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Coordenadoria Geral de Bibliotecas da UNESP tem vaga de estágio em TI
CARACTERÍSTICAS DO ESTÁGIO
Local: Coordenadoria Geral de Bibliotecas da UNESP
Endereço: Rua Yara Clube, 35 – Marília/SP
Período: até dezembro de 2012, com possibilidade de prorrogação para janeiro a dezembro de 2013
Total de horas semanais: 30 h, 2ª a 6ª feira
Horário de estágio: 09h00 – 12h00 e 13h00 – 16h00
Número de vagas: 01
Valor: R$ 648,85
Benefícios
- Vale alimentação: R$ 377,00
- Auxílio Transporte: de acordo com necessidade do estagiário
- Plano de saúde: Unimed
Requisitos
- – Envio de currículo e histórico escolar, comprovante de matrícula.
- – Ser aluno do 3º ano do curso de Ciência da Computação ou Sistemas de Informação.
- – Conhecimento de rede,
- – Treinamento e orientação em aplicativos,
- – Suporte técnico na manutenção de equipamentos,
- – Instalação de softwares e programas
- – Elaboração de formulários eletrônicos.
- – Suporte em Windows, Word, Excel, Internet Explorer e Outlook Express.
- – Rede de Computadores: conhecimentos básicos, configuração em ambiente Windows, compartilhamento de dados e compartilhamento de impressoras.
- – Instalação e configuração de equipamentos
- – Desenvolvimento de páginas HTML
- – Elaboração de cartazes e folders utilizando software para tratamento de imagens
- – Conhecimento de mídias sociais
Início do Estágio: de imediato
Interessados devem enviar currículo para fmbastos@hotmail.com.
Vaga para estagiário Web
Empresa sediada em Marília está com vaga para estagiário para atuar em ambientes Web.
Requisitos:
- Estar cursando o 1º ou 2º ano de Ciência da Computação ou Sistemas de Informação;
- Conhecimento em HTML;
- Diferencial ter conhecimento em CSS;
- Boa Comunicação.
Interessados devem enviar currículo para valdir_151@hotmail.com.
Cuide bem de seu estágio
Dependendo da postura do estudante, um estágio pode ser a porta de entrada para uma carreira de sucesso ou tornar-se uma experiência traumática e descartável.
Lembre-se que insegurança é diferente de imaturidade. É natural sentir-se inseguro em um ambiente novo, com colegas de trabalho desconhecidos. Porém, nem por isso você irá abusar de atitudes inadequadas, alegando que “não sabia”.
Seguem cinco erros comuns cometidos por estagiários nas empresas:
Acomodação
É preciso que fique claro para o estudante que o objetivo de um estágio é o aprendizado, logo o estagiário precisará demonstrar interesse por novos conhecimentos.
A aprovação no processo seletivo é apenas o primeiro passo para o estagiário, que muitas vezes relaxa após sua aprovação e assume uma postura passiva.
Ninguém vai deixar de realizar suas atividades para lhe perguntar suas dificuldades ou adivinhar suas necessidades. Se estiver com dúvidas, pergunte. Se estiver com dificuldades, peça ajuda.
A curiosidade é um diferencial e uma das características fundamentais de um profissional de sucesso. Apenas escolha a hora certa de realizar suas perguntas, para não atrapalhar as atividades de quem vai respondê-las.
Caso contrário, sua postura passiva poderá ser interpretada como má vontade ou falta de iniciativa, características que certamente dificultarão a sua efetivação.
Entrar de “salto alto”
Existem estudantes que, por conta da Instituição de Ensino em que estudam, adotam uma postura de arrogância e se tornam detentores da verdade absoluta.
É importante que o estudante tenha em mente que, enquanto estagiário, está na condição de aprendiz. Sendo assim, não deverá agir como se já fosse empregado há muito tempo, tratando diretrizes da empresa como se já estivessem obsoletas. Existe todo um caminho de maturidade profissional, inclusive, para que tal postura seja aceita.
Além disso, é preciso que o estudante seja flexível para atender a pedidos de tarefas das mais distintas, fugindo da rigidez de que, por estar estudando um curso de graduação, apenas atividades estreitamente relacionadas a sua área deverão ser realizadas.
Navegar na Internet
Administre bem o seu tempo. Você não foi contratado como estagiário de testes de navegação ou de sinal de internet. Logo, sua principal atividade não é atualizar seu perfil em redes sociais, tão pouco responder seus e-mails pessoais.
Tenha em mente que um funcionário ocioso e que não produz é um custo desperdiçado pela empresa. Logo, a chance de você ser efetivado, caso se preocupe mais em curtir uma foto do que em trabalhar, é bem próxima do zero.
Comunicação
É bastante comum que estudantes sintam dificuldade com uma comunicação mais formal, que é encontrada no mundo corporativo.
Lembre-se que você deverá se comunicar constantemente via telefone, e-mail, reuniões, enfim, durante todo o tempo.
Por isso, fuja da linguagem coloquial e do abuso de gírias e expressões menos elaboradas, estude gramática e leia muito para ampliar seu vocabulário, melhorar sua escrita, argumentação e retórica.
Uma comunicação eficaz deixará em evidência seu talento, potencial e habilidades.
Fugir das responsabilidades
Evite abusar da posição de estagiário, cujas responsabilidades são menores se comparadas com outros cargos, para não virar o famoso estagiário “café com leite”.
Muitos estudantes confundem suas prioridades ao levar trabalhos da faculdade para serem realizados no ambiente de trabalho. Claro que, agindo com bom senso e havendo negociação, existe espaço para que o estudante se dedique aos estudos, por exemplo, para a semana de provas da faculdade.
Porém, tal liberdade não deve ser confundida com libertinagem. Lembre-se que você não está sendo pago para estudar e existem resultados esperados de você.
Policie-se e tenha zelo por seu estágio. Ele poderá lhe render bons frutos num futuro muito próximo.
Fonte: estagiare.com
Certificação de software nacional entrará em consulta pública
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) promete colocar em consulta pública no próximo mês o programa Certificação de Tecnologia Nacional de Software e Serviços (Certifics), que beneficia o produto brasileiro nas compras governamentais. Durante 30 dias empresas do setor poderão opinar e dar contribuições para a proposta do governo federal que deverá entrar em vigor por meio de uma portaria do MCTI
A Certifics é uma das ações do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), lançado na manhã desta segunda-feira (20/08), em São Paulo, pelo ministro da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp.
Segundo o MCTI, o objetivo da Certifics é identificar, credenciar e diferenciar o software e seus serviços, gerando valor local e competitividade global para o Brasil. Essa avaliação será realizada pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer).
Durante a apresentação do TI Maior para empresários do setor, o ministro do MCTI, Marco Antonio Raupp, destacou que a certificação amplia os benefícios da Lei 12.349/2010, que dá preferência de compras para produtos e serviços nas licitações do governo.
Entretanto, Raupp informa que a certificação não se destina apenas para empresas brasileiras. Companhias multinacionais que desenvolvem software no Brasil também podem buscar o novo selo.
O secretário de Políticas de Informática do MCTI, Virgílio Almeida, acrescenta que o plano da certificação é também atrair centros de pesquisas e desenvolvimento de fabricantes de software internacionais.
Nesse caso, o CTI Renato Archer se encarregará de fazer inspeção nos programas das multinacionais interessadas em participar desse processo para medir o índice de nacionalização.
Almeida informa que a certificação de software de multinacionais com desenvolvimento parcial no Brasil terá de atingir uma taxa de nacionalização acima de 50%. “Sabemos que é irreal exigir desenvolvimento de 100% no Brasil”.
Reação da indústria
Empresários do setor comemoram a iniciativa do governo de favorecer o produto nacional. Para Gérson Schmitt, presidente da Brasileira das Empresas de Software, a iniciativa da certificação é positiva, embora considere que esse não é um trabalho simples por se tratar de análise de bem intangível.
“Vamos tentar ajudar o governo a andar nessa direção. Não vai ser uma resposta fácil porque há pontos polêmicos. Mas a certificação é importante para beneficiar o que é feito no Brasil”, avalia. Segundo ele, a partir da dessa identificação, o software brasileiro poderá ganhar mais força para ser comercializado no mundo inteiro.
“Até agora não havia no Brasil como identificar o software nacional”, afirma Luís Luchetta, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assesspro). Ele diz que a Lei 12.349/2010 não informa com clareza o que é software nacional. O executivo considera que essa análise é mais fácil para hardware em razão do Processo Produtivo Básico (PPB) do MCTI que sabe que equipamentos são fabricados no País.
Apesar de apoiar a nova certificação, Luchetta informa que a Assesspro vai reunir as 14 regionais espalhadas pelo País e outras associações de software debater o tema em um encontro no próximo dia 28/08. “Vamos avaliar o documento para decidir se apoiaremos ou faremos reivindicações”,diz o presidente da Assesspro Nacional.
IT Maior: Indústria de software receberá aporte de R$ 500 milhões
A indústria brasileira de software receberá um aporte de meio bilhão de reais nos próximos três anos do governo federal para aumentar a sua competitividade no mercado local e externo. O investimento faz parte do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), lançado na manhã desta segunda-feira (20/08), em São Paulo, pelo ministro da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp.
Esses recursos serão repassados por meio de editais públicos que começam a ser lançados a partir deste mês para incentivar a indústria de software. O capital vai financiar um ecossistema que está sendo criado pelo IT Maior para fomentar o setor, que abrange desde o desenvolvimento das soluções até a comercialização e exportação.
Entre os orgãos que vão liberar os recursos estão a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Resultado de mais de um ano de estudo juntamente com empresários do setor e entidades de classe, o IT Maior se baseia em um conjunto de ações para fortalecer esse segmento, que foi considerado pelo governo federal estratégico para a economia do Brasil.
Ao apresentar o programa para as lideranças do setor, o ministro Raupp, destacou que o software é uma tecnologia que está presente atualmente em quase todos os negócios, utilizado para processar diversas operações e criação de novos produtos.
“Sem software não há inovação”, destacou Raupp, mencionando que essa indústria movimentou 37 bilhões de reais em 2011 e que tem potencial para crescer. “Esse setor não pode ficar sem investimentos”, declarou o ministro, lembrando que as fabricantes de hardware e de semicondutores já haviam sido beneficiadas com programas de incentivos, mas que faltava algo específico para tornar esse segmento mais robusto.
“O programa não olha só para o desenvolvimento, mas para a oferta e demanda. Software é estratégico para o Brasil”, reforçou o ministro do MCTI, que espera que o IT Maior fomente a indústria brasileira e que os players locais consigam fazer frente aos produtos importados.
Pilares do IT Maior Entre as ações previstas pelo IT Maior estão a consolidação de ecossistemas digitais; a certificação e a preferência nas compras governamentais para aplicativos com tecnologia naciona e a aceleração de empresas nascentes de base tecnológica com foco em software e serviços.
O novo programa vai incentivar também a instalação de centros de pesquisa globais e a capacitação de jovens para o mercado profissional.
O “TI Maior” é integrado à Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia & Inovação 2012-2015, que prevê a elaboração de um programa específico para estimular o desenvolvimento do setor de software e TI.
Também está articulado a outras políticas públicas do governo federal, como a Estratégia Nacional de Defesa (END), o Plano de Aceleração do Crescimento 2 (PAC2), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e o Programa Brasil Mais Saúde.
Segundo o MCTI, a iniciativa está alinhada ainda com o Plano Brasil Maior, o Plano Agrícola e Pecuário (PAP), além dos Regimes Especiais, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria de Semicondutores e Displays (PADIS) e TV Digital (PATVD).
Empresa de Tupã contrata programador ASP.NET
A CNP, empresa localizada em Tupã, está contratando programador ASP.NET com conhecimento em SQL.
Além desta vaga a empresa também vaga para programador Delphi: https://elvisfusco.com.br/2012/07/13/empresa-de-tupa-contrata-programador-delphi-2.
Interessados devem enviar currículo para mateus.guilhen@cnpm.com.br.
Convite para empresas participarem da V Semana de Tecnologia de Informação
Nos dias 15, 16 e 17 de outubro acontece a V Semana de Tecnologia da Informação do Univem. Como em edições anteriores, o evento conta com uma área para stand das empresas de TI, onde é feito recrutamento e exposição dos produtos e serviços dessas empresas.
Estão abertas inscrições para as empresas que queiram ter um stand no evento. As vagas são limitadas.
É disponibilizado ao patrocinador do evento:
- Stand nos 3 dias do evento no local das palestras;
- Logo do patrocinador no site do evento;
- Logo do patrocinador no material de divulgação e apoio;
- Material promocional (confecção de responsabilidade do patrocinador) inserido dentro das pastas dos visitantes;
- Participação no banner geral do evento.
Faça sua reserva o mais rápido possível. Interessados devem enviar e-mail para fusco@univem.edu.br.
Empresas que já garantiram stand no evento:
- Buscapé Company
- Tray
- Breda’s Informática
- COMPSI
- ASSERTI
Vagas para programador C++
Empresa de software de Marília está com vagas para programadores com conhecimento em C++ Builder.
Interessados devem enviar currículo para fusco@univem.edu.br.
O que é uma startup?
Com a crescente demanda do mercado de Internet, cada vez mais empresas estão nascendo com projetos ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de novas ideias. É comum escutarmos o termo startup, o qual representa estas corporações geralmente de caráter tecnológico, tendo como alicerce o espírito empreendedor e a busca por um modelo de negócio inovador.
As startups buscam, por meio de análise de mercado, transformar ideias em grandes empreendimentos, possuem baixos custos iniciais, porém, com uma expectativa de crescimento muito grande. Exemplos claros de startups que já estão solidificadas no mercado são o Google, a Yahoo e o Ebay. Um ponto a ressaltar é que startups não são somente negócios de Internet – elas nascem com mais facilidade como empresas de software, pois é bem mais econômico do que uma indústria.
Para Gustavo Caetano, presidente da Associação Brasileira de Startups, a maioria delas têm um perfil jovial, otimista, não burocrático e sem elementos tradicionais de uma empresa comum, como hierarquia rígida, formalidades de vestuário e horários fixos, por exemplo. As startups, em regra, querem as pessoas felizes e com qualidade de vida, fazendo o que gostam, utilizando de forma agradável o capital intelectual adquirido.
Por serem promissoras, as startups atraem diversos investidores que absorvem as ideias como uma forma de melhoria do próprio negócio, utilizando ferramentas e permitindo a elas o ganho de visibilidade no mercado. Um investimento, por definição, tem um início e um fim e o objetivo é gerar lucro. “Os investidores procuram startups, pois, como o mercado de tecnologia está em alta, em grande parte resultado da revolução da conectividade e mobilidade, o crescimento de uma startup pode ser exponencial e muito rápido, e o mesmo acontece com o seu valor de mercado”, explica Caetano. Por esse motivo, o investimento que atinge o sucesso, pode retornar muitas vezes mais o valor do investimento e essa alta rentabilidade atraem os investidores com maior perfil de risco.
Segundo Rodrigo Borges, VP de Novos Negócios e Fundador do Buscapé Company, “ existem startups que estão dentro da cadeia de valor do Buscapé, que procuram criar ferramentas que auxiliem o consumidor, então, nós somos uma plataforma que disponibiliza suporte em tecnologia e mentoring para estas empresas”.
Para que uma startup atraia um investidor, ela deve estar alinhada com o perfil de negócios da corporação e buscando maneiras de agregar diferenciais de negócio, “O maior exemplo de sinergia do Buscapé foi o SaveMe, que é um agregador de cupom, onde em questão de 1 ano saiu de 0 para faturar 30 milhões”, afirma Borges.
Um exemplo de investimento recente realizado pelo Buscapé foi o Moda It, um agregador de informações com formadores de opinião sobre moda, ou seja, quando uma pessoa vai comprar um vestuário, terá todas as informações necessárias sobre as tendências daquela peça.
Como atrair investidores
É importante o empreendedor estar atento às demandas para criar produtos que sejam atrativos para o mercado. Uma startup deve ter este espírito, “investir em uma startup é um investimento de risco, pois, na criação de um negócio inovador estão envolvidas diversas variáveis de sucesso”.
Por esse motivo, os investidores procuram empresas que ofereçam uma boa relação entre risco, inovação, mercado e escalabilidade. “Alguns preferem investir em startups com modelo de negócio já aprovado, outros preferem com alto grau de inovação. Mas todos investidores procuram empreendedores de alto impacto, startups com um bom time e que acreditem no problema que estão resolvendo”, resume Caetano.
Startup na prática
Um exemplo de startup com uma ideia inovadora e um propósito interessante é a Dreabe, a primeira rede social brasileira planejada para ajudar pessoas a realizar sonhos. O projeto roda na Internet, desde março deste ano, e já despertou o interesse de mais de 14 mil ‘dreabers’, como são chamados os usuários cadastrados no site. Agora, o lançamento oficial da proposta, previsto para agosto, depende da injeção de recursos externos.
Os idealizadores do Dreabe são os irmãos Djeison e John Moreira, de Santa Catarina e residentes em Curitiba, capital do Paraná. Um dos fatores que atraiu o investimento, segundo os fundadores, foi a solidez do modelo do negócio. Os objetivos, funções e todo o detalhamento do projeto estão fundamentados em um documento denominado ‘Princípios Dreabe’.
“O principal motivo para se investir no Dreabe é entender o valor de um sonho. Trata-se de uma nova plataforma social pela qual pessoas, empresas e ONGs podem se conectar e se ajudar. É um modelo que, além de despertar esperança e altruísmo, pode gerar receita, fugindo ao sistema de publicidade convencional utilizado pelas redes sociais”, explica Djeison Moreira, fundador e promotor de sonhos do Dreabe.
Para Moreira, existe certa dificuldade em entender o conceito de startup, pois alguns acham que qualquer negócio novo pode ser chamado assim, mas, para ele, startup é uma empresa nascente que tem um modelo de negócios não testado em um ambiente cheio de incertezas.
Para atrair os investidores a ideia tem que ser interessante, mas se os empreendedores forem diferentes, criativos e únicos, eles criarão não apenas uma boa ação, mas, diversas. Segundo Moreira, sempre que conversa com investidores, deixo claro que a Dreabe é o passo número um de uma série de ideias que ainda virão.
Brasil se torna o 10º maior mercado mundial de software
Com faturamento 12% maior ante 2010, atingindo os US$ 19,5 bilhões, o Brasil se tornou o décimo maior mercado em venda de software do mundo em 2011. No entanto, o setor aponta falhas na estratégia de crescimento.
Os dados são da “Pesquisa sobre a Indústria Brasileira de Software e Serviços”, elaborada pela Abes (Associação Brasileira de Software) e a IDC (International Data Corporation) e divulgados nesta quarta-feira, 1º de agosto, em conferência em São Paulo.
Apesar de avançar uma posição e da entrada no top 10, o resultado não é festejado pelo setor. “Corremos o risco de sofrer uma colonização tecnológica”, afirma Gérson Schimitt, presidente da Abes.
O faturamento do setor tem duas fontes. Uma delas é a prestação de serviço de desenvolvimento de programas de computador. Outra é a venda de softwares ou de licenças de uso.
COLONIZAÇÃO TECNOLÓGICA
A “colonização” já ocorre nos softwares, inundados por produtos estrangeiros: 80% das vendas no país são de programas desenvolvidos no exterior.
O setor se apoia principalmente na prestação de serviços, de onde vem 68% do faturamento.
Mas, de acordo Schimitt, esse nicho apresenta algumas desvantagens em relação ao desenvolvimento e comercialização de softwares.
A primeira é a defasagem de remuneração dos profissionais. Enquanto um desenvolvedor que presta serviço recebe R$ 40 por hora, o de software recebe R$ 120.
A segunda é que impulsiona a pulverização do mercado, o que não permite a formação de grandes empresas que podem focar na pesquisa e desenvolvimento de produtos para oferecer preços mais competitivos e bater de frente com empresas internacionais.
Segundo o estudo, o setor de software é formado por 94% de microempresas. Por isso, o setor de Tecnologia da Informação, que compreende empresas de software, é líder em fusões e aquisições há quatro anos, segundo a KPMG.
Além disso, a prestação de serviços aposta em um modelo que depende da mão de obra para crescer. Isso num setor que só no ano passado teve um déficit de 100 mil profissionais, de acordo com levantamento compilado pela Brasscom (associação de empresas de tecnologia).
“Estamos criando uma improdutividade em um setor de alta competência estratégica, que permeia 100% dos outros setores”, diz Schimitt.
2020
Mesmo com todos os entraves, a Abes projeta que o Brasil triplicará o mercado interno de software até 2020. Espera que o faturamento até o final da década seja de US$ 60 bilhões, e o Brasil esteja entre o sexto e oitavo mercado do mundo. A associação espera que isso ocorra devido à necessidade das empresas brasileiras se modernizarem para competirem globalmente.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br.