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Convênio entre Governo de São Paulo e APL TI Marília criará ecossistema estadual de formação de profissionais em TI

Patricia Ellen (Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico) e Elvis Fusco (Coordenador do APL TI Marília)

Aconteceu na última quinta-feira, a solenidade de assinatura do termo de fomento e convênio entre o Governo de São Paulo e o Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Marília para apoio ao desenvolvimento do projeto “Ecossistema Digital de Formação e Atualização Profissional em Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo”.

O projeto visa ampliar a oferta e a aderência de profissionais qualificados e certificados para atuar nas empresas dos Arranjos Produtivos Locais de Tecnologia da Informação do Estado.

Representando o Governo do Estado de São Paulo, esteve presente para assinatura do convênio, a secretária estadual de desenvolvimento econômico Patricia Ellen, que destacou a importância do programa de fomento aos APLs do estado. “Na retomada da economia, é fundamental estabelecer políticas públicas de incentivo ao desenvolvimento econômico e à geração de empregos, e o setor de TI se apresenta como um segmento estratégico para investimento e fomento”.

Em 2020, mesmo com a pandemia e o Brasil apresentando uma queda de 4% no PIB, o segmento de TI cresceu 8%. A perspectiva para 2021 é que o mercado de TI cresça 11%. Em contrapartida, a expectativa é que a escassez de mão de obra continue crescendo.

Até 2024 o país deve chegar a um patamar de 420 mil vagas abertas no setor de TI. Porém, o país tem formado 46 mil profissionais nessa área por ano, 65% menos do que deveria formar para atender às 70 mil vagas demandadas anualmente pelo mercado.

O presidente da Asserti, Elvis Fusco, representando o APL TI Marília na assinatura do convênio, enfatiza a relevância do projeto. “O panorama positivo da área de TI no país evidencia a importância do projeto apresentado. Como resultado, será disponibilizada uma plataforma digital aberta de formação online para criação de conteúdos formativos nas tecnologias utilizadas pelas empresas dos clusters de TI de todo o estado com apoio e parceria do Governo do estado de São Paulo e entidades públicas e privadas”.

O Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Marília – APL TI Marília, que tem a Asserti – Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação como entidade de governança, representa o setor de TI em todo centro-oeste paulista, e neste mês de abril, recebeu da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de SP o reconhecimento de nível máximo de maturidade; nível este, que conta com  somente 3 APLs, dentre os mais de 70 APLs do Estado.

“A aprovação desse projeto e sua amplitude para o desenvolvimento econômico no estado de SP demonstram a importância de parcerias entre o setor público e o setor privado, por meio de políticas públicas e programas de incentivo aos APLs e os polos de desenvolvimento”, destaca o coordenador do APL TI Marília, Elvis Fusco.

O evento contou também com a presença de representantes de entidades estratégicas para o projeto, como o diretor do Ciesp, Chikao Nishimura, os secretários municipais, Marcos Boldrin e Nelson Moura, o presidente da Câmara Municipal, vereador Marcos Rezende, o presidente da Jucesp, Walter Ihoshi, o diretor do Senai, Ronaldo Sotrati, os diretores da Asserti, Milton Breda, João Batista dos Santos, Giulianna Marega e Marcel Farto, a Diretora da Unesp, Profa. Dra. Cláudia Mosca, o superintendente da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, Alberto Issamu Honda, a pró-reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Ação Comunitária da Unimar, Profa. Dra. Fernanda Mesquita Serva e o Prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira.

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Arranjo Produtivo Local ou Cluster Empresarial é um conjunto de agentes de natureza diversa, que participam nas tarefas principais de uma aglomeração produtiva, o que inclui empresas produtoras (de um produto/serviço de um setor específico) e fornecedoras, centros de pesquisa, agentes do governo, instituições do terceiro setor, universidades, entre alguns exemplos), que tenham uma governança e evidenciam relações de cooperação e aprendizado constantes em um determinado território. Esses fenômenos ocorrem em um recorte do espaço geográfico constituído pelo agrupamento de agentes de interesses que consolidam uma identidade coletiva e demonstram a capacidade de promover o desenvolvimento local, estabelecendo parcerias e compromissos para manter e especializar os investimentos de cada um dos agentes no arranjo e seu entorno.

Governo de SP confere nível máximo de maturidade ao APL TI Marília

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico – SDE, publicou nesta segunda-feira (5/4) a classificação dos níveis de maturidade dos Arranjos Produtivos Locais (APLs) reconhecidos pelo Programa Paulista de Fomento aos APLs.

Dos mais de 60 APLs reconhecidos no estado, somente para 3 clusters foi conferido o nível máximo de maturidade, estando o Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Marília – APL TI Marília entre eles.

A entidade gestora do APL TI Marília, a Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação – ASSERTI, anualmente envia os dados de recadastramento do cluster, descrevendo suas atividades de integração entre as empresas, instituições de ensino, entidades de classe, governo e órgãos de fomento ao empreendedorismo e à inovação, o que lhe permite comprovar e demonstrar o quão desenvolvido se encontra o aglomerado em termos governativos, produtivos, territoriais e sociais.

O presidente da Asserti e coordenador do APL TI Marília, Elvis Fusco, explica o conceito de Arranjo Produtivo Local: “um APL ou cluster empresarial é um conjunto de agentes de natureza diversa, que participam nas tarefas principais de uma aglomeração produtiva, o que inclui empresas produtoras (de um produto/serviço de um setor específico) e fornecedoras, centros de pesquisa, agentes do governo, instituições do terceiro setor, universidades, entre alguns exemplos), que tenham uma governança e evidenciam relações de cooperação e aprendizado constantes em um determinado território. Esses fenômenos ocorrem em um recorte do espaço geográfico constituído pelo agrupamento de agentes de interesses que consolidam uma identidade coletiva e demonstram a capacidade de promover o desenvolvimento local, estabelecendo parcerias e compromissos para manter e especializar os investimentos de cada um dos agentes no arranjo e seu entorno”.

A Asserti como entidade que detém a governança do cluster é o principal agente de interação entre os diversos atores, atuando de maneira protagonista na organização de ações cooperadas, parcerias e relações interclusters.

A classificação do APL TI Marília no nível máximo de maturidade possibilitará a participação do cluster em editais de fomento estaduais, nacionais e internacionais para resoluções de problemas específicos dos arranjos que estão nesse nível, possibilitando o financiamento de ações estratégicas para o setor de TI.

“Este resultado representa o fruto de um trabalho de 10 anos dos empresários e entidades como a ASSERTI, CIESP e SEBRAE em tornar a região de Marília um polo pujante de desenvolvimento em tecnologia, reconhecido nacional e internacionalmente e demonstra que a indústria de TI da região de Marília está entre as melhores do país, tendo esse reconhecimento já comprovado em diversas oportunidades pelo Governo do Estado e Federal, além dos resultados das empresas aqui instaladas.”, conclui Elvis Fusco.

Confira o resultado no link: https://www.desenvolvimentoeconomico.sp.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/resultado_nveis-de-maturidade.pdf

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CITec-Marília apoia programa de aceleração de startups do Sebrae-SP

Participantes receberão apoio gratuito para validar modelo de negócios; inscrições vão até 13 de setembro

Três meses de workshops, mentoria e conexão com o ecossistema de startups. Esse é o Startup SP, programa gratuito de aceleração do Sebrae-SP que está com inscrições abertas até o dia 13 de setembro, na região de Marília. Dez startups serão selecionadas. Inscrições no site startup.sebraesp.com.br.

Este 8° Ciclo do Startup SP será entregue totalmente digitalizado, e é voltado para o desenvolvimento de startups digitais em estágio de validação do modelo de negócio. Os selecionados vão participar de workshops, StartTALK´s (meetups), sessões de Design Sprint, e terão ainda todo o acompanhamento do negócio por meio de mentorias com especialistas do Sebrae-SP e também mentorias com parceiros, de acordo com as necessidades atuais da startup.

“Estamos no oitavo ciclo e aceleramos mais de 600 startups de todo o Estado de São Paulo desde 2017. Cultivamos uma rede de parceiros muito grande, que combinada com nossa rede de especialistas, resulta em uma equipe que realmente ajuda na validação do modelo de negócios e na aceleração da startup”, afirma o gestor estadual do programa, Fabio Zoppi Barrionuevo.

De acordo com pesquisa feita pelo Sebrae e Finep, o nível de inovação fez diferença na dimensão do impacto causado pela pandemia do novo coronavírus. Enquanto 87% dos pequenos negócios convencionais registraram queda de faturamento, as perdas foram menos significativas entre as startups, onde 68% delas apontaram perda de receita.

“O número crescente de pessoas querendo empreender, principalmente no meio digital, reforça a necessidade de programas voltados para os negócios inovadores. E as startups estão enfrentando melhor a crise e precisam de apoio para evoluir”, afirma Zoppi.

O 8° Ciclo do Startup SO do SEBRAE acontece com o apoio do Centro de Inovação Tecnológica de Marília – CITec-Marília e do Centro Incubador de Empresas de Marília – CIEM, ambientes de empreendedorismo e inovação credenciados no Sistema Paulista de Ambientes de Inovação do Governo de São Paulo e mantido pela Fundação de Ensino Eurípides Soares da Rocha e instalados no campus do Centro Universitário Eurípides de Marília – UNIVEM.

O coordenador do CITec-Marília, Prof. Dr. Elvis Fusco, ressalta a importância da parceria com o Sebrae-SP. “Esse programa fortalece ainda mais o Ecossistema de Inovação de Marília por apoiar as iniciativas dos empreendedores da região. Nossa incubadora completa 20 anos e desde sua criação contamos com a parceria do Sebrae-SP”.

“Além de apoiar as mentorias para os empreendedores selecionados, as startups participantes do 8° Ciclo do Startup SP do Sebrae, poderão ser inseridas no programa de pré-incubação do InnovaSpace Coworking, ambiente de inovação para startups, instalado no CITec-Marília”, destaca Elvis Fusco.

Seleção

Para se inscrever no programa, a startup precisa ser digital, estar em fase de validação e ter iniciado o desenvolvimento de um MVP (do inglês Minimum Viable Product ou Produto Mínimo Viável) ou estar em fase de testes. A equipe deve duas pessoas, no mínimo.

Depois das inscrições, uma banca avaliadora vai selecionar 20 startups, que participarão de uma banca de pitch para apresentar sua solução. Os critérios de seleção incluem uma avaliação do empreendedor e da equipe, do potencial de mercado e da solução proposta. As dez melhores serão selecionadas para o programa de três meses. Informações no site startup.sebraesp.com.br

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Assinado convênio para implantação do Parque Tecnológico de Marília

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Asserti promove Hackathon pela Vida

Em razão do contexto atual da COVID-19 a ASSERTI, o Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Marília em parceria com a empresa Life, ACIM, Unimed Marília e Covidas abrem este edital de concurso para plataforma de Rastreamento de Contatos, com a finalidade de atender aos requisitos da Secretária da Saúde com relação aos registros de casos de COVID.

Público Alvo 🔎
O concurso está direcionado aos alunos de graduação da área de Tecnologia da Informação.

Prêmios 🏆
Valor total: R$ 12.400
Os prêmios serão concedidos pela Life, ACIM, ASSERTI e Unimed Marília, conforme edital acessível pelo site.

Quando Irá Acontecer ? 📆
3 a 15 de agosto – Inscrições. O aluno coordenador deverá realizar o cadastro, que deverá ter até 4 membros (Incluindo o representante).

Website 🌐
https://www.hackathonpelavida.com.br/

Contato 📥
Qual dúvida entre em contato pelo email: hackathonpelavida@gmail.com

Atenção ⚠️
É importante que todos leiam o edital, as regras e modelos estão todos registrados no documento. Para acessar vá para https://www.hackathonpelavida.com.br/

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UNIVEM VENCE PRÊMIO NACIONAL DE GESTÃO EDUCACIONAL

Vencedor da melhor prática de gestão educacional no país. Este foi o resultado da participação do Centro Universitário Eurípides de Marília – UNIVEM no Prêmio Nacional de Gestão Educacional (PNGE), divulgado na última segunda-feira (27), durante a realização do XVIII Congresso Brasileiro de Gestão Educacional (GEduc).

Na categoria Gestão Acadêmica, o UNIVEM recebeu o prêmio OURO com o case “INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR COMO ECOSSISTEMAS DE CONHECIMENTO, INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO”. Ao todo, o centro universitário concorreu com 52 instituições de ensino superior.

O Prêmio Nacional de Gestão Educacional tem por objetivo incentivar e valorizar práticas eficazes de gestão educacional no Brasil, destacando-se o alto desempenho das instituições de ensino. Ele premia organizações que realizam ações inovadoras nesse âmbito de atuação e que tenham êxito na melhoria da qualidade de seus processos acadêmicos e organizacionais. Visa estimular a divulgação e disseminação de boas práticas relacionadas à gestão educacional, contribuindo assim para o aprimoramento das instituições educacionais brasileiras.

O Reitor do UNIVEM, Dr. Luiz Carlos de Macedo Soares, destaca a relevância da premiação e que motivam ainda mais a instituição a liderar o processo de transformação da educação no Estado de São Paulo e orgulha toda a comunidade acadêmica. “Recebemos essa conquista com muita felicidade e com o sentimento que estamos no caminho certo. Ser reconhecida como a principal iniciativa de gestão acadêmica no país ratifica o trabalho que vem sendo desenvolvido por docentes, colaboradores e discentes. Entender uma instituição de ensino como um ecossistema de conhecimento, inovação e empreendedorismo é uma disruptura necessária para todas as instituições do país e querem que a educação continue a exercer um papel fundamental de transformação social”.

Macedo Soares também destaca que o reconhecimento da instituição neste prêmio ocorre durante um dos eventos educacionais de maior expressão do país, o GEduc.

Sobre o case premiado
O trabalho premiado no PNGE faz parte da estratégia institucional estabelecida há uma década no UNIVEM. Com o intuito de criar um Ecossistema de Conhecimento, Inovação e Empreendedorismo, a instituição tem apoiado a Transformação Digital de profissionais e empresas de toda a região de Marília.

O programa aborda a criação dos ambientes de inovação e empreendedorismo digital mantidos pela instituição (Centro de Inovação Tecnológica de Marília – CITec-Marília, Centro Incubador de Empresas de Marília – CIEM, Legal Innovation Hub e InnovaSpace Coworking), o reconhecimento formal dos clusters empresariais das principais áreas de vocação da região (Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação e Arranjo Produtivo Local da Indústria de Alimentos), a elaboração de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) com o setor produtivo e a implementação do programa de Transformação Digital no design educacional da instituição, contemplando um modelo de ensino-aprendizagem baseado na Educação 4.0.

O Pró-reitor Acadêmico do UNIVEM, Prof. Dr. Edinilson Donisete Machado, comenta que a conquista do prêmio como melhor prática nacional na categoria Gestão Acadêmica evidencia a excelência e o pioneirismo do trabalho que realizamos na formação de profissionais. “É o reconhecimento de práticas que discentes, empresas e a sociedade já experimentam e usufruem a vários anos e que, a cada dia, consolida o” UNIVEM como instituição protagonista em práticas inovadoras no Estado de São Paulo”.

Para a Pró-reitora Administrativa do UNIVEM, Profa. Dra. Marlene de Fátima Campos Souza, o prêmio é um reconhecimento de uma longa caminhada e que vem sendo construída com dedicação e expertise de muitas pessoas. “Esse reconhecimento demonstra a seriedade de uma instituição de 52 anos de existência e que continua inovando e criando modelos de gestão disruptivos e inéditos no país e que ampliam o conceito da educação”.

Apresentação dos projetos nesta sexta-feira (31)
Complementando a informação do Prêmio Nacional de Gestão Educacional, nesta sexta-feira, dia 31, o case do UNIVEM será apresentado pelo Pró-reitor de Inovação e Desenvolvimento Institucional, Prof. Dr. Elvis Fusco, durante o XIII Colóquio de Práticas Bem-sucedidas em Gestão no Ensino Superior, onde as práticas serão disseminadas para os representantes de diversas instituições de ensino do país.

Ecossistema de Conhecimento, Inovação e Empreendedorismo do UNIVEM

Conheça os detalhes do case premiado: http://www.humus.hospedagemdesites.ws/20/pnge/UNIVEM-Ouro-GestaoAcademica.pdf

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Vaga para Programador Freelancer Java

Pré-requisitos:

  • Curso superior em Sistemas de Informação, Ciência da Computação ou áreas afins;
  • 3 anos ou mais de experiência em desenvolvimento;
  • Conhecimento básico dos conceitos de metodologias ágeis de desenvolvimento;
  • Vivência em projetos de desenvolvimento WEB;
  • Conhecimento básico dos conceitos de .XML;
  • Inglês básico;
    Capacitações técnicas:
  • Linguagem de programação Java, JavaScript;
  • Conhecimento de Ireports para criação/manutenção dos relatórios;
  • Banco de Dados Oracle (criação e manutenção de tabelas, consultas, triggers e procedures);
  • Desejável conhecimento na ferramenta de modelagem Enterprise Architect;
  • Capacidade de abstração.
    Atividades a realizar:
  • Proposição de soluções e melhorias no projeto.
  • Codificação para novas funcionalidades e manutenção em funcionalidades já existentes do projeto;
  • Comunicação junto aos analistas de campo;
  • Auxiliar time de suporte.

Interessados devem enviar currículo para assertimarilia@gmail.com

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Governo de SP reconhece Marília como primeiro Cluster de Alimentos do Estado

O credenciamento do Arranjo Produtivo Local de Alimentos inclui oficialmente a indústria alimentícia de Marília e região no Programa de Fomento aos APLs Paulista.

Com a oficialização do APL Alimentos de Marília, a cidade se torna a primeira e única a ter o reconhecimento de cluster da indústria de alimentos no estado de São Paulo.

A elaboração do projeto de solicitação do credenciamento do APL foi realizada pelo Centro de Inovação Tecnológica de Marília – CITec-Marília, ambiente de inovação mantido pelo Centro Universitário Eurípides de Marília – UNIVEM, com o apoio do CIESP Alta Paulista, do APL TI Marília e das indústrias de alimentos da região de Marília. O projeto foi enviado para o edital anual de chamamento público objetivando o processo de reconhecimento e recadastramento de Arranjos Produtivos Locais do Governo do Estado.

O Prof. Dr. Elvis Fusco, Pró-reitor de Inovação e Desenvolvimento Institucional do UNIVEM e responsável pelo projeto, explica o conceito de Arranjo Produtivo Local. “Um APL ou cluster empresarial é um conjunto de agentes de natureza diversa, que participam nas tarefas principais de uma aglomeração produtiva, o que inclui empresas produtoras (de um produto/serviço de um setor específico) e fornecedoras, centros de pesquisa, agentes do governo, instituições do terceiro setor, universidades, entre alguns exemplos), que tenham uma governança e evidenciam relações de cooperação e aprendizado constantes em um determinado território. Esses fenômenos ocorrem em um recorte do espaço geográfico constituído pelo agrupamento de agentes de interesses que consolidam uma identidade coletiva e demonstram a capacidade de promover o desenvolvimento local, estabelecendo parcerias e compromissos para manter e especializar os investimentos de cada um dos agentes no arranjo e seu entorno”.

Segundo o Prof. Elvis, a cidade passa a contar agora oficialmente com dois polos vocacionais reconhecidos pelo Governo Estadual e Federal. “Submetemos também o projeto de recredenciamento anual do APL de Tecnologia da Informação de Marília e que também foi aprovado, assim, Marília e região passam a contar com dois clusters oficiais, que fortalecem ainda mais o setor produtivo regional, impulsionando o desenvolvimento econômico, com atração de investimento e geração de emprego e renda”, explica o Prof. Elvis, coordenador do APL TI Marília.

Agora Marília está oficialmente no radar estadual e nacional das políticas públicas de fomento aos clusters, o que possibilita novos investimentos públicos para o setor em toda região por meio do Programa de Fomento aos APLs Paulista do Governo Estadual e do Grupo de Trabalho Permanente para Arranjos Produtivos Locais do Ministério da Economia.

Segundo o diretor do CIESP Alta Paulista, Chikao Nishimura, a indústria de alimentos de Marília e região representa um importante vetor de desenvolvimento regional, gerador de riqueza e emprego para o centro-oeste paulista. “A região de Marília mostra a décadas sua vocação incontestável para a produção de alimentos, com a presença de empresas de grande expressão no mercado brasileiro e no exterior. O cluster de alimentos de Marília conta com mais de 350 empresas que geram mais de 22 mil empregos diretos e indiretos. Destaca-se também a exportação para os cinco continentes que representa um faturamento acima de 240 milhões de reais anualmente, representando 78% das exportações do município”, destaca Chikao Nishimura.

Para o Reitor do Univem, Dr. Luiz Carlos de Macedo Soares, o reconhecimento formal do APL de Alimentos de Marília destaca ainda mais o protagonismo do município no país. “Somando-se ao APL de Tecnologia da Informação que temos desde 2016, com o credenciamento do cluster de alimentos junto ao Governo Estadual e Federal, Marília solidifica seu ecossistema de inovação e empreendedorismo e acelera o processo de credenciamento definitivo do Parque Tecnológico, consolidando suas principais áreas de vocação”, celebra o Reitor.

Entre os benefícios que um APL traz para as empresas, está o financiamento de projetos estratégicos. Outra vantagem é incentivar a troca de informações entre as próprias empresas, com as entidades de classe, governos e instituições de ensino e pesquisa.

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Digital, por Manuel Castells

Reflexão interessante de Manuel Castells sobre como a pandemia está emergindo a realidade do Digital na sociedade atual

“Não haverá volta. Porque o novo normal não será o que conhecíamos. E como a saúde pública, tanto mais poderosa, será nossa garantia de sobrevivência, a digitalização completa de nossa organização econômica e social se tornará uma estrutura permanente para manter nossa comunicação em todas as circunstâncias. E a comunicação é a base da vida. Ah, mas e o fosso digital? Aqui ainda caminhamos com ideias obsoletas, de duas décadas atrás, quando a crítica social superou a nova realidade tecnológica antes de saber o que era. Bem, veja, para falar apenas da sociedade espanhola, 91,4% dos lares têm acesso à Internet por meio de um computador. E se contarmos as famílias que têm pelo menos um jovem, elas são 93,3%. Mesmo em cidades com menos de 10.000 habitantes, 74% das famílias têm acesso à Internet. Além disso, naturalmente, de locais de trabalho e universidades, onde o acesso e o uso da Internet são a regra.

Entramos totalmente em uma sociedade digitalizada em que já vivíamos, mas não havíamos assumido.

Mas há algo ainda mais importante: a taxa de penetração das linhas de telefonia móvel por 100 pessoas é de 115%, ou seja, mais linhas do que pessoas. 97% das pessoas têm celulares e 87% desses celulares são smartphones, ou seja, um computador com acesso à Internet no bolso. E os antigos? Sim, eles usam menos internet, mas a maioria usa o WhatsApp porque é fácil e permite que eles tenham um relacionamento com a família, amigos e a vida em geral. Isso explica por que 75% das pessoas usam regularmente o WhatsApp.

Em média, uma pessoa passa 5,5 horas por dia online. Ou seja, já tínhamos integrado totalmente (são dados de 2019) a comunicação digital em todas as áreas e é por isso que a transição para novas formas de relacionamento e atividade durante o confinamento foi menos dramática, embora tenha sido muito. Em parte porque este país possui um bom sistema de telecomunicações e as redes suportaram a explosão do tráfego durante o confinamento sem incidentes notáveis.

Claro, há desigualdade social na sociedade digital. Como na sociedade em geral. O surpreendente seria o oposto. Mas você sabe o que? A desigualdade no acesso à Internet é muito menor que a desigualdade de renda ou riqueza, na Espanha e no mundo. Como o estudo que fizemos da UOC com Mireia Fernández-Ardèvol mostrou para toda a América Latina. O motivo é muito simples: a comunicação é o que as pessoas mais valorizam como recurso, pois é essencial para o trabalho, relacionamentos, informações, entretenimento, educação, saúde e qualquer outra coisa.

Embora, é claro, haja problemas muito sérios na digitalização. O mais imediato: a implementação desigual de redes atualizadas e programas fáceis de usar. Dois setores em particular são tremendamente deficientes: administração pública e educação não universitária. Certamente, ambos os setores progrediram consideravelmente desde o estudo sobre novas tecnologias na Espanha que eu conduzi na Idade Média (bem, um pouco menos, nos anos oitenta). Mas eles ainda ficam consideravelmente atrás de empresas, finanças, organizações sociais, imprensa, universidade e até pessoas que navegam sem parar no mundo digital. Não apenas os chamados nativos digitais (que serão a maioria em algum tempo), mas quem quiser fazer alguma coisa. Talvez com a respeitável exceção de algum humanista que reivindica seu direito à objeção de consciência de viver no mundo cada vez mais digital que criamos. Uma atitude compreensível em reação aos exageros dos profetas da tecnologia se transformou em vendedores de poções milagrosas. Para aliviar seus medos, eles devem consultar a pesquisa científica acumulada na Espanha e no mundo. Estudos mostram que o contato direto entre as pessoas não desaparece com a Internet, pelo contrário, é estimulado. As duas formas de sociabilidade são cumulativas. E que um uso mais intenso da Internet tem efeitos positivos na satisfação das pessoas. Porque a Internet favorece dois fatores fundamentais que causam essa satisfação: a densidade das relações sociais e o empoderamento pessoal.

Portanto, nosso mundo é e será necessariamente híbrido, feito de realidade carnal e realidade virtual. É uma cultura da virtualidade real, porque essa virtualidade é uma dimensão fundamental da nossa realidade. E quando ameaças como a atual pandemia surgem sobre nossas vidas, sempre podemos nos retirar, adaptar e recomeçar, sempre em direção ao abraço, que, é claro, não podemos nem queremos virtualizar.”

Manuel Castells é pesquisador espanhol, referência mundial pelo seu trabalho na área da sociedade da informação.

A importância da Transformação Digital nas organizações em tempos de pandemia 

O mundo todo foi pego de surpresa pela atual crise global de saúde causada pela pandemia do COVID-19 decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). A disseminação do vírus pelo contágio comunitário, já tendo atingido a todos os estados brasileiros, vem alarmando o mundo e levando as esferas de governo a adotar medidas para o enfrentamento desta emergência de saúde pública, as quais vem causando a mudança de comportamento das empresas, dos colaboradores e dos consumidores.

Diante das recomendações do Ministério da Saúde, das medidas provisórias presidenciais e dos decretos estaduais e municipais dispondo sobre as ações de contenção da contaminação dos cidadãos, em especial sobre o isolamento social, as empresas se viram obrigadas a analisar e acelerar sua capacidade digital e a iniciar os processos necessários à aplicação do teletrabalho, também  conhecido como home office ou trabalho remoto regulado pela Lei 13.467/2017 (CLT).

Com a pandemia é certo que as empresas de todos os setores serão afetadas de maneira mais ou menos intensa de acordo com a alteração da demanda e a oferta de seus produtos e/ou serviços e com sua rapidez em implementar tecnologias aos seus negócios promovendo experiências digitais internas, no caso dos colaboradores que trabalharão remotamente, e externas no caso do atendimento às necessidades do consumidor. A digitalização das organizações e a alteração nas relações de trabalho se tornaram medidas essenciais para que possam dar continuidade às suas operações minimizando os impactos econômicos causados pela pandemia.

A pandemia transformou o modo de execução dos trabalhos, as empresas digitalizadas saíram na frente implementando o trabalho home office e mantendo o vínculo com o cliente por meio de vídeo conferências e outras ferramentas digitais, escolas e universidades disponibilizaram conteúdos e aulas com professores online, diversos ramos do comércio focaram na venda de seus produtos exclusivamente por meio de plataformas de e-commerce utilizando meios de pagamento digitais e empresas de entrega expressa ou correios, empresas do ramo alimentício aderiram ao delivery por meio de aplicativos e de entregas ao domicílio, empresas de todos os setores continuam suas operações por meio da automação de processos e das tecnologias digitais disponíveis.

A digitalização encarada anteriormente por algumas empresas como um investimento que podia esperar, passou a ser vista como uma necessidade, uma medida urgente que vai além do desenvolvimento tecnológico imposto sobre tarefas em que o trabalho humano já não era tão eficiente, sendo imprescindível para as organizações que, diante das medidas de prevenção de contaminação, não conseguirão atender seus consumidores nesse momento menos mercadológico e mais humanitário, mas que ao ser superado terá modificado para sempre a forma de comercializar e de consumir.

O efeito do Coronavírus foi uma guinada para o Mindset Digital das empresas tradicionais que adiavam sua digitalização porque seus negócios funcionavam bem naquele formato e que agora estão revendo seus conceitos e correndo contra o tempo para aplicar mudanças e tornar a tecnologia parte da estrutura organizacional de forma estratégica. Com o risco de terem seus negócios arruinados muitos empreendedores estão recorrendo às redes sociais e aplicativos multiplataforma de mensagens instantâneas, de chamadas de voz e de vídeo para smartphones para continuar comercializando seus produtos e serviços e permanecerem próximos aos clientes.

Entretanto, é importante lembrar que a Transformação Digital capaz de revolucionar as operações das empresas trazendo-lhes maior produtividade, competitividade e lucro vai muito além do uso de tecnologias. O digital deve estar presente em todo o processo operacional, no modelo de negócios, na gestão empresarial, no marketing, nas vendas, no atendimento ao cliente e incluir os colaboradores, a liderança e o departamento de RH fazendo parte da cultura organizacional para que após implementada continue se modernizando e oferecendo a melhor experiência aos clientes e aos funcionários.

Se antes da pandemia as empresas e organizações viam-se desafiadas a utilizar o digital para garantia de competitividade e resultados, hoje o desafio é utilizar as tecnologias para proteger a saúde de parceiros, fornecedores, clientes e colaboradores e garantir a continuidade da atividade e das transações comerciais, o que com certeza levará à uma mudança cultural da empresa e a percepção de que essas novas práticas poderão ser utilizadas após a crise pois resultam na diminuição de custos inerentes a atividade empresárias, otimização de tempo resolvendo questões por email e realizando reuniões por vídeo conferência, flexibilização de tarefas aumentando o foco e a produtividade do colaborador, atendimento ao cliente de forma inovadora e mais efetiva entre outros benefícios.

A pandemia acelerou a transformação digital do consumidor e as empresas que ainda não se digitalizaram se viram despreparadas para lidar com a crise causada pelo COVID-19. Diante dessa situação as empresas, principalmente as pequenas, já mudaram suas opiniões sobre a importância do investimento na Transformação Digital de seus negócios. Os empresários que tiverem o espírito empreendedor, enxergarem oportunidades em meio as dificuldades e conseguirem manejar as ferramentas tecnológicas disponíveis de maneira a vencer essa crise nunca mais serão os mesmos e tirarão lições positivas de um momento tão difícil e que agora lhes parece intransponível.

Apesar do futuro ainda ser incerto, o Brasil observou outros países e se adiantou na tomada de medidas preventivas a disseminação do COVID-19. Nenhuma empresa estava preparada para a pandemia, mas as empresas digitalizadas ou em processo de digitalização sofrerão efeitos menos devastadores. Acreditamos que quando a situação se normalizar teremos profissionais melhores, grandes líderes e novos empreendedores com uma gama de inovações e estratégias criadas para contornar situações adversas e que continuarão sendo utilizadas a favor das empresas. A Transformação Digital também vai evoluir, acontecerá de forma acentuada para todas as empresas e o resultado será uma alta em suas performances.