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Posts Tagged ‘Cloud Computing’

Cloud Computing – Uma visão corporativa

Palestra ministrada na AMCHAM em Ribeirão Preto

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Road Show TI do Senac acontecerá no Univem

O Senac de Marília realizará o Road Show TI no Univem, evento que acontece anualmente e conta com um ciclo de palestras gratuitas que mostra o que há de mais novo e relevante no mundo da Tecnologia da Informação.

A programação do Road Show TI em Marília terá 2 palestras que acontecerão nos dias 16 e 20 de maio no Centro Universitário Eurípides de Marília, em uma parceria do Senac de Marília com o Computing and Information Systems Research Lab (COMPSI), núcleo de pesquisa e prática profissional, ligado aos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem.

Para assistir as palestras que acontecerão no Salão Nobre do Univem, o interessado deverá se inscrever gratuitamente através do endereço: http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=DYNAMIC,oracle.br.dataservers.ContentEventDataServer18,selectEvent&template=949.dwt&event=851&unit=MAR

Agenda do Road Show TI em Marília:

Dia 16/05 às 19h30 – O poder das Redes Sociais
Saiba como as Redes Sociais modificam o comportamento dos usuários da Web. Com o crescimento dos adeptos à Internet quais as principais Redes, suas diferenças, cases, como as empresas se posicionam perente o crescimento dessas novas mídias e quais projeções para o futuro.

Palestrante: -Richard Marteli:
Pós Graduado pela PUC de Campinas no curso Educação e Gestão de Pessoas, Pós-Graduado pela GV no curso de Administração da Tecnologia da Informação, Graduado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo como bacharel no curso de Sociologia e Política. É Gestor das áreas de Aplicativos, Internet e Computação Gráfica na Gerência de Desenvolvimento no Senac SP. É autor do livro Excel Básico 2010 da Editora Senac São Paulo.

Dia 20/05 às 19h30: Cloud Computing e Open Source
Cloud Computing não é realmente uma mudança de paradigma, mas a concretização de um conceito há muito conhecido, com cuja adoção deverão ocorrer progressos nas áreas de virtualização, automação, disponibilização de portais de auto-serviço com catálogos integrados de ofertas e na disseminação de infraestruturas de redes de banda larga mais poderosas. A computação em nuvem promete trazer muitas vantagens, especialmente para aplicações que exijam grande variação dinâmica de capacidade de processamento. É importante ficar claro, entretanto, que Cloud Computing não é panacéia para todos os problemas da TI, mas uma oportunidade de disponibilizar recursos computacionais de maneira racional e ambientalmente correta. O modelo de código aberto representa a abordagem ideal para oferecer soluções de computação em nuvem seguras e com grande interoperabilidade.

Palestrante: – Rafael Peregrino da Silva:
Graduado em Engenharia Elétrica, Mestre em Engenharia Elétrica pela UNICAMP, atuou por cinco anos como professor convidado da Universidade Politécnica de Berlim, na Alemanha, local de realização do seu doutorado em Engenharia Biomédica. Administrador de sistemas UNIX a partir de 1991 (SunOS e IBM AIX), começou a trabalhar com Linux em 1996. Atuou como Production Manager da innominate AG e foi Diretor de Tecnologia da bone labs GmbH (atualmente Zertificon GmbH), empresa de segurança em TI, ambas na Alemanha. Ingressou na Cyclades Alemanha (hoje Emerson) como Gerente de Engenharia de Vendas e de P&D em 2002. Retornando ao Brasil em 2004, fundou a Linux New Media do Brasil, editora responsável pela publicação da Linux Magazine no país.”

Palestra “Cloud Computing”

Palestra sobre Cloud Computing ministrada na III Semana de Tecnologia da Informação da FATEC de Presidente Prudente.

Cloud Computing é o maior desafio da carreira em TI

Uma tecnologia é considerada estratégica se nós percebemos que sua implementação e seu uso podem trazer impacto significativo na empresa nos próximos anos.

Todo ano o Gartner aponta “as 10 tecnologias transformadoras” que na nossa visão irão causar maior impacto nas empresas, nos próximos anos.

Esta é a lista de 2010:

  1. Computação em nuvem
  2. Dispositivos móveis e tabletes
  3. Análise de BI avançada
  4. Análise social
  5. Tecnologias de mídias sociais
  6. Vídeo como mídia e como conteúdo
  7. Percepção de contexto computacional (“context awareness computing”)
  8. Computação em todos os lugares (“ubiquitous computing”)
  9. Memória flash
  10. Computação em malha de rede (“fabric computing”)

A computação na nuvem apareceu de repente entre as dez mais, já em segundo lugar, em 2007. Chegou a primeiro em 2008 e permanece aí desde então.

Os critérios para que uma tecnologia possa aspirar uma posição na lista – e, portanto, merecer a atenção das empresas – são que ela deve ser estratégica e “perturbadora” (“disruptive”, em inglês).

Uma tecnologia é considerada estratégica se nós percebemos que sua implementação e seu uso podem trazer  impacto significativo na empresa nos próximos anos: mudanças nos negócios, mais valor e mais competitividade. E ela é perturbadora quando pode transformar pessoas, processos e tecnologia através de soluções novas e radicais, imaturas, por definição, que trazem riscos novos e significativos – e também recompensas novas e significativas e, por isso, são adotadas.

A computação em nuvem é uma família de tecnologias muito diversas, que têm em comum um conjunto básico de características: são oferecidas sempre como serviços, que são escaláveis e elásticos, padronizados, compartilhados entre muitos clientes, pagos pelo uso e entregues através da Web.

Já existem serviços na nuvem sendo oferecidos em cada camada da arquitetura tecnológica. Por exemplo, “infrastructure utility” (infraestrutura), “application platform as a service” (plataforma), “software as a service” (aplicação), “Web engine” (acesso a conteúdo) e “business process utility” (processo).

O potencial mais evidente dessas tecnologias é revolucionar a equação econômico-financeira de como uma empresa adquire e paga TI. São tecnologias que exigem investimentos praticamente nulos, transformando custos fixos em custos variáveis. Além disso, como são pagas pelo uso, em princípio, a curva de gastos é paralela à curva de receitas. Mas não é só isso. Com suas características de agilidade, flexibilidade, escalabilidade e acesso, podem revolucionar o desenho de processos de negócio. Essa inovação trazida por processos de negócio radicalmente novos deve resultar em um salto no valor que TI entrega ao negócio.

O autor canadense Don Tapscott (“Wikinomics”) diz nas suas palestras ao redor do mundo: “Devemos começar a pensar na Web como um único e gigantesco computador. Todos os negócios estarão aí”. É uma visão poética e provocadora, que não necessariamente vai se converter numa realidade para todas as empresas. Mas todas – que hoje têm arquiteturas tradicionais – precisam começar a caminhar na direção a uma arquitetura mais amigável à Web.

E aí entram os profissionais de TI.

Na pesquisa que fizemos entre CIOs de todo o mundo no final de 2009, os CIOs brasileiros se mostraram muito mais inclinados à adoção de serviços na nuvem que seus colegas de outras partes do mundo. De fato, faz sentido. Com orçamentos de TI mais limitados que seus competidores lá fora, o CIO brasileiro percebe os serviços na nuvem como uma alternativa viável para a adoção de tecnologias de ponta, que coloquem sua empresa em paridade tecnológica global. Aí, com um pouco de criatividade no uso dessas tecnologias, combinando componentes dos serviços na nuvem de maneira inovadora, as empresas brasileiras podem conseguir o diferencial competitivo necessário.

Pensando assim, eu esperava ver em 2010 uma forte aceleração na adoção desses novos serviços e, na verdade, pouco ou quase nada aconteceu. Como se pode explicar esse comportamento, contrariando na prática o que havia sido dito na pesquisa?

Na minha opinião, parece que existem duas explicações complementares. A primeira é uma reação à imaturidade dos serviços. Esses serviços trazem uma combinação desafiadora de duas características: de um lado, trazem riscos novos, que não sabemos gerir; de outro, os serviços nas nuvens já chegam prontos, os clientes têm muito pouca possibilidade de gestão sobre eles. A segunda explicação me parece mais subjetiva e pouco percebida (ou discutida).

Talvez inconscientemente, os profissionais de TI receiem adotar os serviços na nuvem por não terem as competências profissionais para a nova situação. De fato, as regras mudam completamente. Muda completamente a maneira como se deve especificar, escolher, contratar e gerir um serviço na nuvem. Ser um grande especialista em quaisquer das tecnologias que foram críticas na TI tradicional já não garante um desempenho superior nesse novo mundo.

É verdade que poucas empresas precisam completar a transição para uma arquitetura totalmente centrada na Web. Também é verdade que essa transição, mesmo que parcial, vai levar algum tempo. Mas certamente todas as empresas precisam iniciar essa jornada. Agora. O valor potencial a ser entregue pela nova TI ao negócio é muito grande para deixar para depois.

E aí voltamos aos profissionais de TI. Eles têm que liderar essa transição. Eles têm que indicar os novos caminhos ao pessoal de negócios. Eles têm que mostrar como obter muito mais valor para os negócios com as novas tecnologias. Em contrapartida, internamente eles têm que estar dispostos a iniciar a jornada que vai transformar a antiga área de TI em uma organização que esteja preparada para entregar valor ao negócio a partir dos novos serviços.

Na verdade, o fato de serem especialistas em uma ou outra tecnologia talvez não seja a característica mais importante dos profissionais de TI. Em minha opinião, o que caracteriza esses profissionais e o que os torna valiosos para suas empresas, é o seguinte: um grupo de profissionais de alto nível, com competências diversificadas (informação, processos, organização e tecnologias), em geral criativos, que têm a capacidade de trabalhar colaborativamente na criação de soluções de negócios. É isso que torna a área estratégica para todas as empresas, usando TI, tecnologias na nuvem ou quaisquer outras que sejam necessárias.

Fonte: IDG Now – Cassio Dreyfuss – Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner

Palestra “Cloud Computing” ministrada na VII Semana de Tecnologia da Fatec-Garça

Palestra sobre Cloud Computing na FATEC de Lins

Palestra Cloud Computing na ETEC de Marília

Palestra ministrada durante a III Semana de Informática da ETEC de Marília.