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UNIVEM VENCE PRÊMIO NACIONAL DE GESTÃO EDUCACIONAL

Vencedor da melhor prática de gestão educacional no país. Este foi o resultado da participação do Centro Universitário Eurípides de Marília – UNIVEM no Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE), divulgado na última segunda-feira (27), durante a realização do XVIII Congresso Brasileiro de Gestão Educacional (GEduc).

Na categoria Gestão Acadêmica, o UNIVEM recebeu o prêmio OURO com o case “INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR COMO ECOSSISTEMAS DE CONHECIMENTO, INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO”. Ao todo, o centro universitário concorreu com 52 instituições de ensino superior.

O Prêmio Nacional de Gestão Educacional tem por objetivo incentivar e valorizar práticas eficazes de gestão educacional no Brasil, destacando-se o alto desempenho das instituições de ensino. Ele premia organizações que realizam ações inovadoras nesse âmbito de atuação e que tenham êxito na melhoria da qualidade de seus processos acadêmicos e organizacionais. Visa estimular a divulgação e disseminação de boas práticas relacionadas à gestão educacional, contribuindo assim para o aprimoramento das instituições educacionais brasileiras.

O Reitor do UNIVEM, Dr. Luiz Carlos de Macedo Soares, destaca a relevância da premiação e que motivam ainda mais a instituição a liderar o processo de transformação da educação no Estado de São Paulo e orgulha toda a comunidade acadêmica. “Recebemos essa conquista com muita felicidade e com o sentimento que estamos no caminho certo. Ser reconhecida como a principal iniciativa de gestão acadêmica no país ratifica o trabalho que vem sendo desenvolvido por docentes, colaboradores e discentes. Entender uma instituição de ensino como um ecossistema de conhecimento, inovação e empreendedorismo é uma disruptura necessária para todas as instituições do país e querem que a educação continue a exercer um papel fundamental de transformação social”.

Macedo Soares também destaca que o reconhecimento da instituição neste prêmio ocorre durante um dos eventos educacionais de maior expressão do país, o GEduc.

Sobre o case premiado
O trabalho premiado no PNGE faz parte da estratégia institucional estabelecida há uma década no UNIVEM. Com o intuito de criar um Ecossistema de Conhecimento, Inovação e Empreendedorismo, a instituição tem apoiado a Transformação Digital de profissionais e empresas de toda a região de Marília.

O programa aborda a criação dos ambientes de inovação e empreendedorismo digital mantidos pela instituição (Centro de Inovação Tecnológica de Marília – CITec-Marília, Centro Incubador de Empresas de Marília – CIEM, Legal Innovation Hub e InnovaSpace Coworking), o reconhecimento formal dos clusters empresariais das principais áreas de vocação da região (Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação e Arranjo Produtivo Local da Indústria de Alimentos), a elaboração de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) com o setor produtivo e a implementação do programa de Transformação Digital no design educacional da instituição, contemplando um modelo de ensino-aprendizagem baseado na Educação 4.0.

O Pró-reitor Acadêmico do UNIVEM, Prof. Dr. Edinilson Donisete Machado, comenta que a conquista do prêmio como melhor prática nacional na categoria Gestão Acadêmica evidencia a excelência e o pioneirismo do trabalho que realizamos na formação de profissionais. “É o reconhecimento de práticas que discentes, empresas e a sociedade já experimentam e usufruem a vários anos e que, a cada dia, consolida o” UNIVEM como instituição protagonista em práticas inovadoras no Estado de São Paulo”.

Para a Pró-reitora Administrativa do UNIVEM, Profa. Dra. Marlene de Fátima Campos Souza, o prêmio é um reconhecimento de uma longa caminhada e que vem sendo construída com dedicação e expertise de muitas pessoas. “Esse reconhecimento demonstra a seriedade de uma instituição de 52 anos de existência e que continua inovando e criando modelos de gestão disruptivos e inéditos no país e que ampliam o conceito da educação”.

Apresentação dos projetos nesta sexta-feira (31)
Complementando a informação do Prêmio Nacional de Gestão Educacional, nesta sexta-feira, dia 31, o case do UNIVEM será apresentado pelo Pró-reitor de Inovação e Desenvolvimento Institucional, Prof. Dr. Elvis Fusco, durante o XIII Colóquio de Práticas Bem-sucedidas em Gestão no Ensino Superior, onde as práticas serão disseminadas para os representantes de diversas instituições de ensino do país.

Ecossistema de Conhecimento, Inovação e Empreendedorismo do UNIVEM

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Vaga para Programador Freelancer Java

Pré-requisitos:

  • Curso superior em Sistemas de Informação, Ciência da Computação ou áreas afins;
  • 3 anos ou mais de experiência em desenvolvimento;
  • Conhecimento básico dos conceitos de metodologias ágeis de desenvolvimento;
  • Vivência em projetos de desenvolvimento WEB;
  • Conhecimento básico dos conceitos de .XML;
  • Inglês básico;
    Capacitações técnicas:
  • Linguagem de programação Java, JavaScript;
  • Conhecimento de Ireports para criação/manutenção dos relatórios;
  • Banco de Dados Oracle (criação e manutenção de tabelas, consultas, triggers e procedures);
  • Desejável conhecimento na ferramenta de modelagem Enterprise Architect;
  • Capacidade de abstração.
    Atividades a realizar:
  • Proposição de soluções e melhorias no projeto.
  • Codificação para novas funcionalidades e manutenção em funcionalidades já existentes do projeto;
  • Comunicação junto aos analistas de campo;
  • Auxiliar time de suporte.

Interessados devem enviar currículo para assertimarilia@gmail.com

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Governo de SP reconhece Marília como primeiro Cluster de Alimentos do Estado

O credenciamento do Arranjo Produtivo Local de Alimentos inclui oficialmente a indústria alimentícia de Marília e região no Programa de Fomento aos APLs Paulista.

Com a oficialização do APL Alimentos de Marília, a cidade se torna a primeira e única a ter o reconhecimento de cluster da indústria de alimentos no estado de São Paulo.

A elaboração do projeto de solicitação do credenciamento do APL foi realizada pelo Centro de Inovação Tecnológica de Marília – CITec-Marília, ambiente de inovação mantido pelo Centro Universitário Eurípides de Marília – UNIVEM, com o apoio do CIESP Alta Paulista, do APL TI Marília e das indústrias de alimentos da região de Marília. O projeto foi enviado para o edital anual de chamamento público objetivando o processo de reconhecimento e recadastramento de Arranjos Produtivos Locais do Governo do Estado.

O Prof. Dr. Elvis Fusco, Pró-reitor de Inovação e Desenvolvimento Institucional do UNIVEM e responsável pelo projeto, explica o conceito de Arranjo Produtivo Local. “Um APL ou cluster empresarial é um conjunto de agentes de natureza diversa, que participam nas tarefas principais de uma aglomeração produtiva, o que inclui empresas produtoras (de um produto/serviço de um setor específico) e fornecedoras, centros de pesquisa, agentes do governo, instituições do terceiro setor, universidades, entre alguns exemplos), que tenham uma governança e evidenciam relações de cooperação e aprendizado constantes em um determinado território. Esses fenômenos ocorrem em um recorte do espaço geográfico constituído pelo agrupamento de agentes de interesses que consolidam uma identidade coletiva e demonstram a capacidade de promover o desenvolvimento local, estabelecendo parcerias e compromissos para manter e especializar os investimentos de cada um dos agentes no arranjo e seu entorno”.

Segundo o Prof. Elvis, a cidade passa a contar agora oficialmente com dois polos vocacionais reconhecidos pelo Governo Estadual e Federal. “Submetemos também o projeto de recredenciamento anual do APL de Tecnologia da Informação de Marília e que também foi aprovado, assim, Marília e região passam a contar com dois clusters oficiais, que fortalecem ainda mais o setor produtivo regional, impulsionando o desenvolvimento econômico, com atração de investimento e geração de emprego e renda”, explica o Prof. Elvis, coordenador do APL TI Marília.

Agora Marília está oficialmente no radar estadual e nacional das políticas públicas de fomento aos clusters, o que possibilita novos investimentos públicos para o setor em toda região por meio do Programa de Fomento aos APLs Paulista do Governo Estadual e do Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais do Ministério da Economia.

Segundo o diretor do CIESP Alta Paulista, Chikao Nishimura, a indústria de alimentos de Marília e região representa um importante vetor de desenvolvimento regional, gerador de riqueza e emprego para o centro-oeste paulista. “A região de Marília mostra a décadas sua vocação incontestável para a produção de alimentos, com a presença de empresas de grande expressão no mercado brasileiro e no exterior. O cluster de alimentos de Marília conta com mais de 350 empresas que geram mais de 22 mil empregos diretos e indiretos. Destaca-se também a exportação para os cinco continentes que representa um faturamento acima de 240 milhões de reais anualmente, representando 78% das exportações do município”, destaca Chikao Nishimura.

Para o Reitor do Univem, Dr. Luiz Carlos de Macedo Soares, o reconhecimento formal do APL de Alimentos de Marília destaca ainda mais o protagonismo do município no país. “Somando-se ao APL de Tecnologia da Informação que temos desde 2016, com o credenciamento do cluster de alimentos junto ao Governo Estadual e Federal, Marília solidifica seu ecossistema de inovação e empreendedorismo e acelera o processo de credenciamento definitivo do Parque Tecnológico, consolidando suas principais áreas de vocação”, celebra o Reitor.

Entre os benefícios que um APL traz para as empresas, está o financiamento de projetos estratégicos. Outra vantagem é incentivar a troca de informações entre as próprias empresas, com as entidades de classe, governos e instituições de ensino e pesquisa.

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Digital, por Manuel Castells

Reflexão interessante de Manuel Castells sobre como a pandemia está emergindo a realidade do Digital na sociedade atual

“Não haverá volta. Porque o novo normal não será o que conhecíamos. E como a saúde pública, tanto mais poderosa, será nossa garantia de sobrevivência, a digitalização completa de nossa organização econômica e social se tornará uma estrutura permanente para manter nossa comunicação em todas as circunstâncias. E a comunicação é a base da vida. Ah, mas e o fosso digital? Aqui ainda caminhamos com ideias obsoletas, de duas décadas atrás, quando a crítica social superou a nova realidade tecnológica antes de saber o que era. Bem, veja, para falar apenas da sociedade espanhola, 91,4% dos lares têm acesso à Internet por meio de um computador. E se contarmos as famílias que têm pelo menos um jovem, elas são 93,3%. Mesmo em cidades com menos de 10.000 habitantes, 74% das famílias têm acesso à Internet. Além disso, naturalmente, de locais de trabalho e universidades, onde o acesso e o uso da Internet são a regra.

Entramos totalmente em uma sociedade digitalizada em que já vivíamos, mas não havíamos assumido.

Mas há algo ainda mais importante: a taxa de penetração das linhas de telefonia móvel por 100 pessoas é de 115%, ou seja, mais linhas do que pessoas. 97% das pessoas têm celulares e 87% desses celulares são smartphones, ou seja, um computador com acesso à Internet no bolso. E os antigos? Sim, eles usam menos internet, mas a maioria usa o WhatsApp porque é fácil e permite que eles tenham um relacionamento com a família, amigos e a vida em geral. Isso explica por que 75% das pessoas usam regularmente o WhatsApp.

Em média, uma pessoa passa 5,5 horas por dia online. Ou seja, já tínhamos integrado totalmente (são dados de 2019) a comunicação digital em todas as áreas e é por isso que a transição para novas formas de relacionamento e atividade durante o confinamento foi menos dramática, embora tenha sido muito. Em parte porque este país possui um bom sistema de telecomunicações e as redes suportaram a explosão do tráfego durante o confinamento sem incidentes notáveis.

Claro, há desigualdade social na sociedade digital. Como na sociedade em geral. O surpreendente seria o oposto. Mas você sabe o que? A desigualdade no acesso à Internet é muito menor que a desigualdade de renda ou riqueza, na Espanha e no mundo. Como o estudo que fizemos da UOC com Mireia Fernández-Ardèvol mostrou para toda a América Latina. O motivo é muito simples: a comunicação é o que as pessoas mais valorizam como recurso, pois é essencial para o trabalho, relacionamentos, informações, entretenimento, educação, saúde e qualquer outra coisa.

Embora, é claro, haja problemas muito sérios na digitalização. O mais imediato: a implementação desigual de redes atualizadas e programas fáceis de usar. Dois setores em particular são tremendamente deficientes: administração pública e educação não universitária. Certamente, ambos os setores progrediram consideravelmente desde o estudo sobre novas tecnologias na Espanha que eu conduzi na Idade Média (bem, um pouco menos, nos anos oitenta). Mas eles ainda ficam consideravelmente atrás de empresas, finanças, organizações sociais, imprensa, universidade e até pessoas que navegam sem parar no mundo digital. Não apenas os chamados nativos digitais (que serão a maioria em algum tempo), mas quem quiser fazer alguma coisa. Talvez com a respeitável exceção de algum humanista que reivindica seu direito à objeção de consciência de viver no mundo cada vez mais digital que criamos. Uma atitude compreensível em reação aos exageros dos profetas da tecnologia se transformou em vendedores de poções milagrosas. Para aliviar seus medos, eles devem consultar a pesquisa científica acumulada na Espanha e no mundo. Estudos mostram que o contato direto entre as pessoas não desaparece com a Internet, pelo contrário, é estimulado. As duas formas de sociabilidade são cumulativas. E que um uso mais intenso da Internet tem efeitos positivos na satisfação das pessoas. Porque a Internet favorece dois fatores fundamentais que causam essa satisfação: a densidade das relações sociais e o empoderamento pessoal.

Portanto, nosso mundo é e será necessariamente híbrido, feito de realidade carnal e realidade virtual. É uma cultura da virtualidade real, porque essa virtualidade é uma dimensão fundamental da nossa realidade. E quando ameaças como a atual pandemia surgem sobre nossas vidas, sempre podemos nos retirar, adaptar e recomeçar, sempre em direção ao abraço, que, é claro, não podemos nem queremos virtualizar.”

Manuel Castells é pesquisador espanhol, referência mundial pelo seu trabalho na área da sociedade da informação.

A importância da Transformação Digital nas organizações em tempos de pandemia 

O mundo todo foi pego de surpresa pela atual crise global de saúde causada pela pandemia do COVID-19 decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). A disseminação do vírus pelo contágio comunitário, já tendo atingido a todos os estados brasileiros, vem alarmando o mundo e levando as esferas de governo a adotar medidas para o enfrentamento desta emergência de saúde pública, as quais vem causando a mudança de comportamento das empresas, dos colaboradores e dos consumidores.

Diante das recomendações do Ministério da Saúde, das medidas provisórias presidenciais e dos decretos estaduais e municipais dispondo sobre as ações de contenção da contaminação dos cidadãos, em especial sobre o isolamento social, as empresas se viram obrigadas a analisar e acelerar sua capacidade digital e a iniciar os processos necessários à aplicação do teletrabalho, também  conhecido como home office ou trabalho remoto regulado pela Lei 13.467/2017 (CLT).

Com a pandemia é certo que as empresas de todos os setores serão afetadas de maneira mais ou menos intensa de acordo com a alteração da demanda e a oferta de seus produtos e/ou serviços e com sua rapidez em implementar tecnologias aos seus negócios promovendo experiências digitais internas, no caso dos colaboradores que trabalharão remotamente, e externas no caso do atendimento às necessidades do consumidor. A digitalização das organizações e a alteração nas relações de trabalho se tornaram medidas essenciais para que possam dar continuidade às suas operações minimizando os impactos econômicos causados pela pandemia.

A pandemia transformou o modo de execução dos trabalhos, as empresas digitalizadas saíram na frente implementando o trabalho home office e mantendo o vínculo com o cliente por meio de vídeo conferências e outras ferramentas digitais, escolas e universidades disponibilizaram conteúdos e aulas com professores online, diversos ramos do comércio focaram na venda de seus produtos exclusivamente por meio de plataformas de e-commerce utilizando meios de pagamento digitais e empresas de entrega expressa ou correios, empresas do ramo alimentício aderiram ao delivery por meio de aplicativos e de entregas ao domicílio, empresas de todos os setores continuam suas operações por meio da automação de processos e das tecnologias digitais disponíveis.

A digitalização encarada anteriormente por algumas empresas como um investimento que podia esperar, passou a ser vista como uma necessidade, uma medida urgente que vai além do desenvolvimento tecnológico imposto sobre tarefas em que o trabalho humano já não era tão eficiente, sendo imprescindível para as organizações que, diante das medidas de prevenção de contaminação, não conseguirão atender seus consumidores nesse momento menos mercadológico e mais humanitário, mas que ao ser superado terá modificado para sempre a forma de comercializar e de consumir.

O efeito do Coronavírus foi uma guinada para o Mindset Digital das empresas tradicionais que adiavam sua digitalização porque seus negócios funcionavam bem naquele formato e que agora estão revendo seus conceitos e correndo contra o tempo para aplicar mudanças e tornar a tecnologia parte da estrutura organizacional de forma estratégica. Com o risco de terem seus negócios arruinados muitos empreendedores estão recorrendo às redes sociais e aplicativos multiplataforma de mensagens instantâneas, de chamadas de voz e de vídeo para smartphones para continuar comercializando seus produtos e serviços e permanecerem próximos aos clientes.

Entretanto, é importante lembrar que a Transformação Digital capaz de revolucionar as operações das empresas trazendo-lhes maior produtividade, competitividade e lucro vai muito além do uso de tecnologias. O digital deve estar presente em todo o processo operacional, no modelo de negócios, na gestão empresarial, no marketing, nas vendas, no atendimento ao cliente e incluir os colaboradores, a liderança e o departamento de RH fazendo parte da cultura organizacional para que após implementada continue se modernizando e oferecendo a melhor experiência aos clientes e aos funcionários.

Se antes da pandemia as empresas e organizações viam-se desafiadas a utilizar o digital para garantia de competitividade e resultados, hoje o desafio é utilizar as tecnologias para proteger a saúde de parceiros, fornecedores, clientes e colaboradores e garantir a continuidade da atividade e das transações comerciais, o que com certeza levará à uma mudança cultural da empresa e a percepção de que essas novas práticas poderão ser utilizadas após a crise pois resultam na diminuição de custos inerentes a atividade empresárias, otimização de tempo resolvendo questões por email e realizando reuniões por vídeo conferência, flexibilização de tarefas aumentando o foco e a produtividade do colaborador, atendimento ao cliente de forma inovadora e mais efetiva entre outros benefícios.

A pandemia acelerou a transformação digital do consumidor e as empresas que ainda não se digitalizaram se viram despreparadas para lidar com a crise causada pelo COVID-19. Diante dessa situação as empresas, principalmente as pequenas, já mudaram suas opiniões sobre a importância do investimento na Transformação Digital de seus negócios. Os empresários que tiverem o espírito empreendedor, enxergarem oportunidades em meio as dificuldades e conseguirem manejar as ferramentas tecnológicas disponíveis de maneira a vencer essa crise nunca mais serão os mesmos e tirarão lições positivas de um momento tão difícil e que agora lhes parece intransponível.

Apesar do futuro ainda ser incerto, o Brasil observou outros países e se adiantou na tomada de medidas preventivas a disseminação do COVID-19. Nenhuma empresa estava preparada para a pandemia, mas as empresas digitalizadas ou em processo de digitalização sofrerão efeitos menos devastadores. Acreditamos que quando a situação se normalizar teremos profissionais melhores, grandes líderes e novos empreendedores com uma gama de inovações e estratégias criadas para contornar situações adversas e que continuarão sendo utilizadas a favor das empresas. A Transformação Digital também vai evoluir, acontecerá de forma acentuada para todas as empresas e o resultado será uma alta em suas performances.

Webinar “Acelerando a Transformação Digital nas empresas para superar as restrições causadas pela pandemia”

convite

Segue convite para o Webinar “Acelerando a Transformação Digital nas empresas para superar as restrições causadas pela pandemia”, que acontece hoje às 15h.
O evento online contará também com a presença do presidente da Associação Comercial e Industrial de Marília, Adriano Martins.
A participação é gratuita pelo site www.univem.edu.br/digital-webinar

A adoção da digitalização em tempos de pandemia pode iniciar a Transformação Digital das Organizações

A atual situação da nossa sociedade, fruto dos impactos causados pelo Coronavírus (COVID-19), está fazendo todas as áreas a refletirem sobre soluções diante desse cenário de privações, limitações e problemas causados principalmente pelo isolamento social que está provocando uma desaceleração da economia. Essas soluções quase em sua totalidade passam pela utilização de Tecnologias Digitais que já eram utilizadas para implementação de estratégias organizacionais para geração de diferenciais competitivos.

Muitas organizações vinham num processo de Transformação Digital de seus modelos de negócios antes desse momento de pandemia e agora apresentam uma aceleração nesse processo de digitalização de produtos, serviços e no modo como interagem com seus stake holders, sejam colaboradores, parceiros ou consumidores. Elas conseguiram se adaptar mais facilmente às limitações impostas pelo isolamento social e passaram a oferecer seus produtos e serviços em plataformas digitais, criaram modelos digitais de comunicação com seu público alvo ou utilizaram tecnologias disruptivas para minimizar o impacto desse momento de crise.

Essa adaptação acelerada é causada por uma série de fatores gerados pelo processo de Transformação Digital que já vinha acontecendo como: a implantação do “growth mindset”, ou seja, a mudança da cultura organizacional para o “digital”, evoluindo do conceito de estratégias digitais para o posicionamento do digital como estratégia do negócio; a digitalização dos processos que aumenta a produtividade e performance do negócio; a entrega de produtos e serviços em ambientes digitais ou pelo menos no modelo O2O, ou seja, o consumidor adquire e paga o produto ou serviço no ambiente online e recebe e consome no offline.

Um exemplo muito representativo desse cenário é o caso do Centro Universitário Eurípides de Marília – UNIVEM, instituição de ensino superior que adotou em 2019 a Transformação Digital como estratégia organizacional, criando uma série de inovações em seu design educacional. Durante o ano passado, por meio de um processo de planejamento estratégico, foi definida uma nova identidade estratégica para a organização baseada nos pilares da Transformação Digital, Inovação e Tecnologia. A partir disso, todos os projetos pedagógicos dos cursos foram impactados por essa estratégia, os ambientes de aula disruptivos foram criados baseados na Educação  4.0, professores foram capacitados para o uso de tecnologias educacionais em suas aulas e todo o corpo administrativo foi impactado pela Transformação Digital, desde a reitoria até os funcionário técnico-administrativos.

Motivado pelo processo de isolamento social que afetou toda o estado de São Paulo, a instituição em apenas 24 horas, passou a oferecer todas as aulas presenciais num ambiente digital no mesmo horário de aula com os professores atuando de suas casas e os alunos assistindo as aulas online e ao vivo de suas casas, ou seja, os alunos, principais interessados e impactados pelo problema do isolamento, não perderam nenhuma aula nesse processo.

As Tecnologias Digitais, com certeza, desempenham um papel fundamental nesse novo paradigma, que ocorre em todos os setores da sociedade, a digitalização dos modelos de negócio tornou-se essencial para que vários setores continuem em funcionamento e, diante deste cenário atual, seria muito difícil a pouco tempo atrás, vermos muitas dessas empresas, governos e profissionais fazendo parte dessa Transformação Digital.

Assim, as organizações e os profissionais podem aproveitar esse momento em que a digitalização se torna, em muitos casos, a única saída para que o negócio possa continuar acontecendo e iniciar um processo de Transformação Digital que, além de diferenciar essa organização nesse momento de exceção, com certeza trará diferenciais competitivos no momento de retomada da nossa economia.

 

ASSERTI promove ações de apoio às empresas de TI do estado de SP

O mundo todo foi pego de surpresa pela atual crise global de saúde causada pela pandemia do COVID-19 decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). A disseminação do vírus pelo contágio comunitário, já tendo atingido a todos os estados brasileiros, vem alarmando o mundo e levando as esferas de governo a adotar medidas para o enfrentamento desta emergência de saúde pública, as quais vem causando a mudança de comportamento das empresas, dos colaboradores e dos consumidores.

Diante das recomendações do Ministério da Saúde, das medidas provisórias presidenciais e dos decretos estaduais e municipais dispondo sobre as ações de contenção da contaminação dos cidadãos, em especial sobre o isolamento social, as empresas se viram obrigadas a analisar e acelerar sua capacidade digital e a iniciar os processos necessários à aplicação do teletrabalho, também  conhecido como home office ou trabalho remoto regulado pela Lei 13.467/2017 (CLT).

A Asserti (Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação) tem apoiado as medidas decretadas pelos entes políticos e recomendado a implantação em massa do teletrabalho às empresas associadas, promovendo diversos eventos online com seus associados para discutir o tema, trazendo especialistas para orientar as empresas neste processo. Com o sucesso dessa iniciativa, numa ação conjunta com o SEPROSP (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo), a Asserti promoveu no dia 24 de março, uma videoconferência para todas as empresas do Estado de São Paulo, com o objetivo do compartilhamento de boas práticas relacionadas ao teletrabalho, entre outros aspectos, para melhor orientar as empresas associadas na realização de medidas neste momento de crise.

Segundo Elvis Fusco, presidente da Asserti, “com a pandemia é certo que as empresas de todos os setores serão afetadas de maneira mais ou menos intensa de acordo com a alteração da demanda e a oferta de seus produtos e/ou serviços e com sua rapidez em implementar tecnologias aos seus negócios promovendo experiências digitais internas, no caso dos colaboradores que trabalharão remotamente, e externas no caso do atendimento às necessidades do consumidor”. Para o presidente da associação “a digitalização das organizações e a alteração nas relações de trabalho se tornaram medidas essenciais para que possam dar continuidade às suas operações minimizando os impactos econômicos causados pela pandemia”.

A pandemia transformou o modo de execução dos trabalhos, as empresas digitalizadas saíram na frente implementando o trabalho home office e mantendo o vínculo com o cliente por meio de vídeo conferências e outras ferramentas digitais, escolas e universidades disponibilizaram conteúdos e aulas com professores online, diversos ramos do comércio focaram na venda de seus produtos exclusivamente por meio de plataformas de e-commerce utilizando meios de pagamento digitais e empresas de entrega expressa ou correios, empresas do ramo alimentício aderiram ao delivery por meio de aplicativos e de entregas ao domicílio, empresas de todos os setores continuam suas operações por meio da automação de processos e das tecnologias digitais disponíveis.

A digitalização encarada anteriormente por algumas empresas como um investimento que podia esperar, passou a ser vista como uma necessidade, uma medida urgente que vai além do desenvolvimento tecnológico imposto sobre tarefas em que o trabalho humano já não era tão eficiente, sendo imprescindível para as organizações que, diante das medidas de prevenção de contaminação, não conseguirão atender seus consumidores nesse momento menos mercadológico e mais humanitário, mas que ao ser superado terá modificado para sempre a forma de comercializar e de consumir.

O efeito do Coronavírus foi uma guinada para o Mindset Digital das empresas tradicionais que adiavam sua digitalização porque seus negócios funcionavam bem naquele formato e que agora estão revendo seus conceitos e correndo contra o tempo para aplicar mudanças e tornar a tecnologia parte da estrutura organizacional de forma estratégica. Com o risco de terem seus negócios arruinados muitos empreendedores estão recorrendo às redes sociais e aplicativos multiplataforma de mensagens instantâneas, de chamadas de voz e de vídeo para smartphones para continuar comercializando seus produtos e serviços e permanecerem próximos aos clientes.

Entretanto, é importante lembrar que a Transformação Digital capaz de revolucionar as operações das empresas trazendo-lhes maior produtividade, competitividade e lucro vai muito além do uso de tecnologias. O digital deve estar presente em todo o processo operacional, no modelo de negócios, na gestão empresarial, no marketing, nas vendas, no atendimento ao cliente e incluir os colaboradores, a liderança e o departamento de RH fazendo parte da cultura organizacional para que após implementada continue se modernizando e oferecendo a melhor experiência aos clientes e aos funcionários.

Se antes da pandemia as empresas e organizações viam-se desafiadas a utilizar o digital para garantia de competitividade e resultados, hoje o desafio é utilizar as tecnologias para proteger a saúde de parceiros, fornecedores, clientes e colaboradores e garantir a continuidade da atividade e das transações comerciais, o que com certeza levará à uma mudança cultural da empresa e a percepção de que essas novas práticas poderão ser utilizadas após a crise pois resultam na diminuição de custos inerentes a atividade empresárias, otimização de tempo resolvendo questões por email e realizando reuniões por vídeo conferência, flexibilização de tarefas aumentando o foco e a produtividade do colaborador, atendimento ao cliente de forma inovadora e mais efetiva entre outros benefícios.

A pandemia acelerou a transformação digital do consumidor e as empresas que ainda não se digitalizaram se viram despreparadas para lidar com a crise causada pelo COVID-19. Diante dessa situação as empresas, principalmente as pequenas, já mudaram suas opiniões sobre a importância do investimento na Transformação Digital de seus negócios. Os empresários que tiverem o espírito empreendedor, enxergarem oportunidades em meio as dificuldades e conseguirem manejar as ferramentas tecnológicas disponíveis de maneira a vencer essa crise nunca mais serão os mesmos e tirarão lições positivas de um momento tão difícil e que agora lhes parece intransponível.

Apesar do futuro ainda ser incerto, o Brasil observou outros países e se adiantou na tomada de medidas preventivas a disseminação do COVID-19. Otimista, o presidente da Asserti explica “nenhuma empresa estava preparada para a pandemia, mas as empresas digitalizadas ou em processo de digitalização sofrerão efeitos menos devastadores. Acreditamos que quando a situação se normalizar teremos profissionais melhores, grandes líderes e novos empreendedores com uma gama de inovações e estratégias criadas para contornar situações adversas e que continuarão sendo utilizadas a favor das empresas. A Transformação Digital também vai evoluir, acontecerá de forma acentuada para todas as empresas e o resultado será uma alta em suas performances”.

A Asserti como entidade associativa sem fins lucrativos e órgão máximo de governança do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Marília e região, com o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico de Marília e região e de agir para resolução de questões que afetem as empresas de TI, constitui-se num ente fundamental de fomento ao empreendedorismo, promovendo trabalhos de cooperação entre organizações, integrando as atividades empresariais ao poder público, aproximando as instituições de ensino público e privado das empresas e atuando em todas as áreas de conhecimento para disponibilizar à suas associadas orientações condizentes com as demandas sociais e econômicas do país.

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ASSERTI lança portal de vagas e beneficia profissionais de TI

A escassez de profissionais de Tecnologia da Informação já é uma realidade em diversas áreas de atuação do setor de TI, o número de vagas supera o número de candidatos e a demanda por novos talentos tende a crescer, visto que a Transformação Digital deixou de ser um assunto mercadológico e passou a ser uma questão de sobrevivência para todas as empresas inclusive as tradicionais, que já caminham para tornarem-se empresas com áreas tecnológicas específicas para cada tipo de negócio.

Nesse sentido, para estimular e fortalecer o recrutamento digital por parte das empresas associadas, a ASSERTI Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação está lançando a plataforma VAGAS.ASSERTI (http://www.vagas.asserti.org.br), um job board segmentado, ou seja, um portal de vagas segmentadas num ambiente específico do setor de TI onde as empresas associadas podem anunciar suas oportunidades de trabalho de forma simples e gratuita, publicando em minutos a vaga customizada pela organização com sua identidade visual.

Na plataforma VAGAS.ASSERTI, as empresas anunciantes possuem a mesma oportunidade de visibilidade podendo anunciar vagas para contratação de estagiários, freelancers, jovens aprendiz, prestadores de serviços por meio de Pessoa Jurídica ou pelo regime da CLT.

O portal tem como objetivo fomentar o recrutamento e seleção por parte das empresas, permitindo que suas oportunidades de trabalho sejam amplamente divulgadas e alcancem profissionais de diversas áreas de TI e de diversas regiões, facilitando a contratação tanto das pequenas empresas que não possuem ainda departamentos específicos de recrutamento e seleção, como das grandes organizações favorecendo o encontro do perfil profissional ideal.

O portal ASSERTI.VAGAS foi idealizado para completar as ações da ASSERTI que já atua como elo entre os profissionais e as organizações, disponibilizando em seu site (www.asserti.org.br) um Banco de Talentos totalmente gratuito onde os profissionais de TI podem cadastrar seus currículos, os quais ficam à disposição para visualização pelas empresas associadas conectando as empresas de TI com os profissionais da área.

Para a ASSERTI, o fato do número de profissionais da área não acompanhar a oferta de vagas pelas empresas é uma oportunidade para o país e não um problema. Segundo o presidente da associação, Elvis Fusco, “a ASSERTI tem investido em ações de capacitação profissional, de formação de mão de obra e parcerias com instituições de ensino. As próprias empresas associadas incentivadas e apoiadas pela entidade formaram um grupo de trabalho focado em qualificar os profissionais que já estão no mercado de TI e moldar os futuros profissionais que estão em fase de formação, promovendo treinamentos específicos em suas áreas de atuação a serem realizados nas dependências do CITec-Marília (Centro de Inovação Tecnológica de Marília) gerido pelo UNIVEM (Centro Universitário Eurípides de Marília), entidade de ensino superior parceria em grande parte das ações da associação. Assim, após a realização das capacitações organizadas pela Asserti e pelas empresas, o caminho natural é de que elas absorvam os profissionais treinados.”.

A ASSERTI, como entidade sem fins lucrativos e com o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico de Marília e região e de agir para resolução de questões que afetem as empresas de TI, sobretudo nas áreas da educação e de inclusão das pessoas à margem do processo produtivo ou fora do mercado de trabalho, mantém parcerias com diversas instituições de ensino para ampliar as oportunidades de qualificação profissional, a exemplo do Programa Universidade Asserti em parceria com o UNIVEM (Centro Universitário Eurípides de Marília) e o SEPROSP (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo), que possibilitou o ingresso de mais de 30 jovens ao mercado de trabalho em 2019 e a da parceria com a Digital Innovation One, startup que consiste numa plataforma de ensino gratuito a distância e que já treinou mais de 50 mil desenvolvedores de software em todo o país.

Elvis Fusco, explica que “apesar de existirem inúmeras plataformas de recrutamento digital, a ASSERTI sentiu a necessidade das empresas de terem à sua disposição uma plataforma mais simples e rápida para anúncio de vagas exclusivas para o segmento de TI e que de fato aproximasse a vaga anunciada dos profissionais. O mercado de TI cresceu e atualmente os profissionais escolhem as vagas para as quais querem concorrer levando em consideração não somente o salário. Existe cada vez mais a maior preocupação com o clima organizacional, o tipo de tecnologias nas quais vão trabalhar e em quais empresas poderão se desenvolver mais e participar de projetos inovadores. Nesse sentido a ASSERTI já ganhou notoriedade entre os profissionais da área por ter em seus quadros associativos as maiores e mais inovadoras empresas de Marília e região”.

Além disso, a  ASSERTI por meio do Grupo do Comitê de RH da associação coordenado pela Gerente de Recursos Humanos da empresa associada ONCLICK, Selma Kharfan de Lima, tem realizado um trabalho bastante focado na formação e qualificação de mão de obra  na área de TI em relação às soft skills, ou seja, às competências comportamentais e sociais, habilidades muito valorizadas pelos empregadores, bem como, em ações direcionadas a gestão estratégica das empresas, como a Pesquisa Salarial 2020 em parceria com a SAP Consultoria e cursos de Plano de Cargos, Salários e de Planejamento Estratégico e de Técnicas de Retenção de Talentos, de forma a aumentar a reputação das empresas associadas entre os profissionais de TI e atrair mais visibilidade e aumentar a concorrência em suas vagas de trabalho.

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Univem lança MBA para formação de executivos digitais

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