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Archive for the ‘Tecnologia’ Category

Gartner: 5 principais atributos da computação em nuvem

São Paulo – De acordo com documento apresentado pela consultoria, essa definição deve ajudar as empresas a analisar se os modelos oferecidos no mercado aderem ao conceito.

Por Redação CIO
02 de julho de 2009 – 09h05

Um recente relatório da consultoria Gartner elenca os cinco critérios que definem o modelo de cloud computing (computação em nuvem). No documento, a empresa afirma que esses atributos ajudarão a analisar até que ponto as soluções e serviços oferecidos no mercado aderem, ou não, a esse conceito.

Ainda no documento, o Gartner define cloud computing como um estilo de computação escalável e elástica na qual os recursos de TI são fornecidos como um serviço para clientes externos, a partir da internet. Os cinco atributos definidos para a computação em nuvem são:

1. Baseado em serviço – Na computação em nuvem os serviços podem ser considerados sob medida, uma vez que são designados para atender a necessidades específicas de um grupo de clientes. As tecnologias, por sua vez, são escolhidas para suprir a solução ou o serviço em vez do contrário – o serviço ser desenvido de acordo com a infraestrutura tecnológica disponível.
2. Escalável e elástico – O serviço pode ter capacidade de escalar de acordo com as demandas do cliente. Já a elasticidade é um pressuposto para o caso dos ambientes em que existem recursos compartilhados de TI. No caso da escala, ela é um requisito ligado à infraestrutura e a software. Enquanto a elasticidade está associada não só à escala, mas também com modelos econômicos.
3. Compartilhado – A criação de grupos que compartilham serviços facilita a economia de escala. E os recursos de TI são usados com o máximo de eficiência. A infraestrutura, software ou plataformas passam a ser divididos entre vários usuários do serviços. Isso permite fornecer um número infinito de recursos para atender as necessidades de múltiplos clientes, ao mesmo tempo.
4. Medido por uso – Esse modelo de serviços possibilita criar métricas que permitam diferentes modelos de pagamento. O provedor pode cobrar pelo uso, por número de usuários, criar planos limitados, entre outros. Mas, em todos os casos, o pagamento vai ser feito pelo uso do serviço e não de acordo com o custo do equipamento.
5. Baseado no uso da internet – Os serviços são oferecidos por meio de protocolos e formatos web (como URLs, http e IP).

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Aluno de Computação do UNIVEM utiliza recursos dos famosos videogames para criar um jogo digital didático

Jornal do UNIVEM – Edição de junho 2009

A paixão pelos jogos digitais, comum a milhões de jovens, e a curiosidade em saber como são desenvolvidos, levaram Guilherme Cruz Zacarias da Silva, do segundo ano de Ciência da Computação do Univem, a encarar um desafio: criar um jogo baseado em estilos que fazem sucesso no mercado, como os famosos Space Invaders, mas com conteúdo didático.
               Guilherme explica que a maioria esmagadora dos jogos didáticos não faz sucesso no mercado por diversos motivos: problemas de design, grandes manuais, ausência de ação e emoção ou até falta de envolvimento com o jogador. Os jogos de ação, ao contrário, agregam características que fazem sucesso entre os jogadores, proporcionando emoções diversas, interatividade, design arrojado e outros.
               “O projeto busca despertar a vontade e a curiosidade do jogador em conhecer o jogo e desenvolver a trama, buscando as respostas aos enigmas apresentados com os padrões iguais ou similares de estrutura da maioria dos jogos disponíveis no mercado”, resume. A idéia é inserir a matéria de história como cenário do game. “Ainda não determinei qual período e local vou retratar, pois essa é uma missão para as férias de julho”, brinca o jovem pesquisador.
            No momento, ele finaliza a parte técnica de produção do game. Já estudou a estrutura básica de desenvolvimento de jogos e montou um mini-game em duas dimensões (2D), para testar conceitos importantes de organização e cálculos de colisão. Há poucos dias, conseguiu um progresso expressivo no projeto, que foi a inserção de objetos tridimensionais (3D). “Foi uma conquista realmente importante e nós estamos vibrando com a novidade”, diz Guilherme, referindo-se ao orientador do projeto, o professor Paulo Nardi.
               A etapa atual concentra-se na aplicação de texturas e cores nos objetos, além do aperfeiçoamento no posicionamento de câmera. Até o final do ano, o aluno espera dispor de um game que costumam chamar de Demo (demonstrativo). “No final de 2010, acredito que teremos em mãos um jogo completo.”

O desenvolvimento
            Guilherme explica que o desenvolvimento do jogo utiliza os chamados frames, que são imagens congeladas na tela. Uma sequência de diferentes frames forma um vídeo. A plataforma de desenvolvimento, a chamada framework, usada pelo aluno do Univem é a Microsoft XNA.
            “Um jogo digital para computador é um software um pouco mais elaborado do que uma aplicação, pois é subdividido em módulos, chamados motores, ou engines”, prossegue Guilherme. Ele frisa que o programa principal utiliza diversos motores para estruturar suas entradas, saídas e processos do jogo. “É importante lembrar que os motores são usados na forma de métodos”, diz. Como exemplo, cita:

– Motor gráfico: responsável pela apresentação dos gráficos na tela;
– Motor de física: responsável pelas deformações e colisões entre objetos;
– Motor de áudio: responsável pelo controle da saída de som.

            O software editor utilizado para desenvolver o jogo deste projeto é o Microsoft Visual Studio 2005.

Prazer em pesquisar

               Aos 19 anos, Guilherme é daqueles alunos movidos pela curiosidade, justamente uma das molas propulsoras da pesquisa científica, em parceria com a iniciativa e o prazer em buscar respostas e soluções aos problemas. A rotina diária apertada – ele trabalha como caixa no Bradesco –  não atrapalha o ritmo do trabalho.
               “É a primeira pesquisa que desenvolvo, mas, com certeza descobri mais uma atividade que me traz satisfação e informação em larga escala”, avalia. “Acredito que construir o conhecimento seja tão importante quanto adquiri-lo.“
               Guilherme elogia seu orientador. Ele comenta que, quando tem alguma dúvida, busca diversas opiniões e opções. Juntos, procuram tomar a melhor decisão para solucionar o problema. “Essa forma de trabalho contribui muito para que eu possa ampliar meus conhecimentos”, finaliza.

Área promissora

               O professor Paulo Nardi, orientador do projeto desenvolvido por Guilherme, destaca que a indústria dos jogos digitais passou a do cinema em lucratividade. “E é um campo ainda pouco explorado no Brasil, apesar de estar crescendo.”
               Ele comenta que, no ano passado, a Ubisoft, empresa multinacional, instalou uma filial em nosso país. “Outro ramo que está crescendo muito é o de jogos para celular”, diz.
               Para desenvolver jogos digitais, o profissional precisa adquirir grande conhecimento na área de Computação. O professor ressalta que um desenvolvedor de jogos consegue criar um software comercial (de vendas, padaria, supermercado e outros), mas um criador de software comercial precisa adquirir muito conhecimento para desenvolver um jogo. “É uma espécie de elite de desenvolvedores”, resume.

O que é um Space Invaders

               O Space Invaders foi um dos primeiros jogos de sucesso entre os videogames. É bastante simples: o jogador controla uma nave na parte inferior da tela, movendo-a para a direita ou esquerda, e atirando. Os inimigos são grupos de naves que começam na parte superior da tela e vão descendo. “O objetivo é destruir todas essas naves antes que elas cheguem a você”, diz o professor Nardi.
               “Apesar de simples, é preciso muitos dos principais conhecimentos necessários para criar um jogo, como controle sobre personagem, criação da tela do jogo e algoritmo de detecção de impacto”, conclui.

Parceria com a Microsoft

O Univem mantém uma parceria com a Microsoft, por meio do programa Academic Alliance, que coloca à disposição de professores e alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação os softwares da empresa. Eles podem utilizá-los durante as atividades dos cursos, tantos nos laboratórios da instituição, quanto em seus computadores pessoais. Os próprios alunos têm uma conta de acesso ao site da empresa, em que podem baixar os softwares.

Vídeo da Palestra Plataforma .NET na ETEC de Marília/SP

 Clique para assistir no site UStream a palestra ministrada na II Semana de Informática do Centro Paula Souza (ETEC de Marília).

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Microstrategy oferece suíte de BI grátis

 
por IT Web
25/06/2009
 
Segundo a fabricante, não é necessário ser cliente para utilizar a versão departamental do aplicativo
 

 Para acirrar ainda mais a disputa no mercado de soluções de business intelligence (BI), a Microstrategy anunciou que deixará disponível aplicações departamentais de BI grátis.

Batizada de Reporting Suite, a ferramenta permite a geração de relatórios e análise, baseadas na web, sem nenhum custo para até cem usuários departamentais nomeados.

Segundo a fabricante, não é preciso ser cliente para aproveitar o benefício. O download da plataforma está disponível na internet (acesse o site).

A iniciativa pode servir como uma porta de entrada para o mundo do BI, uma vez que a versão gratuita não permite recursos avançados, como geração de dash boards, por exemplo.

“Quando as demandas por relatórios expandirem, as companhias poderão adquirir licenças com recursos mais avançados, com maior interatividade e para um número adicional de usuários”, informou a Microstrategy.

A Microstrategy oferece, ainda, treinamento rápido e suporte grátis, por e-mail por 60 dias.

Gartner lista cinco atributos para cloud computing

por IT Web
23/06/2009
 
Instituto define pontos para ajudar a elucidar o conceito que, a cada dia, ganha mais força no mundo de TI
 

 O termo cloud computing vem sendo usado a exaustão no mercado de TI. O burburinho contrasta com sua adoção ainda tímida. Espera-se que o conceito ganhe força nos próximos anos.

Mas ainda há dificuldade até para contextualizar o conceito. Para o Gartner, computação em nuvem pressupõe escalabilidade e elasticidade que permite entrega de tecnologia sob demanda suportada pela internet.

O instituto listou cinco atributos a serem observados por quem quer aderir à computação em nuvem. Confira:

Baseado em serviços: é importante estabelecer relações claras nos níveis de serviço, sendo que as tecnologias ofertadas devem se adaptar as necessidades dos consumidores e não o inverso. Os contratos devem considerar disponibilidade, tempo de resposta, desempenho versos preço; além de processos operacionais claros e pré-estabelecidos.

Escalável e elástico: cloud computing precisa oferecer a capacidade de aumentar ou diminuir a utilização da tecnologia de acordo com a demanda. Essa equalização pede automação e respeito a prazos curtos. Além disso, o conceito implica que recursos podem ser acrescidos ou retirados do pacote contratado conforme a necessidade do cliente.

Compartilhado: o compartilhamento de recursos trazidos pela computação em nuvem permite economias de escala, com a TI sendo utilizada no máximo de sua eficiência.

Medido pelo uso: o prestador de serviços cobra o usuário pelo quanto ele usou da tecnologia e não no custo dos equipamentos/licenças. Isso pode significar planos de precificação “pague quanto consumir”, assinaturas, planos fixos e, até mesmo, livres. Essa métrica pode ser definida por horas de utilização, transferência de dados, atributos entregues, etc.

Por meio da internet: cloud computing chega ao usuário através de identificadores de internet, formatos e protocolos (como URLs, HTTP, IP ou arquitetura orientada a web).

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Google desenvolve Banco de Dados na Arquitetura Cloud Computing

O Google lançou no dia 09 de junho o Google Fusion Tables, que pretende ser um sistema de gerenciamento de dados implementado sob o conceito da Computação em Nuvem.

O Fusion Tables não é um sistema gerenciador de banco de dados baseado em SQL, o foco é no processamento e colaboração de dados de diversas fontes com ênfase na visualização e publicação na Web. A idéia vem da necessidade das empresas compartilharem informações entre stakeholders e permitir o trabalho colaborativo em bases de dados tendo a Web como plataforma. Permite, ainda,  integração com o Google Maps, no desenvolvimento de bases de dados geo-processadas.

Para testar o serviço acesse: http://tables.googlelabs.com

Lei federal apelidada de ‘AI-5 digital’ gera polêmica

Lei federal apelidada de ‘AI-5 digital’ gera polêmica
Para professor, projeto do senador Azeredo quer cercear ao invés de incluir

Izabel Dias
Agência BOM DIA

Ricardo Shimizu/Agência BOM DIA

Projeto de lei substitutivo de autoria do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que pretende classificar os crimes de informática tem causado polêmica entre usuários de internet e está sendo chamado de AI-5 digital.

O projeto quer obrigar os provedores a manter cadastro de todos os usuários, além de várias ações que irão cercear a liberdade dos internautas.

Para o professor Elvis Fusco, coordenador dos cursos de ciência da computação e sistemas de informação do Univem, a internet se define como uma rede aberta e livre e a lei, da forma como está, modifica essa importante característica. “Qualquer ação que venha cercear o acesso não é natural”, disse.

Segundo o professor, a lei do senador Azeredo se baseia em uma lei francesa que pede para bloquear acessos e criminalizar a livre troca de arquivos, impedindo a ação das redes abertas e reforçando a questão do direito autoral.

Elvis Fusco explica que alguns artigos da lei criminalizam atos básicos como repassar e-mails com vírus ou trocar informações digitais como livros ou músicas.

“Do jeito que está não pode ser aprovado. Deve ser discutido de forma multidisciplinar, inclusive com o Ministério Público.”

A lei prevê ainda que fique registrado durante três anos no provedor tudo o que o internauta fez, como conversas e sites que visitou.

A utilização social da internet como projeto de inclusão também seria prejudicada. “Pela segurança está se abrindo mão da liberdade.”

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Slides da Palestra Plataforma .NET

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