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ASSERTI promove ações de apoio às empresas de TI do estado de SP

O mundo todo foi pego de surpresa pela atual crise global de saúde causada pela pandemia do COVID-19 decretada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). A disseminação do vírus pelo contágio comunitário, já tendo atingido a todos os estados brasileiros, vem alarmando o mundo e levando as esferas de governo a adotar medidas para o enfrentamento desta emergência de saúde pública, as quais vem causando a mudança de comportamento das empresas, dos colaboradores e dos consumidores.

Diante das recomendações do Ministério da Saúde, das medidas provisórias presidenciais e dos decretos estaduais e municipais dispondo sobre as ações de contenção da contaminação dos cidadãos, em especial sobre o isolamento social, as empresas se viram obrigadas a analisar e acelerar sua capacidade digital e a iniciar os processos necessários à aplicação do teletrabalho, também  conhecido como home office ou trabalho remoto regulado pela Lei 13.467/2017 (CLT).

A Asserti (Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação) tem apoiado as medidas decretadas pelos entes políticos e recomendado a implantação em massa do teletrabalho às empresas associadas, promovendo diversos eventos online com seus associados para discutir o tema, trazendo especialistas para orientar as empresas neste processo. Com o sucesso dessa iniciativa, numa ação conjunta com o SEPROSP (Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo), a Asserti promoveu no dia 24 de março, uma videoconferência para todas as empresas do Estado de São Paulo, com o objetivo do compartilhamento de boas práticas relacionadas ao teletrabalho, entre outros aspectos, para melhor orientar as empresas associadas na realização de medidas neste momento de crise.

Segundo Elvis Fusco, presidente da Asserti, “com a pandemia é certo que as empresas de todos os setores serão afetadas de maneira mais ou menos intensa de acordo com a alteração da demanda e a oferta de seus produtos e/ou serviços e com sua rapidez em implementar tecnologias aos seus negócios promovendo experiências digitais internas, no caso dos colaboradores que trabalharão remotamente, e externas no caso do atendimento às necessidades do consumidor”. Para o presidente da associação “a digitalização das organizações e a alteração nas relações de trabalho se tornaram medidas essenciais para que possam dar continuidade às suas operações minimizando os impactos econômicos causados pela pandemia”.

A pandemia transformou o modo de execução dos trabalhos, as empresas digitalizadas saíram na frente implementando o trabalho home office e mantendo o vínculo com o cliente por meio de vídeo conferências e outras ferramentas digitais, escolas e universidades disponibilizaram conteúdos e aulas com professores online, diversos ramos do comércio focaram na venda de seus produtos exclusivamente por meio de plataformas de e-commerce utilizando meios de pagamento digitais e empresas de entrega expressa ou correios, empresas do ramo alimentício aderiram ao delivery por meio de aplicativos e de entregas ao domicílio, empresas de todos os setores continuam suas operações por meio da automação de processos e das tecnologias digitais disponíveis.

A digitalização encarada anteriormente por algumas empresas como um investimento que podia esperar, passou a ser vista como uma necessidade, uma medida urgente que vai além do desenvolvimento tecnológico imposto sobre tarefas em que o trabalho humano já não era tão eficiente, sendo imprescindível para as organizações que, diante das medidas de prevenção de contaminação, não conseguirão atender seus consumidores nesse momento menos mercadológico e mais humanitário, mas que ao ser superado terá modificado para sempre a forma de comercializar e de consumir.

O efeito do Coronavírus foi uma guinada para o Mindset Digital das empresas tradicionais que adiavam sua digitalização porque seus negócios funcionavam bem naquele formato e que agora estão revendo seus conceitos e correndo contra o tempo para aplicar mudanças e tornar a tecnologia parte da estrutura organizacional de forma estratégica. Com o risco de terem seus negócios arruinados muitos empreendedores estão recorrendo às redes sociais e aplicativos multiplataforma de mensagens instantâneas, de chamadas de voz e de vídeo para smartphones para continuar comercializando seus produtos e serviços e permanecerem próximos aos clientes.

Entretanto, é importante lembrar que a Transformação Digital capaz de revolucionar as operações das empresas trazendo-lhes maior produtividade, competitividade e lucro vai muito além do uso de tecnologias. O digital deve estar presente em todo o processo operacional, no modelo de negócios, na gestão empresarial, no marketing, nas vendas, no atendimento ao cliente e incluir os colaboradores, a liderança e o departamento de RH fazendo parte da cultura organizacional para que após implementada continue se modernizando e oferecendo a melhor experiência aos clientes e aos funcionários.

Se antes da pandemia as empresas e organizações viam-se desafiadas a utilizar o digital para garantia de competitividade e resultados, hoje o desafio é utilizar as tecnologias para proteger a saúde de parceiros, fornecedores, clientes e colaboradores e garantir a continuidade da atividade e das transações comerciais, o que com certeza levará à uma mudança cultural da empresa e a percepção de que essas novas práticas poderão ser utilizadas após a crise pois resultam na diminuição de custos inerentes a atividade empresárias, otimização de tempo resolvendo questões por email e realizando reuniões por vídeo conferência, flexibilização de tarefas aumentando o foco e a produtividade do colaborador, atendimento ao cliente de forma inovadora e mais efetiva entre outros benefícios.

A pandemia acelerou a transformação digital do consumidor e as empresas que ainda não se digitalizaram se viram despreparadas para lidar com a crise causada pelo COVID-19. Diante dessa situação as empresas, principalmente as pequenas, já mudaram suas opiniões sobre a importância do investimento na Transformação Digital de seus negócios. Os empresários que tiverem o espírito empreendedor, enxergarem oportunidades em meio as dificuldades e conseguirem manejar as ferramentas tecnológicas disponíveis de maneira a vencer essa crise nunca mais serão os mesmos e tirarão lições positivas de um momento tão difícil e que agora lhes parece intransponível.

Apesar do futuro ainda ser incerto, o Brasil observou outros países e se adiantou na tomada de medidas preventivas a disseminação do COVID-19. Otimista, o presidente da Asserti explica “nenhuma empresa estava preparada para a pandemia, mas as empresas digitalizadas ou em processo de digitalização sofrerão efeitos menos devastadores. Acreditamos que quando a situação se normalizar teremos profissionais melhores, grandes líderes e novos empreendedores com uma gama de inovações e estratégias criadas para contornar situações adversas e que continuarão sendo utilizadas a favor das empresas. A Transformação Digital também vai evoluir, acontecerá de forma acentuada para todas as empresas e o resultado será uma alta em suas performances”.

A Asserti como entidade associativa sem fins lucrativos e órgão máximo de governança do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Marília e região, com o objetivo de promover o desenvolvimento socioeconômico de Marília e região e de agir para resolução de questões que afetem as empresas de TI, constitui-se num ente fundamental de fomento ao empreendedorismo, promovendo trabalhos de cooperação entre organizações, integrando as atividades empresariais ao poder público, aproximando as instituições de ensino público e privado das empresas e atuando em todas as áreas de conhecimento para disponibilizar à suas associadas orientações condizentes com as demandas sociais e econômicas do país.

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Palestra Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – Aspectos técnicos e jurídicos para as empresas de TI em Bauru

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Inscrições gratuitas pelo link: https://goo.gl/forms/0ahPDscta19nD5aw2

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Cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem entre os melhores do país, segundo o MEC

O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), divulgou nesta terça-feira (18/12) o resultado das avaliações e apresenta as notas dos principais indicadores de qualidade e desempenho dos cursos superiores no país.

O principal indicador de cursos é o Conceito Preliminar de Curso (CPC) composto por oito componentes, agrupados em quatro dimensões que se destinam a avaliar a qualidade dos cursos de graduação.

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Coworking de startups para alunos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação

Os cursos de Bacharelado em Ciência da Computação e Bacharelado em Sistemas de Informação do Univem obtiveram nota 4 e estão entre os melhores cursos da área de Computação do país. No estado de São Paulo nenhum curso obteve conceito melhor que os cursos do Univem. As notas variam de 1 a 5, sendo que 4 e 5 são consideradas excelentes e notas abaixo de 3 são insatisfatórias.

O Prof. Dr. Elvis Fusco, coordenador dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, explica que os cursos do Univem estão classificados entre os 20% melhores cursos do país. “Nossos cursos se destacam na formação de profissionais preparados para atuar tanto no mercado de Tecnologia da Informação, na pesquisa científica, na docência do ensino superior, como empreendedores de negócios inovadores. O diferencial de formação é percebido na atuação de cada egresso dos cursos e agora o MEC também comprova e atesta a qualidade dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, que nos coloca no mesmo nível de desempenho das melhores universidades públicas do Brasil.”, comemora o coordenador.

Segundo a Profa. Dra. Raquel Cristina Ferraroni Sanches, pró-reitora de graduação do Univem, uma visão didático-pedagógica diferenciada, docentes de alta titulação e investimento em infraestrutura, inovação, empreendedorismo e pesquisa científica colocam os cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem na lista dos melhores do país. “O Univem desfruta de uma sólida reputação no que se refere à área de Computação e Tecnologia, exemplo disso é que o curso de Ciência da Computação completou 20 anos em 2018. Hoje, estes dois cursos são os únicos bacharelados na área a obterem esse indicador de qualidade na região”, destaca.

A pró-reitora do Univem também menciona outro fator de destaque da avaliação do MEC. “Os cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem ficaram em primeiro lugar nas dimensões Organização Didático-Pedagógica, Infraestrutura e Instalações Físicas e Oportunidades de Ampliação da Formação entre as instituições do estado de São Paulo e entre os 10 melhores incluindo todas as instituições do país.”, informa a Profa. Raquel.

Para o reitor do Univem, Dr. Luiz Carlos de Macedo Soares, o preparo do discente para a atuação no mundo competitivo e globalizado é outro ponto essencial que diferencia os cursos do Univem. “Essa conquista se deve a um conjunto de fatores, temos uma seleção de professores capacitados e com vivência de mercado, projetos pedagógicos modernos e atualizados, infraestrutura tecnológica única que incluem ambientes de inovação e empreendedorismo digital inseridos no Sistema Paulista de Ambientes de Inovação do Governo de São Paulo, possibilitando que nossos alunos sejam aprovados nos melhores mestrados e doutorados do país da área de Computação, desenvolvam empreendimentos de base tecnológica que são hospedados na própria estrutura da instituição e, por fim, estejam nos melhores cargos do mercado de Tecnologia da Informação das principais empresas do país.”, comemora.

Acompanhe a seguir alguns dos diferenciais que os alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem têm à disposição no apoio à formação profissional e acadêmica, que contribuíram para o excelente desempenho na avaliação do MEC:

Elvis Fusco complementa a fala do reitor do Univem, destacando que anualmente alunos formados nos cursos de Bacharelado em Ciência da Computação e Sistemas de Informação obtêm altos rendimentos no POSCOMP – Exame Nacional para Ingresso na Pós-Graduação em Computação, e são admitidos em cursos de mestrado e doutorado em instituições como Usp, Unesp, Unicamp, UFSCar, entre outras, reforçando a importante formação acadêmica oferecida pelo Univem.

Pesquisa de pós-doutorado de professor do Univem é referência sobre Ecossistemas de Inovação

“Especificar uma arquitetura informacional computacional dos principais atores dos Ecossistemas de Inovação do Brasil”, esse foi o objetivo da pesquisa de pós-doutorado em Ciências da Informação do Prof. Dr. Elvis Fusco, professor e coordenador  dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem.

O Prof. Elvis Fusco, que também coordena os ambientes de inovação mantidos pelo Univem, o Centro de Inovação Tecnológica de Marília (CITec-Marília) e o Centro Incubador de Empresas de Marília (Ciem),  concluiu recentemente o Programa de Pós-Doutorado no Departamento de Informação e Cultura da Universidade de São Paulo – USP, com a supervisão do Prof. Dr. Marcos Luiz Mucheroni, apresentando um mapeamento da atuação dos principais ambientes de inovação que compõem os ecossistemas de inovação no Brasil.

Elvis explica que os ecossistemas de inovação são tipicamente caracterizados por uma economia de conhecimento ativa, que compreende atividades de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e atividades de inovação acadêmica, pública e de negócios com comercialização efetiva e todas apoiadas por mecanismos flexíveis de políticas públicas. Além disso, os ecossistemas de inovação bem sucedidos precisam de uma cultura de inovação baseada na interação, no aproveitamento de oportunidades e adaptação a mudanças internacionais.

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Prof. Elvis Fusco em visita técnica no Parque Tecnológico de Madrid

Neste contexto, durante o programa de pós-doutorado, o professor foi convidado para palestrar em universidades e parques tecnológicos da Itália, Espanha e Uruguai para apresentar os resultados da pesquisa. “O modelo brasileiro de ambientes de inovação apresentado na pesquisa gerou a demanda por palestras e visitas em universidades e parques tecnológicos da Europa, América do Sul e China. Nestas visitas, além de compartilhar informações dos ecossistemas de inovação do Brasil, estabelecemos parcerias entre os ambientes de inovação de Marília e esses outros países”, explicou Fusco.

Vale lembrar que os ambientes de inovação de Marília, credenciados no Sistema Paulista de Ambientes de Inovação do Governo de São Paulo, são referência para as demais cidades do estado de São Paulo.

Elvis lembra que o Brasil ocupa somente a posição 64ª no ranking mundial de inovação elaborado pela Universidade de Cornell, pela escola de negócios Insead e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e de acordo com ele, “a pesquisa desenvolvida durante o programa de pós-doutorado gerou diversas publicações nacionais e internacionais que devem ampliar a literatura sobre a temática da inovação e possibilitar a ampliação da cultura de inovação tecnológica no país, chamando a atenção da sociedade para a importância do empreendedorismo e da inovação”, concluiu o Prof. Elvis.

 

Coordenador dos cursos de TI do Univem é reeleito presidente da Asserti

O Prof. Dr. Elvis Fusco, coordenador dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, foi reeleito presidente da Asserti – Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação em assembleia de associados realizada no último dia 29 de novembro.

Atual presidente da entidade, Elvis Fusco que coordena o Centro de Inovação Tecnológica de Marília – CITec-Marília e empresário da área de Tecnologia da Informação, presidirá a Asserti no triênio 2019-2021 e apresenta as propostas que terão destaque nos próximos anos à frente da entidade. “No intuito de elevar a conscientização da relevância do setor de TI na esfera pública e no âmbito da sociedade, a Asserti continuará liderando processos de apresentação e apoio a propostas e ações no estímulo a novas tendências mercadológicas por meio da tecnologia e da inovação e ao desenvolvimento de ambientes competitivos para seus associados com o apoio de ecossistemas de inovação e empreendedorismo digital”.

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Elvis Fusco, presidente da Asserti.

“No tocante à questão do capital humano, destaca-se a imperiosa necessidade da entidade fomentar a atração de jovens talentos para a área de TI e a ampliação da formação de profissionais, fator crítico de sucesso para as nossas empresas.”, destaca o presidente da Asserti.

Elvis Fusco explica que a dinamização do ambiente de negócios digitais no interior de São Paulo, no entendimento da entidade, passa pelo aperfeiçoamento das relações de trabalho e seus marcos legais, esforço continuado de desburocratização, fomento à pesquisa, desenvolvimento e inovação, apoio financeiro ao empreendedorismo inovador e a criação de condições para a produção competitiva de serviços de tecnologia e informação.

Sendo atualmente a maior entidade associativa do segmento de Tecnologia da Informação do estado de São Paulo,  a Asserti – instituída em 2012 como resultado da iniciativa de empresários da região de Marília, com o apoio da Acim (Associação Comercial e Industrial de Marília), do Sebrae e do Centro Universitário Eurípides de Marília – Univem, que reconheceram o potencial da região de oferecer produtos e serviços de Tecnologia da Informação.

Instituída com 30 associados em 2012, atualmente com mais de 100 empresas associadas distribuídas em mais de 20 cidades do estado, com representações regionais em Bauru e Botucatu e entidade gestora do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Marília, a Asserti, por seu papel no cenário da TI e de inovação no interior de São Paulo, firma-se a cada dia como uma entidade expressiva, representante de uma indústria promissora e de alta capacitação profissional, geradora de produtos e serviços de alto valor agregado, condizente com as demandas sociais e econômicas do país.

Asserti elege órgãos de administração e fiscalização

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Acompanhe como foi a XI Semana de Tecnologia da Informação do Univem