ensino médio e pré-vestibulandos ouvem frequentemente duas frases na difícil hora da escolha profissional: “busque uma profissão em que você tenha prazer em trabalhar” e “para bons profissionais, sempre há bons empregos”. Mas o fato é que, além dessas inquestionáveis premissas, cada vez mais as perspectivas profissionais futuras são levadas em conta no momento de se optar por uma carreira. E quando as afinidades pessoais casam-se com as oportunidades existentes no mercado de trabalho, a escolha por um curso de graduação pode se tornar mais fácil e segura.
Quem decide cursar Ciência de Computação, Engenharia de Computação ou Sistemas de Informação pode ter certeza de que a demanda por profissionais qualificados nessas áreas deve continuar crescendo nos próximos anos. “Ao longo da minha carreira, não vi ninguém ficar desempregado, por pior profissional que fosse. A área de TI está muito presente nas empresas, é fundamental para que elas funcionem e também para que economizem recursos. Assim, as grandes empresas investem na área para obter, não só melhorias, como maiores lucros”, contou o líder de equipe da IBM, Guilherme Leite.
Ele se formou em Sistemas de Informação em 2009, pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), da USP São Carlos. Antes mesmo de concluir o curso, Leite começou a trabalhar na área em 2005, desenvolvendo projetos para a TAM. Um ano e meio depois, foi para a IBM, onde permanece até hoje.
Leite: ao longo da carreira, não viu ninguém ficar desempregado (Denise Casatti)

Segundo a consultoria IDC, existe atualmente no Brasil um déficit de cerca de 39,9 mil profissionais de tecnologia e, até 2015, esse número deve crescer para 117 mil vagas. Provedora global de inteligência de mercado, a IDC presta serviços de consultoria e realiza eventos para indústrias de tecnologia da informação e telecomunicações. De acordo com a empresa, essa carência de recursos humanos se deve especialmente a três fatores: rápida expansão das empresas de infraestrutura e tecnologia do país; adoção acelerada de serviços de TI pela iniciativa privada e pelo setor público; e a ocorrência da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016.

A demanda no mercado pelos profissionais de TI é tão grande atualmente que, segundo o professor Adenilso Simão, do ICMC, já não há grande diferença na área de atuação profissional entre aqueles que se formam em Engenharia de Computação, Ciências de Computação e Sistemas de Informação. “Existem tarefas que são próprias de cada um desses profissionais, porém, hoje, é comum encontrar pessoas formadas nesses três cursos trabalhando em um mesmo projeto, com a mesma atribuição. Isso não é uma regra, não é porque os cursos não deveriam ser distintos, mas devido a uma característica atual do mercado”, explicou.
O gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil, Anderson Figueiredo, chama a atenção para um efeito perverso dessa grande demanda por profissionais: muitas empresas contratam alunos que ainda estão no início da graduação, oferecem bons salários e, muitas vezes, esses alunos não conseguem conciliar os estudos e o trabalho e acabam abandonando o curso. Segundo ele, no futuro, esses profissionais ficarão estagnados no mercado de trabalho por não terem conseguido concluir a formação.
“O momento é muito bom e o mercado demanda gente. Mas quem tem uma formação mais qualificada terá um diferencial. A gente percebe que, depois de uns dois ou três anos no mercado, aqueles que possuem uma melhor base teórica têm mais capacidade para enfrentar os desafios e, consequentemente, ocupam cargos mais altos”, afirmou Figueiredo.
De olho na carreira e no salário
De forma geral, os especialistas entrevistados concordam que, atualmente, é difícil ficar desempregado na área de TI. Mas a questão é que não é apenas a garantia de uma vaga no mercado de trabalho que está em jogo aqui. Por isso, a escolha por uma universidade de qualidade, capaz de oferecer uma formação sólida, pode assegurar boas perspectivas futuras em termos de carreira e salário.
A docente do ICMC Ellen Barbosa conta que já ouviu muitos estudantes do ensino médio dizerem que sabem programar e que nunca precisaram fazer um curso de graduação para isso. “De fato, uma coisa é você saber programar e outra é ter toda essa base teórica e prática fornecidas pelos cursos de Ciências de Computação, Engenharia de Computação e Sistemas de Informação. Porque aí você tem um diferencial, um conhecimento muito maior para poder atuar no mercado de trabalho e conseguir melhores colocações”, explicou.
“Depois que você passou por todos os cálculos, toda a matemática, a sua base teórica é diferente. E a possibilidade de estágios que a gente oferece por meio dos contatos com as empresas dá a visão prática. Por isso, a maioria dos nossos alunos da graduação já saem empregados e com boas perspectivas de carreira”, completou Barbosa.
Uma sólida base teórica faz diferença na carreira profissional (Nilton Junior/ArtyPhotos)

De acordo com o gerente de projetos da TOVTS Eduardo Siufi, que cursou Engenharia de Computação no ICMC, o crescimento na carreira é relativamente rápido, desde que você se adapte ao longo do caminho. “Normalmente, iniciamos como técnicos especialistas, mas precisamos desenvolver nossos conhecimentos sobre gestão e o lado mais generalista. Caso contrário, corremos o risco de ficar estagnados, e isso diminuir a nossa empregabilidade”, disse.

Ele lembra que sair da faculdade e em três anos “dominar o mundo” acontece com pouquíssimas pessoas. “Algumas vezes temos que ser pé no chão e reconhecer que alguns desafios são maiores do que imaginamos. O mais importante é procurar um emprego ou uma atividade em que você se sinta constantemente desafiado, motivado e tenha reconhecimento para seus avanços”, acrescentou Siufi.

Você sabia que as profissões de Engenheiro de Software e Analista de Computação estão no ranking das dez melhores nos Estados Unidos? A informação foi divulgada no início deste ano por um site norte-americano especializado em empregos, o CareerCast.com. O levantamento baseou-se em cinco critérios: demandas físicas, ambiente de trabalho, renda, estresse e perspectivas de contratação.

Outra pesquisa recentemente divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a carreira de nível superior que mais gerou postos de trabalho no Brasil entre 2009 e 2012 foi a de analista de TI. De cada cem postos de trabalho gerados nesse período no país, 16 correspondiam à carreira de analista de TI. A mesma pesquisa revelou quais foram as ocupações de nível superior com maiores ganhos salariais entre 2009 e 2012. Nesse caso, a área de computação ocupa a 16ª colocação.

Mas um dos responsáveis pela pesquisa do Ipea, Paulo Meyer Nascimento, faz uma ressalva: há uma particularidade na área de TI, pois muitos bônus que são pagos aos profissionais não são incorporados aos salários. Como o levantamento do Ipea é realizado com base em dados referentes apenas ao salário efetivamente registrado em carteira e ao emprego formal, a pesquisa pode não representar um retrato exato dos ganhos salarias efetivamente obtidos por esses profissionais ao longo do período.
Além disso, considerando-se o mercado informal, talvez o número de vagas criado durante esse tempo possa ser ainda maior. Está aí mais um motivo para acreditar que será mesmo difícil ficar desempregado na área de TI nos próximos anos.
Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação ICMC