Arquivo

Arquivo do Autor

Marília TechDay 2010 – Ação Solidária

A organização do Marília TechDay 2010 em conjunto com o UNIVEM promoverá uma ação solidária durante o o evento. Está sendo solicitado para que cada participante leve 1 kg de alimento não perecível no dia do evento.

Com os alimentos arrecadados serão montadas cestas básicas que serão entregues em comunidades carentes da cidade de Marília.

Categorias:Uncategorized

Empresa de Marília contrata programadores Delphi para atuar em SP

Empresa de Marília está contratando dois programadores Delphi para atuar na cidade de São Paulo.

É necessário que o candidato tenha curso superior e experiência em desenvolvimento Delphi e conhecimentos no banco de dados Oracle.

São desejáveis conhecimentos em faturamento e rotinas administrativas.

Interessados enviar currículo detalhado para taicir@sii-facesp.com.br

Inscrições para o Desafio SEBRAE começam no dia 10 de março

Mais moderno, funcional, interativo e em 3D. O Desafio SEBRAE chega à 11ª edição ainda mais aprimorado para oferecer aos universitários de todo o país a possibilidade de exercer o talento empreendedor, enfrentando a administração  virtual de um negócio. As inscrições, que começam em 10 de março e vão até 15 de abril, poderão ser feitas no site do Desafio (http:www.desafio.sebrae.com.br). Como prêmio, os vencedores ganham uma viagem internacional a um centro empreendedor e notebooks. A expectativa é de que este ano as inscrições superem 135 mil, um aumento de 4% em relação a 2009.

Mais do que os prêmios o que está em jogo é um aprendizado que o jovem levará para a vida inteira, seja administrando seu próprio negócio ou de terceiros”, avalia o diretor de Administração e Finanças do SEBRAE, Carlos Alberto dos Santos. “Os resultados são sempre de grande valia, inclusive em termos pessoais. O Desafio SEBRAE aposta no que há de mais moderno em termos de gestão empresarial: o trabalho em equipe, o compartilhamento do processo decisório, a visão de que o sucesso de um projeto, de um empreendimento, leva em conta o esforço, a adesão, o entusiasmo de muitas pessoas”, explica.

Ainda de acordo com o diretor, o Desafio SEBRAE deste ano se dá em um contexto bastante promissor, pois o Brasil se saiu bem de uma crise financeira mundial, com mais confiança no seu futuro. “A certeza de que dificuldades podem ser superadas com determinação, persistência e confiança é o grande diferencial para uma vida profissional e empreendedora de sucesso”, ressalta. 

O desafio para os participantes do jogo em 2010 é administrar uma fábrica de instrumentos musicais. As equipes devem ser formadas por no mínimo três e no máximo cinco integrantes.

Das cinco fases, as três primeiras são jogadas via internet. A semifinal e final são presenciais e acontecem no final do ano, em Recife (PE). O Desafio é uma promoção do SEBRAE em parceria com o Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).

Uma pesquisa para desvendar o universo destes jovens precedeu a criação da campanha publicitária. O levantamento mostrou que esse grupo quer trabalhar de um jeito próprio, que não gosta de reuniões intermináveis e se preocupa com temas como a sustentabilidade. Com base nessas informações a campanha terá como tema ‘Faça a Empresa do seu Jeito. Faça o Desafio SEBRAE’.

“Os jovens têm mesmo que inovar e sair do quadrado, porém fazer a gestão de uma empresa depende de um conhecimento já acumulado. Ao participar do jogo, ele tem espaço para inovar em campos como estratégia de marketing ou pesquisa e desenvolvimento, mas aprende a entender a importância e administrar corretamente pontos como fluxos de caixa e balanço patrimonial”, explica um dos coordenadores do Desafio SEBRAE, Marcus Vinicius Bezerra.

Desafio SEBRAE Internacional

A disputa entre as equipes dos países vencedores da edição passada acontece entre os dias 21 e 26 de março no Desafio SEBRAE Internacional. Estudantes da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai se enfrentam no Rio de Janeiro.

A edição de 2010 do Desafio SEBRAE Internacional terá a participação de El Salvador e Panamá. A expectativa agora é receber 29 mil inscrições, frente as 18 mil de 2009, um aumento de 62%. 

“A ampliação do número de interessados demonstra o interesse por essa forma lúdica de capacitação. Outro ponto importante é que com este produto divulgamos a marca SEBRAE associada ao empreendedorismo”, avalia uma das coordenadoras do Desafio SEBRAE, Carla Virgínia Lima.

Categorias:Empreendedorismo Tags:

Prefeitura de Marília abre 4 vagas para estágio em informática

A Prefeitura de Marília abriu quatro vagas de estágio remunerado para a área de informática em Emefs (Escolas Municipais de Ensino Fundamental). As inscrições podem ser feitas a partir de amanhã.

O Ciee é o responsável pela administração da carteira de estágios. O edital do processo seletivo foi publicado quinta-feira no Diário Oficial do município (http://diariooficial.marilia.sp.gov.br) e também está afixado no mural de avisos na entrada da prefeitura.

A jornada de trabalho é de cinco horas diárias, perfazendo 25 horas semanais. A remuneração é de um salário mínimo (R$ 510,00). O estagiário tem direito ao seguro contra acidentes pessoais e ao auxílio-transporte, desde que comprovada necessidade do benefício.

As quatro vagas são as de necessidade imediata, porém o processo seletivo é válido até o dia 31 de dezembro deste ano. A duração do estágio poderá ser de até dois anos.

Podem concorrer às vagas estudantes a partir do segundo ano dos cursos superiores de Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Tecnologia em Informática para a Gestão de Negócios, Análise de Sistemas e Tecnologias da Informação, Tecnologia em Rede de Computadores e de Tecnologia em Processamento de Dados.

Em 2009 das 20 vagas oferecidas pela Prefeitura em concurso semelhante, 80% dos aprovados eram alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do UNIVEM, confira em https://elvisfusco.wordpress.com/2009/09/04/resultado-do-processo-seletivo-estagio-em-informatica/.

PBL (Problem-based Learning)

Ao pensar na atividade de ensinar e aprender, é difícil escapar da imagem tradicional: um professor que transmite o conhecimento a um aluno pronto para absorver ao máximo os ensinamentos do mestre; e o desempenho do pupilo dependente deste professor que guia, inspira e indica outras fontes seguras de conhecimento. Com o desgaste desse modelo tradicional, durante o século XX, foram surgindo, como reação, uma série de tentativas de atribuir ao aluno um papel  mais ativo, mais independente e responsável por seu aprendizado.

Nascido nos anos 1960, o PBL (Problem-based Learning, ou Aprendizado Baseado em Problemas) é uma das alternativas bem sucedidas nessa área. Embora tenha como berço e principal campo a medicina, alastrou-se nas últimas décadas para diversas áreas, das engenharias às ciências sociais. No Brasil, tem crescido o interesse por esse novo método, com a adesão de importantes centros de formação acadêmica. Essa crescente relevância é mais do que suficiente para que sejam levantadas questões sobre os interesses sociais e econômicos envolvidos nessa nova maneira de aprender e ensinar, bem como sobre suas raízes históricas e filosóficas.

A quem interessa?
Para Moacir Ponti Junior, professor da área de ciência da computação na Universidade Federal de Viçosa, o PBL atende principalmente “aos interesses do aluno, que tendem a apresentar grau de satisfação maior para com a disciplina quando esta é oferecida com abordagem PBL”. Ponti, cujas experiências positivas com o PBL deram origem a um artigo em que relata uma maior satisfação e motivação dos alunos com essa metodologia, afirma também que “uma disciplina oferecida com essa metodologia não limita o aluno, tornando-o responsável por alcançar, conforme seu esforço, a profundidade teórica necessária, relacioná-la com conhecimentos obtidos em outras disciplinas e aplicar os conhecimentos na prática”. Porém, a quem mais, além dos alunos, isso se torna interessante? “Acredito que o PBL está formando alunos mais capacitados tanto para o meio científico quanto empresarial”, conclui o professor.

De forma pouco surpreendente, Ponti conheceu o PBL por meio de um projeto pedagógico desenvolvido justamente para o curso de medicina da Universidade Federal de São Carlos. Se na medicina os benefícios desse novo modelo – entre eles a capacitação de indivíduos que cheguem melhor preparados para lidar com os problemas apresentados durante a prática profissional cotidiana – se refletem na melhora dos tratamentos de enfermidades, quando o PBL é aplicado em outras áreas, como as engenharias, entram em jogo interesses de outra ordem.

É interessante, para as empresas privadas e, de modo geral, para todo o setor industrial, que recém-graduados cheguem aos seus quadros de funcionários com o máximo possível de contato com as práticas exigidas no mercado de trabalho. Isso encurta o período de adaptação do indivíduo na transição entre a universidade e a vida profissional e facilita o papel desempenhado nesse caminho pelas empresas (leia-se: pode reduzir os custos com a adaptação dos novatos). Maria Tereza Dejuste, pesquisadora da área de educação da Universidade do Vale do Paraíba, ilustra essa situação com uma interessante metáfora: “durante o pouso, um avião que toque o solo com as rodas já em movimento teria um pouso mais suave do que na forma brusca com que as rodas tocam o solo e imediatamente passam a girar:
hoje as empresas querem indivíduos que cheguem à atividade profissional já com a roda girando”.

Segundo Dejuste, as indústrias estão procurando levar problemas concretos para os grupos de alunos sendo formados de acordo com o PBL, que tem entre seus objetivos “a familiarização do aluno com relação ao que ele vai encontrar no mercado de trabalho”, diz. Essa simbiose entre universidade e setor produtivo, pesquisa científica e indústria, é uma tendência já concretizada nos países desenvolvidos, mas longe de se refletir em economias como a brasileira. Enquanto a maior parte das pesquisas vinculadas à inovação tecnológica em países como os Estados Unidos fica a cargo das empresas, no Brasil ainda é tímida até mesmo a própria colaboração entre a produção de conhecimento tecnocientífico e o setor privado. Isso talvez ajude a explicar porque há, junto com o entusiasmo, também ceticismo com relação ao PBL no Brasil.

De qualquer forma, a tendência cada vez maior de procura por metodologias ativas como a PBL pode ser um reflexo desse estreito relacionamento entre pesquisa científica e empresas privadas. Como a busca pelo desenvolvimento econômico brasileiro aponta nesse sentido, é natural que aumente a adesão de instituições de ensino ao PBL. Segundo Ponti, a ideia de que o PBL forma profissionais mais afeitos aos moldes exigidos pelo mercado “se observa provavelmente porque o mercado visa características que o PBL tem por objetivo desenvolver no aluno, como a integração do conhecimento com diferentes áreas, a autonomia em aprender a trabalhar e o trabalho em grupo, em que é o aluno quem corre atrás do conhecimento que resolverá o problema”.

Para Newton Duarte, professor e pesquisador do Departamento de Psicologia da Educação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o PBL tende a valorar de forma negativa justamente aquilo que seria fundamental à educação: “o papel do professor como aquele que domina um conhecimento teórico que dará bases mínimas para que o aluno identifique o que é essencial nos problemas com que se depara; isso fica profundamente descaracterizado na PBL”. Para Duarte, no PBL “perde-se a referência naquilo que deveria fazer parte do conteúdo básico que o profissional deveria possuir. Assim, o aluno assimila o conhecimento de maneira mais ou menos casual, quase acidentalmente”. A ênfase na prática em detrimento de uma formação teórica mais sólida atenderia, na visão de Duarte, a determinados interesses econômicos: “pensando na área da saúde, o “aprender a aprender” pode contribuir a curto prazo para que sejam formados profissionais que, centrados na aplicação prática, tornariam-se menos inclinados a questionar criticamente o conhecimento produzido pelos grandes laboratórios da indústria farmacêutica”.

Raízes
O PBL pode ser encarado como uma dentre várias vertentes daquilo que se costuma chamar de aprendizagem ativa. Um modelo de aprendizagem ativa pressupõe que o aluno se torne responsável por seu aprendizado, que faça algo além de assistir à exposição do professor e estudar o conteúdo indicado. No PBL, os alunos se deparam com problemas abertos (ou seja, que permite várias vias de acesso à solução, que também tende a não ser única) e são instados a procurar por si mesmos os meios e os referenciais teóricos necessários para a resolução dos problemas. Como afirma Dejuste, “o professor nem sempre é especialista nos conteúdos abordados pelo problema, mas ele intervém com o método científico, agindo como facilitador”. Ponti defende que o aluno torna-se “responsável por alcançar conforme seu esforço a profundidade teórica necessária, relacioná-la com conhecimentos obtidos em outras disciplinas e aplicar os conhecimentos na prática”.

Esta ênfase em tornar o conhecimento relevante para o aluno, incentivando-o a tomar papel ativo no aprendizado, bem como o rearranjo do papel do professor como aquele que facilita o processo de aprendizado (ao contrário do tradicional professor que disponibiliza o conhecimento para ser consumido passivamente pelos alunos) são característicos do construtivismo, que, à época do surgimento da PBL no Canadá, já tinha uma certa proeminência no meio acadêmico voltado para a compreensão do processo educacional. O construtivismo constitui há muito uma oposição à estrutura de poder, hierárquica, que o modelo tradicional carrega.

O filósofo estadunidense John Dewey foi um dos pioneiros na crítica sistemática ao sistema tradicional de ensino. No final do século XIX, Dewey já combinava uma visão pragmática da educação com um ideário liberal e progressista. Dessa junção, em que entram a defesa da democracia e o comprometimento com a formação de livre pensadores, surgiram as bases teóricas para o movimento conhecido como Escola Nova, que busca superar a ideia da educação como mera transmissão do conhecimento previamente estabelecido entre mestres e alunos.

A pedagogia e a psicologia construtivista tiveram como principal referencial teórico o pensamento de Lev Vigotski. Este teórico marxista erigiu seu construtivismo social no clima revolucionário da Rússia soviética do início do século XX. Mais recentemente, conceitos caros à teoria vigotskiana foram incorporados às mais recentes tendências construtivistas, como o PBL – principalmente a noção de que o aprendizado individual se dá por meio das interações sociais, que o sujeito internaliza até o ponto em que torna-se capaz de trabalhar de maneira autônoma. Na visão de Duarte, Vigotski está sendo apropriado de maneira distorcida: “a ideia de que o aprendizado se deve às interações sociais não implica que o indivíduo necessariamente aprenderá quando se relaciona com outros tão despreparados num determinado tema quanto ele. Uma interação social fundamental para o aprendizado do indivíduo se dá quando ele toma contato com alguém que domina os aspectos fundamentais do conteúdo que deverá aprender. O ensino deveria trabalhar com o conceito de que, para aprender, o sujeito depende da ação educativa”.

Essa fundamental interação social entre experientes conhecedores e aprendizes perde-se com o PBL – dada a ênfase no trabalho coletivo e no aprendizado do indivíduo com seus pares. Embora os tutores ainda desempenhem um papel de orientadores do aprendizado, Dejuste lembra que “é exigida dos tutores uma intensa preparação sobre o método do PBL, mas não necessariamente um profundo conhecimento e domínio sobre determinada área do conhecimento solicitada para a resolução dos problemas propostos”. Uma outra faceta desse mesmo problema foi levantada por H. Coenraad Hemker, professor e pesquisador da holandesa Universidade de Maastricht (um dos berços do PBL), num artigo de 2001 publicado na revista : “o PBL torna a identificação com um professor por parte dos alunos quase impossível”. Hemker, cuja experiência como docente inclui o PBL, afirma que a identificação com a figura de um professor é essencial para o aprendizado, inclusive na idade adulta. Se, na adolescência, a identificaç ão com uma figura de destaque leva à idealização (e à idolatria), na maturidade ela pode ocorrer sem prejuízo para o capacidade crítica do indivíduo, ao mesmo tempo em que motiva seu aprendizado.

Em maior ou menor grau, o construtivismo prevê que a maneira de aprender variará de acordo com o indivíduo. Por isso, a prescrição de regras e métodos de forma padronizada estaria fadada ao insucesso. O PBL, neste sentido, tem suas raízes fincadas no construtivismo, pois procura tornar relevante e significativo o aprendizado de acordo com os referenciais que o aluno já tem ou que terá de encontrar independentemente de uma figura que – na visão dos críticos do modelo tradicional – lhe imponha qual seria o melhor caminho a ser tomado. Chama os alunos, em certa medida, para a construção do próprio conhecimento que adquirem. Assim, desse ponto de vista, o aprendizado poderia ser entendido já como uma extensão da produção de conhecimento.

Uma sala de aula que funcionasse como um laboratório e, ao mesmo tempo, como um lugar de livre pensamento, de busca por conhecimento e soluções, sem receitas ou cânones a serem seguidos: estes objetivos parecem ser inquestionáveis. Menos clara, no entanto, é qual exatamente seria a contribuição do PBL para alcançar esses objetivos. Talvez só o tempo poderá dizer se uma novidade como o PBL será uma força libertadora e encorajadora da reflexão e do pensamento crítico ou os afogará num oceano de estreiteza teórica e conhecimento prático interessante para um mercado de trabalho que exige formação técnica em vez de pensadores críticos. Ainda não é possível encontrar uma resposta para esta pergunta – mas, como ocorre com o que o PBL tem de melhor, a solução parece estar em aberto para ser construída.

A revista ComCiência é uma publicação eletrônica mensal que trata de assuntos ligados a todas as áreas das ciências e é produzida pelo Laboratório de Estudos avançados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp. A revista aborda todo mês um tema específico, com reportagens e artigos relacionados ao assunto. O tema deste mês é a Aprendizagem Baseada em Problemas: http://www.comciencia.br/comciencia/.

Por Danilo Albergaria, da Com Ciência.
Fonte: Secretaria de Ensino Superior – SP

Categorias:Ensino, Pesquisa

Reunião do Núcleo de Empresas de Software no SEBRAE

No final de 2009, com o apoio do UNIVEM, empresários do segmento de desenvolvimento de software se reuniram em busca de formar futuramente uma associação. Dessa forma, fizeram uma série de reuniões para unir as empresas do segmento, com o apoio do Programa Empreender, que é um projeto gratuito do SEBRAE, Associações Comerciais e FACESP – Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo. Esse projeto utiliza uma metodologia própria para apoiar os empresários no levantamento de dificuldades do segmento e de suas empresas, seguido de um plano de ação para implementar as melhorias necessárias e promover o desenvolvimento do associativismo.

 A primeira reunião de 2010 será no dia 23/02, terça-feira, das 08:30h às 10:00h no SEBRAE, sito à Av. Brasil, 412, Centro.

Estão convidados todos os empresários da área de desenvolvimento de software de Marília e região.

Veja as ações em 2009:

https://elvisfusco.wordpress.com/2009/09/16/palestras-sobre-associativismo-no-univem/
https://elvisfusco.wordpress.com/2009/09/14/a-caminho-do-associativismo-em-empresas-de-software-2/
https://elvisfusco.wordpress.com/2009/09/10/a-caminho-do-associativismo-em-empresas-de-software/
https://elvisfusco.wordpress.com/2009/08/12/a-caminho-do-associativismo/
https://elvisfusco.wordpress.com/2009/08/05/marilia-prepara-polo-industrial-de-software/
https://elvisfusco.wordpress.com/2009/07/06/representantes-de-empresas-de-ti-e-centro-universitario-de-marilia-visitam-o-piso/

Aberto Processo Seletivo para o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Unesp

O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC) – Campus de Marília, torna público que, de 01 de fevereiro a 01 de março de 2010, estarão abertas as inscrições para o Processo Seletivo para o Mestrado Acadêmico e Doutorado.

O Mestrado Acadêmico conta com 10 (dez) vagas e o Doutorado com 5 (cinco) vagas.

As informações sobre o PPGCI – UNESP, área de concentração, linhas de pesquisa, corpo docente, dissertações e teses defendidas, processo seletivo, edital e inscrições (on-line) podem ser obtidas via:

– website: http://www.marilia.unesp.br/posci/
– e-mail: posci@marilia.unesp.br
– telefones: +55 (14) 34021336 / 34021357

Inscrições abertas para o Marília Tech Day 2010

Estão abertas as inscrições para o Marília Tech Day 2010, evento organizado pela comunidade técnica de Marília, e com o apoio da Microsoft Brasil, do UNIVEM e outros parceiros, o Marília TechDay 2010 apresentará aos universitários e profissionais do mercado inúmeros recursos técnicos com conteúdo elaborado exclusivamente para o evento.

Por se tratar de um evento presencial, as inscrições foram limitadas ao número de 700 pessoas. Para se inscrever clique no link abaixo e você será redirecionado para a página do evento no site do MSDN, faça login com seu Windows LIVE ID para concluir o processo de registro. Ao final imprima o bilhete de entrada que deverá ser apresentado à organização do Marilia TechDay na data do evento.

CLIQUE AQUI PARA SE REGISTRAR

Univem abre inscrição para pós em Especialização em Sistemas para Internet

O UNIVEM por meio de Centro de Educação Continuada  (CEC) está com inscrições abertas para cursos de pós-graduação lato sensu (Especialização / MBA). Na área de TI será oferecido no início de 2010 turma para o curso de Especialização em Sistemas para Internet.

Acesse a página do curso e veja os objetivos do curso e sua respectiva matriz curricular. As aulas começam em março de 2011 e as inscrições estão abertas.

Para ter mais informações sobre o curso envie e-mail para fusco@univem.edu.br

Empresa de construção civil contrata Consultor ERP

Empresa de Médio Porte atuando no segmento de construção civil busca Consultor ERP para a cidade de Marília.

Perfil desejado do candidato:

  • Experiência com Oracle e/ou Java
  • Experiência na programação e desenvolvimento de ERP
  • Inglês Intermediário

 Enviar Currículo para bvieira@fitrh.com.br