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Archive for the ‘Empreendedorismo’ Category

II Seminário de Inovação e Tecnologia da Informação de Marília

II Seminário de Inovação e Tecnologia da Informação de Marília, evento organizado pelo Univem em parceria com o SEBRAE e a ASSERTI (Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação), acontece durante a V Semana de Tecnologia da Informação do Univem.

V Semana de Tecnologia da Informação do Univem

Acontece nos dias 15, 16 e 17 de outubro a V Semana de Tecnologia da Informação do Univem, evento organizado pelos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação em parceria com o COMPSI.

Evento que já tem se tornado tradição entre os profissionais, empresas e alunos da área de TI da região, esse ano o evento traz como foco o empreendedorismo e o fortalecimento das empresas de TI da região.

A programação é composta por palestras sobre temas como: Inovação e Sustentabilidade em empresas de tecnologia, Coaching, Padrões de Projeto e Refatoração,  Uso de Ferramentas Livres em Empresas de Software, Gestão da Informação e Gerência de Projetos com Scrum.

Além das palestras, os participantes podem aperfeiçoar seus conhecimentos técnicos participando de minicursos com temas de forte aderência com o mercado de trabalho: Java, Struts, FPGA, Python, Ruby on Rails, Pen Test com BackTrack, Active Directory, ExtJs, Técnicas de Invasão, Android e Zend Framework. Durante o evento também acontecem oficinas com temas ligados a empresas: Ferramentas Open Source Aplicadas a Empresas de TI, Uso de Repositórios Digitais nas Empresas e Realidade Aumentada Aplicada a Negócios.

Como nos eventos anteriores, o evento traz novamente o Recruiting Semanati 2012, espaço destinado às empresas realizarem a exposição de seus produtos e serviços, possibilitando a criação de uma cultura de envolvimento com potenciais colaboradores e expor positivamente sua marca para a comunidade, permitindo a prospecção de talentos por meio do recebimento de currículos. Ótima oportunidade dos profissionais na área de TI aumentarem seu networking conhecendo as principais empresas da área da região.

Durante o evento, o CIEM (Centro Incubador de Empresas de Marília), incubadora ligada ao Univem, Sebrae e Prefeitura Municipal de Marília, terá um stand, trazendo para os participantes informações sobre o processo de incubação de empresas como forma de fomentar o empreendedorismo e a legalização de empresas na área de TI com o objetivo de fortalecer a sustentabilidade econômica e o desenvolvimento social desses empreendimentos.

Grandes empresas como a Boa Vista Serviços, Tray Sistemas, Buscapé Company, Mercosistem e Life, além da Incubadora de Empresas de Marília (CIEM), CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola) e a Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação (ASSERTI) também estarão presentes no evento com stands no espaço Recruiting.

Para fazer sua inscrição e ver a programação completa do evento, acesse http://www.univem.edu.br/semanati2012.

Para mais informações envie e-mail para semanati@univem.edu.br.

Centro Incubador de Empresas de Marília

Para que o empreendedorismo aconteça é preciso que os alunos encontrem todas as condições favoráveis para colocar suas ideias em prática, ou seja, transformar visões de futuro e projetos em empresas de sucesso.

Um dos grandes diferencias do Univem, além do excelente quadro docente, é a incubadora de empresas, mantida em parceria com o SEBRAE e com a Prefeitura Municipal de Marília. Somos a única instituição de ensino superior do estado que conta com duas unidades de incubadora de novos negócios.

Com o foco em empresas de tecnologia, muitas empresas de sucesso atualmente no cenário brasileiro começaram suas atividades no CIEM (Centro Incubador de Empresas de Marília): Tray, Bcash (Buscapé Company), Atual Sistemas, COMBR, Consistrans, Emporium Digital, Interfocus, Transconect, entre outras.

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Univem realiza parceria com a Boa Vista Serviços

Foi estabelecida oficialmente nesta terça (25/09) parceria  entre o Univem e a empresa de São Paulo Boa Vista Serviços.

A Boa Vista Serviços é um bureau de crédito brasileiro que oferece soluções inteligentes para a tomada de decisões de crédito e gestão de negócios. É administradora do SCPC, banco de dados com mais de 350 milhões de informações comerciais sobre consumidores e 42 milhões de registros de transações entre empresas.

Criada em 2010, é resultado da união da Associação Comercial de São Paulo, do fundo brasileiro de investimentos TMG Capital, da Equifax Inc., do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, da Associação Comercial do Paraná e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre.

Representantes do Univem e da Boa Vista Serviços durante a oficialização da parceria

Hoje, atua com uma rede nacional de mais de 2,2 mil entidades representativas do varejo em todas as regiões do Brasil. A riqueza de informações do banco de dados permite à Boa Vista Serviços oferecer soluções inteligentes para auxiliar o processo de tomada de decisões de negócios de seus cerca de 1,2 milhão de clientes diretos e indiretos em todos os segmentos da economia.

Em janeiro de 2012, a Boa Vista Serviços adquiriu a TPC Soluções em Informática, empresa mariliense especializada em ERP para entidades de proteção ao crédito, por este motivo e pela tradição do Univem na formação de mão de obra especializada na área de TI, através dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação, a Boa Vista demonstrou interesse em instalar seu centro de inovação e tecnologia em Marília.

Como resultado da parceria entre a Boa Vista Serviços e o Univem, ainda neste ano será instalada no campus do Univem, o Centro Boa Vista de Inovação e Tecnologia na forma de uma fábrica de software que produzirá tecnologia para sustentar os produtos e serviços da Boa Vista.

Neste contexto, a Boa Vista demandará mão de obra especializada em desenvolvimento de software e a parceria com o Univem se torna estratégica para empresa por conta dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação que a instituição oferece. Outro diferencial é o desejo da empresa em realizar projetos em comum com o COMPSI, núcleo de pesquisa e inovação em Computação e Sistemas do Univem.

Com a vinda da Boa Vista, Marília se consolida ainda mais como um pólo de tecnologia no interior de São Paulo, gerando oportunidades para profissionais na área de TI e para os alunos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem.

Nasce a ASSERTI…

Assembleia de Constituição da ASSERTI

Neste dia 11 de setembro, aconteceu no Sebrae de Marília a Assembleia de Constituição, Fundação, Eleição e Posse de Diretoria da Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação – ASSERTI.

A visão de ter uma associação de empresas de TI iniciou no final do ano de 2008 na I Semana de Tecnologia da Informação do Univem, durante uma mesa redonda entre alguns empresários e docentes dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem.

Após esse evento, foram realizadas visitas a algumas associações como a APETI de São José do Rio Preto e o PISO de Ribeirão Preto.

Em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Marília, o SEBRAE, a FACESP e o Univem, foi criado o NDS Marília (Núcleo de Empresas Desenvolvedoras de Software de Marília e Região), que foi o embrião da ASSERTI.

Empresários Associados Fundadores da ASSERTI

O NDS Marília realizou várias ações em benefício das empresas de software de Marília e região, como treinamentos, capacitações, palestras, programas de melhorias de processos de desenvolvimento, entre outras. Além dessas ações, foi possibilitada a criação de um ambiente propício de colaboração entre as empresas surgindo então várias parcerias e projetos em comum.

O próximo passo aconteceu nesta terça com a constituição da ASSERTI (Associação de Empresas de Serviço de Tecnologia da Informação).

Fizeram parte da criação da ASSERTI as seguintes empresas:

  • ABASE TELECOM
  • ADJ SISTEMAS
  • AFL SISTEMAS
  • BEST CODE
  • BOA VISTA SERVIÇOS
  • BREDA´S INFORMÁTICA
  • COESMA
  • COMBR
  • DSIN
  • GUESS
  • INTERFOCUS
  • LIFE
  • MERCOSISTEM
  • MEVINTEC
  • NEEMO
  • ONCLICK SISTEMAS
  • PERSYS
  • SAMSOFT
  • SIMPLES
  • SOFOLHA
  • SPACNET
  • TRANSCONECT
  • WEBLINE
  • WEBTECHNOLOGIC

A primeira diretoria e conselho fiscal da ASSERTI também foram eleitos:

Cargo ASSERTI

Representante

Empresa

Diretor Presidente

Elvis Fusco

Univem

Diretor Vice-Presidente

Milton Ângelo Breda

Breda´s Informática

Diretor Primeiro Tesoureiro

João Carlos Guedes

Guess

Diretor Segundo Tesoureiro

Waldemar Anderson

OnClick Sistemas

Diretor Primeiro Secretário

Giulianna Marega Marques

PERSYS

Diretor Segundo Secretário

Vander Galvão

COMBR

Diretor Cultural, Comunicações e Marketing

Luis Eduardo Diaz Toledo Martins

Life

Diretor de Promoção e Desenvolvimento Social

Jose Luis Leite

Mercosistem

Diretor de Projetos

Adilson Figueiredo de Lima

AFL Sistemas

Diretor de Relações Institucionais

Rodrigo Rosalin Alves Ferreira

Neemo

CONSELHO FISCAL:

Cargo ASSERTI

Representante

Empresa

Primeiro Conselheiro Fiscal

Wanderley Novello de Lima Junior

SoFolha

Segundo Conselheiro Fiscal

Vanderlei Saçaki

Simples

Terceiro Conselheiro Fiscal

Marcelo Knopp

WebTechnologic

Primeiro Conselheiro Fiscal Suplente

Rodrigo Dieger

Boa Vista Serviços

Segundo Conselheiro Fiscal Suplente

Fagner Paes

Best Code

Terceiro Conselheiro Fiscal Suplente

Ageu Duarte

ADJ Sistemas

Convocação de Assembléia Geral Ordinária de Constituição da Associação de Empresas de Serviços de TI – ASSERTI

A Comissão para Constituição, Fundação, Eleição e Posse de Diretoria da Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação – ASSERTI, CONVOCA, todos os empresários de Marília e região e demais pessoas interessadas, na qualidade de sócio associado fundador, para a realização da Assembléia Geral Ordinária, no dia 11 de setembro de 2012, às 09:00hs em primeira convocação, e às 09:30hs em segunda com qualquer número de presentes. A Assembléia ocorrerá no SEBRAE de Marília, sito a Avenida Brasil 412, Centro, Marília – SP, a fim de serem deliberados e discutidos a seguinte ordem do dia:

1 – Deliberação sobre a fundação da Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação – ASSERTI;

2 – Aprovação do Estatuto Social da entidade;

3 – Eleição e posse da 1ª Diretoria;

4 – Assuntos de interesse geral.

Adilson Figueiredo de Lima
Ageu Duarte Junior
Bruno Felipe Cerqueira Silva
Cristian de Oliveira Tertuliano
Eduardo Berto
Elerson Diniz Leonardo
Elton Aquinori Yokomizo
Elvis Fusco
Fagner Christian Paes
Giulianna Marega Marques
Hieda C. B. Galvão
Hilton Silva Pereira
João Carlos Guedes dos Santos
José Luis Leite
Luis Alexandre Boyago dos Santos
Marcelo Knopp
Milton Ângelo Breda
Priscila de Lucas Pinato
Valderez Canuto Diniz
Vander Fernando B. Galvão
Waldemar Adolfo Andersen
Willians Cristiano Marques
Comissão de Constituição e Fundação da ASSERTI

 Marília – SP, 27 de agosto de 2012.

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Certificação de software nacional entrará em consulta pública

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) promete colocar em consulta pública no próximo mês o programa Certificação de Tecnologia Nacional de Software e Serviços (Certifics), que beneficia o produto brasileiro nas compras governamentais. Durante 30 dias empresas do setor poderão opinar e dar contribuições para a proposta do governo federal que deverá entrar em vigor por meio de uma portaria do MCTI

A Certifics é uma das ações do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), lançado na manhã desta segunda-feira (20/08), em São Paulo, pelo ministro da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp.

Segundo o MCTI, o objetivo da Certifics é identificar, credenciar e diferenciar o software e seus serviços, gerando valor local e competitividade global para o Brasil. Essa avaliação será realizada pelo Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI Renato Archer).

Durante a apresentação do TI Maior para empresários do setor, o ministro do MCTI, Marco Antonio Raupp, destacou que a certificação amplia os benefícios da Lei 12.349/2010, que dá preferência de compras para produtos e serviços nas licitações do governo.

Entretanto, Raupp informa que a certificação não se destina apenas para empresas brasileiras. Companhias multinacionais que desenvolvem software no Brasil também podem buscar o novo selo.

O secretário de Políticas de Informática do MCTI, Virgílio Almeida, acrescenta que o plano da certificação é também atrair centros de pesquisas e desenvolvimento de fabricantes de software internacionais.

Nesse caso, o CTI Renato Archer se encarregará de fazer inspeção nos programas das multinacionais interessadas em participar desse processo para medir o índice de nacionalização.

Almeida informa que a certificação de software de multinacionais com desenvolvimento parcial no Brasil terá de atingir uma taxa de nacionalização acima de 50%. “Sabemos que é irreal exigir desenvolvimento de 100% no Brasil”.

Reação da indústria

Empresários do setor comemoram a iniciativa do governo de favorecer o produto nacional. Para Gérson Schmitt, presidente da Brasileira das Empresas de Software, a iniciativa da certificação é positiva, embora considere que esse não é um trabalho simples por se tratar de análise de bem intangível.

“Vamos tentar ajudar o governo a andar nessa direção. Não vai ser uma resposta fácil porque há pontos polêmicos. Mas a certificação é importante para beneficiar o que é feito no Brasil”, avalia. Segundo ele, a partir da dessa identificação, o software brasileiro poderá ganhar mais força para ser comercializado no mundo inteiro.

“Até agora não havia no Brasil como identificar o software nacional”, afirma Luís Luchetta, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assesspro). Ele diz que a Lei 12.349/2010 não informa com clareza o que é software nacional. O executivo considera que essa análise é mais fácil para hardware em razão do Processo Produtivo Básico (PPB) do MCTI que sabe que equipamentos são fabricados no País.

Apesar de apoiar a nova certificação, Luchetta informa que a Assesspro vai reunir as 14 regionais espalhadas pelo País e outras associações de software debater o tema em um encontro no próximo dia 28/08. “Vamos avaliar o documento para decidir se apoiaremos ou faremos reivindicações”,diz o presidente da Assesspro Nacional.

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IT Maior: Indústria de software receberá aporte de R$ 500 milhões

A indústria brasileira de software receberá um aporte de meio bilhão de reais nos próximos três anos do governo federal para aumentar a sua competitividade no mercado local e externo. O investimento faz parte do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior), lançado na manhã desta segunda-feira (20/08), em São Paulo, pelo ministro da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp.

Esses recursos serão repassados por meio de editais públicos que começam a ser lançados a partir deste mês para incentivar a indústria de software. O capital vai financiar um ecossistema que está sendo criado pelo IT Maior para fomentar o setor, que abrange desde o desenvolvimento das soluções até a comercialização e exportação.

Entre os orgãos que vão liberar os recursos estão a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Resultado de mais de um ano de estudo juntamente com empresários do setor e entidades de classe, o IT Maior se baseia em um conjunto de ações para fortalecer esse segmento, que foi considerado pelo governo federal estratégico para a economia do Brasil.

Ao apresentar o programa para as lideranças do setor, o ministro Raupp, destacou que o software é uma tecnologia que está presente atualmente em quase todos os negócios, utilizado para processar diversas operações e criação de novos produtos.

“Sem software não há inovação”, destacou Raupp, mencionando que essa indústria movimentou 37 bilhões de reais em 2011 e que tem potencial para crescer. “Esse setor não pode ficar sem investimentos”, declarou o ministro, lembrando que as fabricantes de hardware e de semicondutores já haviam sido beneficiadas com programas de incentivos, mas que faltava algo específico para tornar esse segmento mais robusto.

“O programa não olha só para o desenvolvimento, mas para a oferta e demanda. Software é estratégico para o Brasil”, reforçou o ministro do MCTI, que espera que o IT Maior fomente a indústria brasileira e que os players locais consigam fazer frente aos produtos importados.

Pilares do IT Maior   Entre as ações previstas pelo IT Maior estão a consolidação de ecossistemas digitais; a certificação e a preferência nas compras governamentais para aplicativos com tecnologia naciona e a aceleração de empresas nascentes de base tecnológica com foco em software e serviços.

O novo programa vai incentivar também a instalação de centros de pesquisa globais e a capacitação de jovens para o mercado profissional.

O “TI Maior” é integrado à Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia & Inovação 2012-2015, que prevê a elaboração de um programa específico para estimular o desenvolvimento do setor de software e TI.

Também está articulado a outras políticas públicas do governo federal, como a Estratégia Nacional de Defesa (END), o Plano de Aceleração do Crescimento 2 (PAC2), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e o Programa Brasil Mais Saúde.

Segundo o MCTI, a iniciativa está alinhada ainda com o Plano Brasil Maior, o Plano Agrícola e Pecuário (PAP), além dos Regimes Especiais, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria de Semicondutores e Displays (PADIS) e TV Digital (PATVD).

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O que é uma startup?

Com a crescente demanda do mercado de Internet, cada vez mais empresas estão nascendo com projetos ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de novas ideias. É comum escutarmos o termo startup, o qual representa estas corporações geralmente de caráter tecnológico, tendo como alicerce o espírito empreendedor e a busca por um modelo de negócio inovador.

As startups buscam, por meio de análise de mercado, transformar ideias em grandes empreendimentos, possuem baixos custos iniciais, porém, com uma expectativa de crescimento muito grande. Exemplos claros de startups que já estão solidificadas no mercado são o Google, a Yahoo e o Ebay. Um ponto a ressaltar é que startups não são somente negócios de Internet – elas nascem com mais facilidade como empresas de software, pois é bem mais econômico do que uma indústria.

Para Gustavo Caetano, presidente da Associação Brasileira de Startups, a maioria delas têm um perfil jovial, otimista, não burocrático e sem elementos tradicionais de uma empresa comum, como hierarquia rígida, formalidades de vestuário e horários fixos, por exemplo. As startups, em regra, querem as pessoas felizes e com qualidade de vida, fazendo o que gostam, utilizando de forma agradável o capital intelectual adquirido.

Por serem promissoras, as startups atraem diversos investidores que absorvem as ideias como uma forma de melhoria do próprio negócio, utilizando ferramentas e permitindo a elas o ganho de visibilidade no mercado. Um investimento, por definição, tem um início e um fim e o objetivo é gerar lucro. “Os investidores procuram startups, pois, como o mercado de tecnologia está em alta, em grande parte resultado da revolução da conectividade e mobilidade, o crescimento de uma startup pode ser exponencial e muito rápido, e o mesmo acontece com o seu valor de mercado”, explica Caetano.  Por esse motivo, o investimento que atinge o sucesso, pode retornar muitas vezes mais o valor do investimento e essa alta rentabilidade atraem os investidores com maior perfil de risco.

Segundo Rodrigo Borges, VP de Novos Negócios e Fundador do Buscapé Company, “ existem startups que estão dentro da cadeia de valor do Buscapé, que procuram criar ferramentas que auxiliem o consumidor, então, nós somos uma plataforma que disponibiliza suporte em tecnologia e mentoring para estas empresas”.

Para que uma startup atraia um investidor, ela deve estar alinhada com o perfil de negócios da corporação e buscando maneiras de agregar diferenciais de negócio, “O maior exemplo de sinergia do Buscapé foi o SaveMe, que é um agregador de cupom, onde em questão de  1 ano saiu de 0 para faturar 30 milhões”, afirma Borges.

Um exemplo de investimento recente realizado pelo Buscapé foi o Moda It, um agregador de informações com formadores de opinião sobre moda, ou seja, quando uma pessoa vai comprar um vestuário, terá todas as informações necessárias sobre as tendências daquela peça.

Como atrair investidores

É importante o empreendedor estar atento às demandas para criar produtos que sejam atrativos para o mercado. Uma startup deve ter este espírito, “investir em uma startup é um investimento de risco, pois, na criação de um negócio inovador estão envolvidas diversas variáveis de sucesso”.

Por esse motivo, os investidores procuram empresas que ofereçam uma boa relação entre risco, inovação, mercado e escalabilidade. “Alguns preferem investir em startups com modelo de negócio já aprovado, outros preferem com alto grau de inovação. Mas todos investidores procuram empreendedores de alto impacto, startups com um bom time e que acreditem no problema que estão resolvendo”, resume Caetano.

Startup na prática

Um exemplo de startup com uma ideia inovadora e um propósito interessante é a Dreabe, a primeira rede social brasileira planejada para ajudar pessoas a realizar sonhos. O projeto roda na Internet, desde março deste ano, e já despertou o interesse de mais de 14 mil ‘dreabers’, como são chamados os usuários cadastrados no site. Agora, o lançamento oficial da proposta, previsto para agosto, depende da injeção de recursos externos.

Os idealizadores do Dreabe são os irmãos Djeison e John Moreira, de Santa Catarina e residentes em Curitiba, capital do Paraná. Um dos fatores que atraiu o investimento, segundo os fundadores, foi a solidez do modelo do negócio. Os objetivos, funções e todo o detalhamento do projeto estão fundamentados em um documento denominado ‘Princípios Dreabe’.

“O principal motivo para se investir no Dreabe é entender o valor de um sonho. Trata-se de uma nova plataforma social pela qual pessoas, empresas e ONGs podem se conectar e se ajudar. É um modelo que, além de despertar esperança e altruísmo, pode gerar receita, fugindo ao sistema de publicidade convencional utilizado pelas redes sociais”, explica Djeison Moreira, fundador e promotor de sonhos do Dreabe.

Para Moreira, existe certa dificuldade em entender o conceito de startup, pois alguns acham que qualquer negócio novo pode ser chamado assim, mas, para ele, startup é uma empresa nascente que tem um modelo de negócios não testado em um ambiente cheio de incertezas.

Para atrair os investidores a ideia tem que ser interessante, mas se os empreendedores forem diferentes, criativos e únicos, eles criarão não apenas uma boa ação, mas,  diversas. Segundo Moreira, sempre que conversa com investidores, deixo claro que a Dreabe é o passo número um de uma série de ideias que ainda virão.

Fonte: O que é uma startup? | Portal Carreira & Sucesso

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Brasil se torna o 10º maior mercado mundial de software

Com faturamento 12% maior ante 2010, atingindo os US$ 19,5 bilhões, o Brasil se tornou o décimo maior mercado em venda de software do mundo em 2011. No entanto, o setor aponta falhas na estratégia de crescimento.

Os dados são da “Pesquisa sobre a Indústria Brasileira de Software e Serviços”, elaborada pela Abes (Associação Brasileira de Software) e a IDC (International Data Corporation) e divulgados nesta quarta-feira, 1º de agosto, em conferência em São Paulo.

Apesar de avançar uma posição e da entrada no top 10, o resultado não é festejado pelo setor. “Corremos o risco de sofrer uma colonização tecnológica”, afirma Gérson Schimitt, presidente da Abes.

O faturamento do setor tem duas fontes. Uma delas é a prestação de serviço de desenvolvimento de programas de computador. Outra é a venda de softwares ou de licenças de uso.

COLONIZAÇÃO TECNOLÓGICA

A “colonização” já ocorre nos softwares, inundados por produtos estrangeiros: 80% das vendas no país são de programas desenvolvidos no exterior.

O setor se apoia principalmente na prestação de serviços, de onde vem 68% do faturamento.

Mas, de acordo Schimitt, esse nicho apresenta algumas desvantagens em relação ao desenvolvimento e comercialização de softwares.

A primeira é a defasagem de remuneração dos profissionais. Enquanto um desenvolvedor que presta serviço recebe R$ 40 por hora, o de software recebe R$ 120.

A segunda é que impulsiona a pulverização do mercado, o que não permite a formação de grandes empresas que podem focar na pesquisa e desenvolvimento de produtos para oferecer preços mais competitivos e bater de frente com empresas internacionais.

Segundo o estudo, o setor de software é formado por 94% de microempresas. Por isso, o setor de Tecnologia da Informação, que compreende empresas de software, é líder em fusões e aquisições há quatro anos, segundo a KPMG.

Além disso, a prestação de serviços aposta em um modelo que depende da mão de obra para crescer. Isso num setor que só no ano passado teve um déficit de 100 mil profissionais, de acordo com levantamento compilado pela Brasscom (associação de empresas de tecnologia).

“Estamos criando uma improdutividade em um setor de alta competência estratégica, que permeia 100% dos outros setores”, diz Schimitt.

2020

Mesmo com todos os entraves, a Abes projeta que o Brasil triplicará o mercado interno de software até 2020. Espera que o faturamento até o final da década seja de US$ 60 bilhões, e o Brasil esteja entre o sexto e oitavo mercado do mundo. A associação espera que isso ocorra devido à necessidade das empresas brasileiras se modernizarem para competirem globalmente.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br.