Arquivo

Archive for the ‘Mercado de Trabalho’ Category

Matera busca 40 desenvolvedores Java

por IT Web
06/07/2009
 
Fornecedora de TI busca profissionais para atuar em Maringá (PR) e Campinas (SP)
A Matera Systems está à procura de 40 desenvolvedores em Java. A fornecedora de TI busca profissionais para atuar em Maringá (PR) e Campinas (SP).Dentre os requisitos, pede-se formação superior em informática ou áreas correlatas e experiência em Java para Web, JBoss 4.x, EJB3 e JPA e JSF.

Experiência com frameworks ICEFaces ou RichFaces e JBoss Seam e certificações SCJP, SCWCD e SCBCD são consideradas um diferencial.

Em fevereiro, a Matera investiu R$ 200 mil na abertura de uma unidade no interior do Paraná. A provedora possui operação em São Paulo, Rio de Janeiro e nos Estados Unidos.

O preenchimento das vagas é imediato. Interessados podem cadastrar o currículo no site da companhia.

Enquete

Responda a enquete para conhecermos o perfil das empresas de software da região no que se refere às plataformas de desenvolvimento de sistemas.

Representantes de empresas de TI e Centro Universitário de Marília visitam o PISO

O associativismo praticado pelo Polo Industrial de Software (PISO – www.piso.org.br) favorece a área da Tecnologia da Informação (TI) com treinamentos, cursos e ações junto aos órgãos públicos. Empresários de Marília, interior de São Paulo, e da instituição Univem – Centro Universitário Eurípides de Marília, vieram a Ribeirão Preto (SP) no dia 01/07 para conhecer as particularidades das atividades praticadas pela entidade. A intenção é implantar uma associação nos mesmos moldes da ribeirãopretana.

As necessidades e demandas do setor de TI são específicas e só agora recebem atenção dos órgãos públicos de fomento. Num setor em que as atualizações são praticamente diárias, uma entidade focada se faz essencial.
Segundo Walter Leandro Marques, diretor executivo da Pagamento Digital e que esteve no município, o trabalho realizado pelo PISO chegou até eles por meio de uma empresa associada à entidade. “Depois disso, pensamos em montar uma associação mariliense. Essa reunião nos foi muito proveitosa, posso dizer que foi até mesmo vital para o sucesso de nossa ideia”, afirma.
Da mesma maneira que aconteceu com o PISO, está previsto um encontro entre o empresariado de Marília, que pode ser o início e fortalecimento da associação, também idealizada pelo Univem. “O Centro Universitário oferece os cursos de Bacharelado em Ciência da Computação e Sistemas de Informação, precisamos ter uma aproximação com as empresas de tecnologia que são nossos clientes na verdade, pois são elas que absorvem os profissionais que formamos”, explica o coordenador dos cursos, Prof. Elvis Fusco.

De acordo com Fusco, os casos de sucesso da entidade serão analisados. “Iremos estudar a possibilidade de aplicar as mesmas ações na nossa região”, fala.

Para Flávio de Barros, presidente do Polo Industrial de Software, ser referência é uma consequência do trabalho realizado como entidade representativa do setor de software na região. “Movimentos nesse sentido, gradualmente, proporcionam uma maior representatividade para o setor, com mais força para sensibilizar os órgãos competentes para nos apoiar. Demonstra ainda que o setor de software é dinâmico, possui capacidade de se organizar e se mobilizar da defesa de seus interesses”, salienta Barros.

Empresa Tray Sistemas contrata estagiários do UNIVEM

A empresa Tray Sistemas contratou neste mês de julho, 7 estagiários, sendo três alunos do curso de Administração para atuarem como Analista Comercial, 3 alunos de Ciência da Computação e um aluno do curso de Sistemas de Informação para atuarem como Analista de Suporte.

A Tray Sistemas é uma empresa incubada no CIEM (Centro Incubador de Empresas de Marília), sendo um dos seus fundadores um ex-aluno do UNIVEM, atua no setor de E-Commerce com soluções para a venda via internet.

Com um histórico de recrutações de alunos, principalmente dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do UNIVEM, com objetivo de atrair talentos, a Tray  recruta e capacita estudantes e jovens recém-formados que se identifiquem com os negócios da empresa por meio de um importante programa: O Programa de Estágio.  Para mais informações sobre esse programa acesse: http://www.tray.com.br/?op=empresa&opsub=oportunidades

Concurso Público no FINEP

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP – http://www.finep.gov.br), torna pública a realização de Concurso Público para formação de cadastro de reserva nos cargos de Analista e de Técnico.

As inscrições serão admitidas somente via Internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br, solicitada entre às 10h00 do dia 1º de junho de 2009 até às 23h59 do dia 23 de junho de 2009, observado o horário oficial de Brasília-DF.

Os cargos oferecidos são os seguintes:

Nível Superior: Analista – área: Administração Geral – subárea: Administração de Materiais e Licitações (CR), Biblioteconomia (CR), Processos Organizacionais, Planejamento e Apoio Institucional (CR), Recursos Humanos (CR), Analista – área: Finanças e Contabilidade – subárea: Contabilidade (CR), Crédito e Auditoria (CR), Finanças (CR), Analista – área: Informação e Informática – subárea: Comunicação Social (CR), Desenvolvimento de Sistemas (CR), Suporte (CR), Analista – área: Jurídica (CR), Analista – área: Operações, Políticas Públicas e Desenvolvimento Empresarial – subárea: Análise de Projetos (CR), Análise de Garantias (CR);
Nível Médio: Técnico – área: Administração Geral – subárea: Apoio Administrativo (CR), Secretariado (CR).
Sobre a realização das Provas:

O Concurso Público será realizado nas cidades do Rio de Janeiro-RJ e de São Paulo-SP. Este compreenderá exame de habilidades e conhecimentos aferidos por meio da aplicação de Provas Objetivas, para todos os cargos, e de Prova Discursiva, exceto para o cargo de Técnico – área: Informação e Informática – subárea: Suporte Técnico, todas de caráter eliminatório e classificatório.

As Provas serão aplicadas na data provável de 19 de julho de 2009, sendo para o cargo de Analista – todas as áreas/subáreas – duração de 4h30 no turno da manhã, para o cargo de Técnico – área: Administração Geral – subárea: Apoio Administrativo e de Técnico – área: Administração Geral – subárea: Secretariado – duração de 4h00 no turno da tarde, e para o cargo de Técnico – área: Informação e Informática – subárea: Suporte Técnico – duração de 3h00 no turno da tarde.
Os locais e o horário de realização das Provas serão publicados no Diário Oficial da União e divulgados na Internet, na data provável de 9 de julho de 2009.

O candidato poderá obter informações referentes ao concurso público na Central de Atendimento do CESPE/UnB, localizada no Campus Universitário Darcy Ribeiro, Sede CESPE/UnB – Asa Norte, Brasília-DF, por meio do telefone (61) 3448-0100, ou via Internet.

Fonte: PCI Concursos

Governo de SP tem vagas com salários acima de R$ 6 mil

por IT Web 
29/06/2009    

 Das 600 posições em aberto, 125 são específicas para tecnologia da informação

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo abriu concurso público para Agente Fiscal de Rendas. Das 600 vagas oferecidas, 125 são específicas para a área de tecnologia da informação, sendo seis para candidatos portadores de necessidades especiais. As demais serão destinadas à gestão tributária.

As inscrições estão abertas desde o dia 24 de junho e terminam em 17 de julho. É preciso curso superior completo, não sendo necessária formação específica.

Aqueles que quiserem se candidatar às vagas de TI terão que permanecer na área por um período de cinco anos, trabalhando na cidade de São Paulo, na Diretoria de Informações ou no Departamento de TI da Secretaria da Fazenda.

O processo de seleção será composto por três provas, sendo a primeira, de conhecimentos gerais, em 15 de agosto. A prova de conhecimentos específicos para a área de TI abordará gerência de projetos, engenharia de software, programação de sistemas de informação, gestão de servidores e rede, entre outros.

O salário inicial de um agente fiscal de rendas é de R$ 6.806,25, mais recebimentos trimestrais de participação de resultados pelo cumprimento de metas. A taxa de inscrição no concurso é de R$ 75 e pode ser feita pelo site Fundação Carlos Chagas.

Microstrategy oferece suíte de BI grátis

 
por IT Web
25/06/2009
 
Segundo a fabricante, não é necessário ser cliente para utilizar a versão departamental do aplicativo
 

 Para acirrar ainda mais a disputa no mercado de soluções de business intelligence (BI), a Microstrategy anunciou que deixará disponível aplicações departamentais de BI grátis.

Batizada de Reporting Suite, a ferramenta permite a geração de relatórios e análise, baseadas na web, sem nenhum custo para até cem usuários departamentais nomeados.

Segundo a fabricante, não é preciso ser cliente para aproveitar o benefício. O download da plataforma está disponível na internet (acesse o site).

A iniciativa pode servir como uma porta de entrada para o mundo do BI, uma vez que a versão gratuita não permite recursos avançados, como geração de dash boards, por exemplo.

“Quando as demandas por relatórios expandirem, as companhias poderão adquirir licenças com recursos mais avançados, com maior interatividade e para um número adicional de usuários”, informou a Microstrategy.

A Microstrategy oferece, ainda, treinamento rápido e suporte grátis, por e-mail por 60 dias.

Desenvolvedora de sistemas abre 60 vagas

São Paulo – Oportunidades oferecidas pela Hold são para cidade de São Paulo, voltadas para analistas de sistemas, de negócios, de suporte e coordenadores de projetos.

Por Redação do COMPUTERWORLD

26 de junho de 2009 – 07h35

A Hold, empanhia brasileira especializada em desenvolvimento de sistemas para área financeira e de infraestrutura de TI, abriu 60 vagas. As oportunidades são para a cidade de São Paulo, direcionadas para analistas de sistemas, de negócios e desenvolvimento (Java, .Net, Oracle e mainframe).

Na área de infraestrutura estão abertas vagas para analistas de suporte e coordenadores de projetos. O perfil dos profissionais para cada vaga está no site da HOLD. Os candidatos também podem encaminhar o currículo para rh@hold.com.br.

5 dicas para se recolocar no mercado de trabalho

Framingham – A crise financeira tem cortado muitos postos de trabalho. Especialistas ensinam como se preparar para conseguir um novo emprego.

Por Dan Cobb, Computerworld/EUA
25 de junho de 2009

A atual crise econômica mostra para os profissionais a importância de estarem preparados para lidar com o imprevisível e reagir de forma rápida se seus empregos estiverem na berlinda. Mesmo aqueles que se sentem “mais seguros” devem estar atentos para a realidade de que não estão vulneráveis a ameaças de demissão.

Muitas empresas estão passando, neste momento, por reestruturações, pedidos de falência ou promovendo cortes de custos, fatores que fogem ao controle de qualquer um. Em muitos casos, não importa o quanto você é bom profissional ou como foi o seu desempenho ao longo dos anos. Com recessão ou não, é sempre interessante planejar com antecedência os possíveis desdobramentos negativos na carreira, antes que seja tarde.

Leia também:
7 erros a serem evitados por candidatos a vagas de tecnologia
Entrevista de emprego: prepare-se para responder 4 questões

Garantir salvaguardas financeiras para mantê-lo vivo enquanto estiver desempregado certamente vai dar a você uma vantagem competitiva até a hora de encontrar um novo emprego. Veja, a seguir, alguns passos que podem ser tomados:

1- Abra-se para as oportunidades – É sempre mais interessante procurar trabalho estando empregado. Atualize o currículo e mantenha olhos e ouvidos bem abertos para novas coisas. Mesmo gostando do emprego atual, há outras possibilidades, algumas até melhores, que podem pagar mais. Nunca se sabe quando a oportunidade baterá à sua porta.

2- Fique na mira dos headhunters – Construa um bom relacionamento com eles e não esqueça que faz parte da rotina de um headhunter descobrir talentos. Na medida do possível dê sempre um alô, marque um café. Mostre-se. Mantenha-os informado sobre o que está fazendo neste momento. A maioria deles tem 15 ou 20 minutinhos para falar com você.

3- Mostre que é um profissional versátil – Esta é uma característica fundamental para quem foi demitido e busca uma nova oportunidade. Quanto mais habilidades e capacidade de exercer difererentes posições você demonstrar, maiores serão suas chances de conquistar vagas.

4- Mantenha documentos importantes em ordem – Tão necessário quanto demonstrar bom desempenho na carreira é manter todos os documentos em ordem. Entre os papéis importantes, estão incluídos antigos contratos de trabalho, com os termos que definem o prazo no qual o profisisonal pode ou não pode trabalhar com determinado tema relacionado ao antigo emprego. O portifólio do trabalho também deve ser mantido sempre em ordem.

5- Reconheça suas limitações e valorize as qualidades – Se o funcionário for despedido, ele deve analisar todos os possíveis porquês. Dessa forma, estará mais preparado nas próximas entrevistas. Qualquer recrutador perguntará por que o profissional foi despedido e provavelmente tem referências para checar a situação com o antigo empregador. As razões devem estar alinhadas e se isso não acontecer, o profissional pode não conquistar o emprego para o qual está se candidatando. Além disso, é bom evitar ser amargo ou crítico em demasia ao falar do antigo emprego. Você pode precisar dele.

Categorias:Mercado de Trabalho Tags:

Com o iPhone ele escapou da forca

Em todo o mundo, 50.000 pessoas estão criando aplicativos para o celular da Apple. Um dos programadores já faturou 1 milhão de dólares

Da revista Veja de 27 de maio de 2009.

Na Carolina do Norte, Estados Unidos, o programador Ethan Nicholas, de 30 anos, faturou 1 milhão de dólares em três meses. Em Sorocaba, no interior paulista, o analista de sistemas Renato Pessanha, de 33 anos, não chegou a ficar milionário, mas tampouco está reclamando – embolsou 10 000 dólares em quatro meses. Ambos tiveram sucesso num novo campo de negócios: criaram aplicativos para quem usa o iPhone. Aplicativos são programas simples, ferramentas que complementam e ampliam o uso do celular. Desde julho de 2008, milhares deles são comercializados, ou oferecidos de graça, na loja virtual da Apple, a App Store. E há um grande apetite por esse tipo de programa. Em dez meses, foi feito mais de 1 bilhão de downloads desses softwares somente da App Store. Pessanha é autor do Forca Brasil, o programa brasileiro mais vendido no site, com 15 000 downloads. Trata-se de uma versão em três línguas (português, inglês e espanhol) para o tradicional jogo de forca. Nicholas criou o iShoot, game com tanques de guerra que já foi baixado 3 milhões de vezes. Calcula-se que, atualmente, 50 000 pessoas, dos mais diversos países do mundo, tentem repetir o feito. “Antes do iShoot, eu nem conseguia pagar a hipoteca da casa”, disse o programador a VEJA.

O negócio de aplicativos para celulares não é novo. Existe há quase uma década. O site Handango vende mais de 140.000 programinhas desse tipo para BlackBerry, Palm e telefones de marcas como Samsung, Motorola, LG e Nokia. Boa parte dessas ferramentas tem por objetivo facilitar tarefas como abrir e-mails ou sincronizar calendários e agendas. O iPhone mudou as regras do jogo. Em meados do ano passado, a Apple lançou um kit de desenvolvimento de aplicativos. Ele pode ser baixado da internet, gratuitamente, por qualquer pessoa. Pessanha, do Forca Brasil, criou seu joguinho em menos de quatro dias, entre o Natal e o Ano-Novo de 2008. O kit conta com recursos que simplificam a produção de softwares, como uma biblioteca de códigos. Eles acionam automaticamente funções do telefone, como o acelerômetro (o sensor de movimentos do iPhone), ou configuram o sistema de GPS. Há ainda simuladores e exemplos de programas que servem como molde para novos aplicativos.

A consultoria britânica Juniper Research estima que, somente em 2008, a Apple tenha faturado 100 milhões de dólares com seus aplicativos. Ela fica com 30% do valor de venda de cada ferramenta. Mantido o ritmo atual, arrecadará 365 milhões de dólares até o fim de 2009. “Em toda a minha carreira, nunca vi nada semelhante”, disse, no início do ano, um animadíssimo Steve Jobs, o presidente da companhia. Não por acaso, toda a indústria está – mais uma vez – correndo atrás do padrão criado pela Apple. O Google, por exemplo, apresentou no fim de 2007 o Android, um sistema operacional para celulares. Ele é usado pelo aparelho G1, da taiwanesa HTC, mas ainda não está à venda no Brasil. Em outubro do ano passado, três meses depois da inauguração da App Store, o Google lançou a própria loja de aplicativos gratuitos. Começou a vendê-los em fevereiro deste ano. A criação de programas também é aberta a qualquer pessoa. Há uma única variação significativa no modelo de negócios. O Google não fica com nenhum tostão da venda. Repassa sua cota de 30% integralmente para as operadoras de celulares, como uma forma de estimular a adesão do Android por parte dessas companhias. Em dezembro, a Palm entrou no jogo. No mês passado, foi a vez da Research in Motion (RIM), que fabrica o BlackBerry. E a Nokia deve abrir nesta semana o seu serviço, com um cardápio inicial de 25 000 programas (a Apple tem 38.000). A Microsoft anunciou que não vai ficar fora do novo filão. “Esse mercado deve movimentar 25 bilhões de dólares em cinco anos”, disse a VEJA Windsor Holden, da Juniper Research.

Entre os aplicativos oferecidos pelas empresas, há itens bastante úteis. Dezenas trazem detalhes em tempo real do trânsito em cidades de todo o mundo. Outros ajudam a tomar decisões durante as compras. O ShopSavvy (utilizado no Google Android), por exemplo, compara o preço de produtos em 40 000 lojas americanas com base no código de barras de cada artigo. Existem programas voltados para públicos específicos. Os médicos, por exemplo, contam com listas de remédios, nas quais são detalhadas contraindicações e posologia. Não faltam também bobagens, ou até ideias infames, principalmente na lista dos aplicativos para iPhone. A Apple não divulga o total de downloads, mas o joguinho mais baixado no Brasil é o BubbleWrap. Grátis, ele reproduz embalagens com pequenas bolhas de ar que revestem produtos frágeis. O usuário do telefone pode “estourá-las” com um toque na tela. Recentemente, a Apple retirou de sua loja virtual o Baby Shaker, em que um bebê tinha de ser chacoalhado para parar de chorar. Ele foi considerado grosseiro. Outro programa banido pela companhia foi o I Am Rich (Eu Sou Rico). Ele exibia na tela um ícone com o desenho de um rubi e a mensagem: “Eu sou rico, mereço isso”. Custava 999,99 dólares. O mais surpreendente: saiu da App Store após oito vendas em 24 horas. Foi adquirido por seis americanos, um alemão e um francês.

Fonte: http://veja.abril.com.br/270509/p_162.shtml