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Univem será a sede de Marília para o Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre
O Centro Universitário Eurípides de Marília, por meio do Computing and Information Systems Research Lab – COMPSI, mantido pelos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação, sediará o FLISOL 2011 – Festival Latinoamericano de Instalación de Software Libre, maior evento de divulgação de Software Livre da América Latina. Ele acontece desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.
Com esta finalidade, diversas comunidades locais de software livre (em cada país, em cada cidade/localidade), organizam simultaneamente eventos em que se instala gratuitamente e totalmente legal, software livre nos computadores levados pelos participantes. Também, paralelamente, são oferecidas apresentações, palestras e oficinas, sobre temas locais, nacionais e latinoamericanos sobre Software Livre, com toda sua variedade de expressões: artística, acadêmica, empresarial e social.
O FLISOL 2011 acontece no dia 09 de abril em diversas cidades, no estado de São Paulo, serão 9 cidades, e Marília será pela primeira vez sede.
Esta é uma oportunidade da comunidade técnica de software livre de Marília e região mostrar sua força e o Univem apoiará o evento para que todos os seus objetivos sejam alcançados.
Para mais informações e participação acesse, a partir desta segunda (28/03), o site do evento: http://www.univem.edu.br/compsi/flisol
Palestra: “O mercado de Business Intelligence e oportunidades para empresas de TI”
Palestra ministrada pelo Prof. Geraldo Pereira do curso de Sistemas de Informação para o Núcleo de Empresas Desenvolvedoras de Software de Marília e Região (NDS Marília).
Python é eleito a linguagem de 2010
O TIOBE, cujo índice de sua comunidade de programação dá uma indicação da popularidade das linguagens de programação, anunciou que o Python foi eleito a linguagem que mais ganhou mercado em 2010, tornando-se agora a quinta linguagem de programação mais popular, ficando atrás apenas de Java, C, C++ e PHP, e superando C#, Visual Basic e Objective-C.
Entre os fatores que contribuíram para a expansão do Python no mercado estão: a linguagem se tornou o padrão de facto para programação de scripts de sistemas, sucedendo o Perl para esse propósito; o Python é muito popular para desenvolvimento de aplicações web, principalmente com o framework Django; e cada vez mais universidades de todo o mundo estão adotando Python para os cursos de programação.
O Python é uma linguagem de programação de alto nível, interpretada, imperativa, orientada a objetos, de tipagem dinâmica e forte, e foi projetada com a filosofia de enfatizar a importância do esforço do programador sobre o esforço computacional.
Para conhecer melhor a linguagem, o interpretador pode ser baixado aqui e a comunidade Python Brasil pode ser acessada neste link.
Fonte: http://imasters.com.br
Congresso de Inovação com Tecnologias Open Source (CITOS 2010)
O Centro Universitário Eurípides de Marília (Univem) por meio do Computing and Information Systems Research Lab – COMPSI, núcleo ligado aos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação, abriu inscrições para o Congresso de Inovação com Tecnologias Open Source (CITOS 2010), evento que tem como objetivo reunir as mais relevantes pesquisas, desenvolvimentos e inovações da comunidade científica e tecnológica brasileira utilizando tecnologias open source.
O evento acontece nos dias 3, 4 e 5 de novembro de 2010 e contará com várias ações que visam a criação de vínculos maiores entre universidades e empresas para melhorar a formação de profissionais e contribuir para a evolução regional e nacional, por meio da transferência de informações e tecnologias na área de informática e computação.
Durante o evento acontece o Workshop de Open Source (I WOS) que contará com a apresentação de artigos técnicos sobre os mais variados temas dentro da perspectiva das tecnologias open source e tem como prazo para submissão de artigos para autores o dia 11/10/2010.
Profissionais e pesquisadores que quiserem ministrar minicursos durante o evento também podem submeter propostas que abordem temas relevantes para a temática do evento, serão aceitas propostas de minicursos até o dia 30/09/2010.
Ainda durante o evento acontecerá o Install Fest onde os participantes do evento poderão levar seus computadores (desktops e laptops) para a instalação e configuração gratuita de sistemas operacionais e aplicativos livres, visando a disseminação das plataformas open source.
O evento que conta com o apoio do CNPq e da Sociedade Brasileira da Computação (SBC) apresenta um formato nacional-regional e pretende levar a apresentação de temas e problemas específicos da região CENTRO-OESTE de São Paulo, assim como, problemas e soluções para o desenvolvimento Nacional. A espectativa é provocar um impacto real na comunidade acadêmica e profissional e gerar novas parcerias, serviços e produtos inovadores na área de tecnologias open source.
Para inscrições e mais informações acesse a site do evento: http://www.univem.edu.br/citos, acesse também informações do evento pelo twitter @citos_univem ou pelo email citos@univem.edu.br.
Palestra sobre Cloud Computing na FATEC de Lins
Os riscos da estratégia da Oracle para lucrar com Java
O processo da Oracle contra a Google acerca do Java presente no sistema operacional Android revela um plano agressivo para extrair lucros da plataforma Java, tida por Larry Ellison como “o ativo de software mais importante que já adquirimos”.
Mas, ao apelar para os tribunais e escolher uma batalha sobre patentes e copyright, a Oracle corre o risco de jogar um balde de água gelada no ecossistema Java e em grandes projetos de código aberto mantidos pelo setor de TI.
A queixa inicial apresentada pela Oracle à Justiça é curta e simples. A Oracle afirma que o Android viola copyrights e patentes que passaram às suas mãos com a compra da Sun.
Na sexta-feira (13/8), a Google afirmou que irá responder com briga ao processo, que considera um ataque não apenas à empresas mas a toda a comunidade Java de código aberto.
A queixa sobre copyright parece difícil de permanecer em pé. Há anos o código-base Java é oferecido como open source, e a máquina virtual Davlik, da Google, é uma implantação, do zero, das tecnologias Java.
Susto
Mas só o fato de a Oracle pensar que pode abrir processos sobre propriedade de código aberto basta para assustar os desenvolvedores que trabalham com código aberto, mas não têm acesso aos mesmos recursos legais da Google. E talvez traga até lembranças dos velhos tempos da disputa entre IBM e SCO.
A disputa sobre patentes, no entanto, é outra história. Todas as patentes citadas parecem descrever, em termos gerais, funcionalidades que são o coração da tecnologia Java. O patenteamento de “métodos” abrangentes é fonte de perigo e incerteza para toda a indústria de software.
O inventor da Java, James Gosling, que deixou a Sun pouco tempo depois da fusão e cujo nome está em uma das patentes, disse em tom melancólico que “processos sobre patentes nunca fizeram parte do código genético da Sun”, mas parece que a Oracle não sofre desse tipo de dor na consciência. Como lembra Bruce Perens (cofundador da Open Source Initiative e defensor do código aberto), a especificação da linguagem Java garante alguns direitos a empresas que decidam construir implantações da linguagem a partir do zero.
Desfecho previsível
Todo mundo sabe que Larry Ellison quer fazer dinheiro com Java – algo que os executivos da Sun, pelos quais Ellison já manifestou seu pouco apreço, nunca foram capazes de realizar. Pode ser que a Oracle queira nada mais que uma fatia da receita da Google com o Android – Will Stofega, da IDC, declarou à Bloomberg News que o caso provavelmente terminará com a aceitação, pela Google, de pagar pelo licenciamento das patentes da Oracle.
Mas os meios que a Oracle escolheu são extremamente disruptivos. O processo manda o recado que a Oracle é a única a ter direitos sobre qualquer tecnologia Java, mesmo se ela não usar as marcas registradas Java. Isso coloca em questão todas as fundações sobre as quais o ecossistema Java tem funcionado desde que a Sun abriu seu código-fonte, e certamente fará com que qualquer um em vias de lançar um projeto baseado no código-base Java pense duas vezes se não tiver cacife para assinar um cheque à Oracle em antecipação.
A SpringSource, por exemplo, que usava o código livre da Java Standard Edition para criar uma alternativa aos caros servidores Java Enterprise Edition, talvez já deva estar com os nervos à flor da pele com toda essa situação.
Ao processar a Google, empresa afirma posição de única dona das patentes Java, mas joga um balde de gelo sobre os desenvolvedores open source.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br
E-book Domain Driven Design Quickly
O aspecto mais complicado de grandes projetos de software não é a execução, é o domínio do mundo real que o software representa.
Domain Driven Design é uma visão e abordagem para lidar com domínios altamente complexos que se baseiam em fazer o domínio de si o foco principal do projeto, e a manutenção de um modelo de software que reflita uma profunda compreensão do domínio.
A visão foi trazida por Eric Evans em seu livro “Domain Driven Design Quickly”. Eric trabalhou durante 20 anos baseado em boas práticas amplamente aceitas na comunidade, bem como insights sobre o próprio Eric.
Domain Driven Design Quickly é um resumo rápido de leitura e introdução aos fundamentos do DDD.
III Semana de TI do UNIVEM integrou comunidade acadêmica e profissional
Nos dias 29 e 31 de maio e 01 e 02 de junho aconteceu no Centro Universitário Eurípides de Marília (UNIVEM) a III Semana de Tecnologia da Informação, evento promovido pelos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação da instituição.
O evento, que possibilitou várias atividades de pesquisa, ensino e extensão universitária, teve seu início no sábado dia 29 de maio com a I Maratona de Programação e o II Seminário de Pesquisa e Desenvolvimento em Computação.
A Maratona promoveu a competição entre equipes formadas por alunos de graduação dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação que tinham o objetivo de resolver inúmeros problemas utilizando linguagens de programação durante um período de 4 horas. No dia 02 de junho, ao final do evento, as 3 equipes vencedoras receberam uma premiação e no segundo semestre deste ano representarão o UNIVEM na Maratona de Programação promovida pela Sociedade Brasileira de Computação – SBC.
Durante o II Seminário de Pesquisa e Desenvolvimento em Computação os alunos do curso de Ciência da Computação apresentaram os resultados parciais de suas pesquisas em andamento para o Trabalho de Conclusão de Curso e Iniciação Científica. Essa atividade objetivou a avaliação parcial dos trabalhos realizados pelos alunos proporcionando uma qualificação e direcionamento das pesquisas em desenvolvimento no âmbito do curso.
A extensão e a parceria entre a universidade e a comunidade puderam ser observadas nas palestras ministradas nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho que abordaram temas de relevância para a comunidade acadêmica e profissional de Marília e região. Entre eles destacaram-se os temas: Softwares Estratégicos de Gestão, Teste de Software, Metodologia Ágil de Desenvolvimento de Software, IPv6, Técnicas para diminuição de energia em sistemas embarcados e Tendências em Microeletrônica.
Ainda, durante o evento, foram oferecidos mini-cursos abertos a toda comunidade de TI de Marília e região. Esses mini-cursos permitiram a atualização profissional sobre técnicas em assuntos como Test Driven Development, Frameworks Java, J2ME, Segurança em Sistemas Web, CSS e Tableless.
O evento contou com profissionais e pesquisadores de relevância no cenário regional e nacional e atraiu aproximadamente 900 pessoas ao evento, incluindo alunos, pesquisadores, empresas, profissionais e entusiastas da área de TI. Isso demonstra que o UNIVEM está atento ao que há de mais moderno e importante tanto em pesquisa, ensino e mercado de trabalho na área da Computação e Tecnologia da Informação e oferece isso ao público acadêmico, profissional e a comunidade em geral.
A integração do mercado profissional de TI à comunidade acadêmica pôde ser verificada a partir da participação de empresas de desenvolvimento de software, consultoria em projetos de fomento, serviços de mobilidade e conectividade, entre outras, que expuseram seu Core Business durante o evento e ainda, apresentaram seus processos de seleção de talentos permitindo que alunos, profissionais e a comunidade aumentassem seu networking durante os intervalos das palestras.
A III Semana de TI do UNIVEM é uma prova de que Marília vem se constituindo como pólo de desenvolvimento de pesquisa e desenvolvimento em TI, bastante atenta aos profissionais da área e que os alunos da instituição estão sendo cuidadosamente preparados para o mercado de trabalho. É a universidade cumprindo seu papel científico e social.
Veja mais fotos do evento: http://twitpic.com/photos/semanati
Amanhã começa a III Semana de TI do UNIVEM
Começa amanhã a III Semana de Tecnologia da Informação do UNIVEM, evento promovido pelos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação.
Na parte da manhã acontecem 5 minicursos e o II Seminário de Pesquisa e Desenvolvimento em Computação que contará com sessões de qualificação do trabalho de conclusão do curso de Ciência da Computação e na parte da tarde a partir das 13:30 horas começa a I Maratona de Programação UNIVEM que contará com 11 times formados por 3 alunos cada equipe.
Nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho o evento continua com mais atividades, acesse o site e veja toda a programação do evento: http://www.univem.edu.br/semanati2010.
Apple ultrapassa Microsoft e se torna a maior empresa de tecnologia do mundo
O valor de mercado da Apple ultrapassou o da Microsoft nesta quarta (26). A empresa – fabricante de Macs, iPhones e, mais recentemente, iPads – chegou a US$ 200 bilhões, enquanto que o valor do negócio da Microsoft está em torno de US$ 197 bilhões.
Em termos de capitalização de mercado, a Apple também estava ligeiramente à frente da Microsoft às 16h03. O preço ainda está flutuando, mas a empresa alcançou US$ 226,15 bilhões, enquanto que a Microsoft está com US$ 223,13 bilhões, segundo informações do Google Finance. Até o fechamento do mercado, o valor de capitalização poderá ser alterado.
Com US$ 282 bilhões, a Exxon Mobil continua à frente das duas empresas de tecnologia como a única companhia americana com valor maior em capitalização de mercado.
Segundo o “New York Times”, essa foi uma das maiores mudanças já registradas, pelo fato de a Apple ter sido praticamente dada como “morta” há cerca de uma década. O rápido crescimento da empresa, explica a publicação, também mostra uma mudança cultural: o gosto dos consumidores se sobrepôs às necessidades dos negócios como a principal força de liderança no mercado de tecnologia.
A Microsoft, responsável pela plataforma Windows e o pacote Office, dominou a relação que a maioria dos usuários tinha com seus computadores por quase duas décadas. Mas, como lembra o “NYT”, o teclado das máquinas deu lugar a telas sensíveis ao toque dos telefones celulares inteligentes. “É a maior reviravolta que eu já vi no Vale do Silício”, disse ao jornal Jim Breyer, um investidor que já colocou seu dinheiro em algumas das empresas de tecnologia de maior sucesso.
Ações da Apple X Microsoft às 16h03

Fonte: UOL Tecnologia





