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Networking: cinco dicas para desenvolvê-lo

Autor: Caio Lauer
O chamado networking continua sendo uma das principais ferramentas para alavancar a carreira profissional. Criar, desenvolver e explorar a rede de contatos e relacionamentos empresarial auxilia bastante na busca de uma nova posição no mercado de trabalho, além de ser uma fonte rica de informações e sugestões sobre a área de atuação do profissional.

Para se ter uma ideia, segundo pesquisa realizada pela Catho Online  Pesquisa dos Executivos 2011– o networking é a maior fonte para conquistar um emprego. Dos 46.067 profissionais respondentes, 59,4% afirmam que a indicação de amigos foi a maneira para estarem em seus empregos atuais.

Conheça algumas dicas para desenvolver um networking eficaz e aumentar  as  chances de ser indicado para uma oportunidade de emprego:

1.Fontes:

Procurar  ex-empregadores, ex-colegas de trabalho, ex-formandos de turma, clientes, fornecedores, concorrentes, membros de associações de classe, amigos e parentes  é o caminho para formar a rede de relacionamentos.

2.Referências:

Pedir um feedback aos seus contatos mais próximos sobre a qualidade de seu currículo e sobre o modo como o está divulgando ajuda a identificar possíveis falhas e tornar a abordagem ainda mais assertiva.

3.Ampliação:

Para cada pessoa que contatar, peça o nome de alguém que possa oferecer sugestões de como encontrar um novo emprego. É indicado dizer que possui interesse em marcar uma reunião para conversar melhor e ouvir suas sugestões.

4.E-mail:

Ao abordar seus contatos por e-mail, tenha atenção especial na elaboração do texto. Procure enviar e-mails individuais e seja direto, destacando seu interesse em retornar ao mercado de trabalho ou conseguir uma nova colocação.

5.Abordagem:

É importante não exagerar na agressividade e “sair pedindo” um emprego, mas sim um conselho, deixando claro sua disponibilidade para novas oportunidades. Dessa forma, as pessoas se esforçarão para ajudar.

Um networking bem feito sempre traz bons resultados, independente do cargo ou área desejados. Manter uma imagem positiva perante ex-colegas de trabalho, de faculdade e até mesmo amigos e parentes pode fazer com que indicações de oportunidades apareçam de onde menos se espera.

Fonte: Networking: cinco dicas para desenvolvê-lo | Portal Carreira & Sucesso

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Seis funções de TI que serão bem remuneradas em 2012

Apesar das previsões sinistras sobre como a computação em nuvem vai reduzir os departamentos de TI, 2012 pode vir a ser um grande ano para alguns profissionais. O próprio modelo de cloud computing criou novas funções para profissionais de TI, e a proliferação de smartphones e tablets despertou demanda por desenvolvedores de software.

O mercado de trabalho de TI, que experimentou forte recuperação em 2011, após a recessão, deve ser ainda mais brilhante em 2012, apesar dos desafios econômicos globais. Especialmente no Brasil, onde os profissionais mais qualificados já têm salários acima da média mundial para as respectivas funções.
Quer mais uma boa notícia? Em todo o País, e no exterior, com exceção da Europa, as companhias estão competindo por talentos em TI. Abaixo estão seis empregos de TI que os especialistas dizem que terão maior demanda e os melhores salários em 2012. A melhor parte: muitos desses trabalhos também são divertidos.

1. Desenvolvedores de aplicativos móveis
Profissionais de TI que possam desenvolver aplicações para dispositivos móveis são commodity em TI hoje em dia. Especialistas em RH concordam que esse grupo irá permanecer nessa posição invejável até 2013, como as empresas correndo para adaptar seus sites e aplicativos para smartphones e tablets.
A demanda por desenvolvedores de aplicativos móveis é óbvia na Dice.com, onde anúncios de emprego para Android e iPhone cresceram 129% e 190%, respectivamente, em relação a 2010. Nos Estados Unidos, um desenvolvedor Android pode exigir entre 70 dólares por hora a 100 dólares por hora em um contrato.

2. Os desenvolvedores de software
Desenvolvedores de aplicativos baseados em PC não devem se sentir desprezados por seus colegas móveis. As empresas precisam de sua quota de Java, .NET, C#, SharePoint, e desenvolvedores web. Java continua sendo uma plataforma quente, por ser aberta, falar com qualquer sistema de back-end, e ser usada em grandes organizações para transferir dados de sistemas legados.
Consequentemente, a faixa salarial para os desenvolvedores Java nos Estados Unidos parte de 60 mil dólares por ano até 150 mil dóalres por ano, dependendo da experiência. A taxa média dos contratos para os desenvolvedores Java é de 90 dólares por hora. Salários-base para os desenvolvedores web variam de 61 mil dólares por ano a 99 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half, empresa de recrutamento e seleção.

3. Designers de UE
Como muitas das empresas estão desenvolvendo aplicativos para PCs ou dispositivos móveis, voltados para o cliente, precisam de interfaces com usuário ou designers de UE (User Experience) para garantir aplicações intuitivas e divertidas de usar. A Robert Half afirma que os salários iniciais para os designers de UE vão subir 6,7% em 2012.

4. Profissionais de segurança
Como as ameaças à segurança da informácão e as crescentes violações de dados, as organizações precisam de profissionais de TI que possam afastar ataques de malware e ladrões cibernéticos. A oferta de anúncios de emprego na Dice.com para vários tipos de profissionais de “cibersegurança” aumentaram 141% em 2011 sobre o ano anterior.
Organizações que começam a migrar para o modelo de computação em nuvem também estão estimulando a demanda por profissionais de segurança de infraestrutura, diz Jerry Irvine, CIO da Prescient Solutions, companhia de outsourcing em TI. “Ao colocarem aplicativos na nuvem, as empresas têm mais caminhos na internet”, diz ele. “Eles têm de ter um ambiente mais seguro para controlar entradas e saídas de um ambiente para o outro.”
A Robert Half projeta aumento de 6% nos salários-base para analistas de segurança de dados.

5. Arquitetos de data warehouse, analistas e desenvolvedores
O desejo das empresas para extrair percepções dos petabytes de dados em seus sistemas de back office impulsionam a demanda por arquitetos de data warehouse, analistas e desenvolvedores. As empresas farão um grande esforço em 2012 para limpar e organizar seus dados para que possam fazer melhor uso deles.
A Robert Half espera que os salários-base para os analistas de data warehouse subam 6,7%, podendo atingir o patamar de 119 mil dólares por ano em 2012. Já os salários dos desenvolvedores de data warehouse poderão ter contratos com taxas variando de 65 dólares a 85 dólares por hora. Arquitetos de data warehouse podem ganhar 160 mildólares por ano ou 80 dólares (ou mais, dependendo da experiência) por hora em contrato.

6. Profissionais de infraestrutura
Computação em nuvem não vai eliminar empregos em infraestrutura. Agora e em 2012, as migrações para cloud computing e Windows 7 aquecem a demanda por engenheiros de rede e administradores de sistemas.
As empresas estão procurando profissionais de TI que possam configurar e gerenciar servidores virtuais e ambientes virtuais de armazenamento, que possam identificar quais aplicações são as mais utilizadas, e que sabem como realocar armazenamento em disco rígido entre as várias aplicações. Engenheiros de rede devem ver seus salários subirem 5,8% devido ao aumento da demanda em 2012, para uma faixa de 75 mil dólarea a 108 mil dólares por ano, de acordo com a Robert Half.

Fonte: IDG NOW!

Projeto de Inclusão Digital do Univem é premiado em evento do Governo de SP

Aconteceu ontem em São Paulo a Cerimônia de Entrega do “Prêmio  Ações Inclusivas para Pessoas com Deficiência – Edição 2011“, uma iniciativa da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo do Estado de São Paulo.

O Projeto de Inclusão Digital do Univem em parceria com a APAE, mantido pelos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem sob a responsabilidade da Profa. Renata Aparecida de Carvalho Paschoal, ficou entre os 4 melhores projetos dentre 30 práticas inclusivas finalistas do estado e ganhou uma placa de menção honrosa e terá divulgação no Portal da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Parabenizo a Profa. Renata e todos os alunos que têm participado deste projeto.

Veja mais sobre o Projeto de Inclusão Digital do Univem:
Univem conclui Projeto de Inclusão Digital
Projeto de Inclusão Digital Univem/APAE

Vaga para Técnico em Tecnologia da Informação

Função: Técnico em Tecnologia da Informação

Tipo de vaga: Contratação CLT

Requisitos: Superior Completo ou Incompleto (cursando a partir do segundo ano)

Conhecimentos: Informática, Inglês Básico, Noções Básicas de Hardware e Internet.

Salário Inicial: R$ 920,00

Horário de Trabalho de segunda a sexta das 08:00 as 18:00 e sábado das 09:00 as 12:00 (44 horas semanais)

Interessado enviar e-mail para carlosmarques@podiumsign.com.br

Categorias:Oportunidade Profissional Tags:

Edição de novembro/2011 do Jornal do Univem

Até 2014, faltarão 45 mil profissionais de TI no Brasil, prevê estudo

Um dos setores que mais sofrem com a escassez de mão de obra qualificada atualmente, a área de Tecnologia da Informação poderá apresentar falta de pelo menos 45 mil profissionais até 2014. A previsão é de um estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), que mapeou o mercado de trabalho do setor em oito Estados brasileiros.

Segundo a pesquisa, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul terão demanda de 78 mil profissionais de TI nos próximos três anos, mas a previsão é de que os cursos superiores da área formem apenas 33 mil pessoas. Entre os Estados, apenas Bahia, Minas Gerais e Pernambuco terão oferta suficiente de profissionais para suprir a necessidade.

O Estado com situação mais crítica atualmente é São Paulo, onde houve 14 mil contratações em 2010, enquanto as universidades formaram 10 mil novos profissionais. O estudo aponta que, também no ano passado, a evasão nos cursos da área foi de 87% em todo o Brasil.

A pesquisa detectou ainda que, desde 2003, os salários de profissionais de TI crescem acima da inflação na maioria dos Estados – as exceções são Distrito Federal e Pernambuco. A média salarial para a área é de R$ 2.950.

Fonte: Valor Econômico

Univem conclui Projeto de Inclusão Digital

O projeto de Inclusão Digital terá uma confraternização com os alunos nesta quarta-feira (30). Festa para comemorar o término de mais uma etapa do programa ocorre a partir das 14h no salão Nobre do Univem. O projeto é uma parceria entre o Univem e a Apae (Associação de Pais e Amigos do Excepcional) que já completa seis anos. Por ano participam 30 atendidos pela Apae.

Além dos primeiros contatos com a informática, para a maioria das crianças e jovens o projeto tem o objetivo de estimular o aprendizado e promover a socialização.

As aulas são semanais e ocorrem nos laboratórios do Univem com o acompanhamento de monitores que são alunos da graduação dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação. A coordenação é da professora Renata Aparecida de Carvalho Paschoal a supervisão do professor Elvis Fusco.

No dia 31 de outubro Renata recebeu placa de homenagem na 4ª edição nacional do Prêmio Cidadania Sem Fronteiras. A premiação é oferecida pelo Instituto Cidadania Brasil em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia. A cerimônia foi realizada na Pinacoteca do Estado em São Paulo.

O prêmio é nacional e tem o objetivo de reconhecer e criar referência quanto às melhores ações ou práticas sociais desenvolvidas pelas instituições de ensino superior. Priorizando a participação dos alunos em atividades de extensão e ainda melhorando a qualidade de vida das comunidades e contribuindo para a geração de emprego e renda.

“Ficamos muito felizes pelo reconhecimento ao belo trabalho desenvolvido no Univem”, disse Renata.

Ao escolher a sua faculdade fique atento às 7 dicas

Elas poderão ajudá-lo a descobrir se a instituição de ensino é a mais adequada para você:

1. Tradição
Tradição não significa somente tempo de atuação. Professores qualificados, atualizados e em contato com o mercado formam uma sólida instituição de ensino superior. Converse com alunos e ex-alunos e confira qual imagem a facul tem no meio acadêmico.

2. Localização

Quando a faculdade for mais barata ou gratuita, não se esqueça de colocar na ponta do lápis despesas extras, como custo de moradia no caso de mudança para outra cidade. Avalie também as instituições de ensino mais próximas da sua casa e se há facilidade de acesso aos meios de transporte.

3. Qualidade do ensino

Confira se a instituição oferece cursos variados, atualizados e aulas práticas. Visite o campus e pergunte aos alunos se os professores possuem formação acadêmica sólida e ligação com o mercado de trabalho. Lembre-se que indicadores do MEC não medem o grau de empregabilidade das instituições.

4. Empregabilidade

Avalie se a faculdade oferece meios para aproximá-lo do mercado de trabalho e o conceito dela no meio empresarial. Participação em empresas junior, ações que ofereçam oportunidades de estágio e feiras com eventuais empresas empregadoras podem garantir seu futuro no mercado.

5. Credenciamento no MEC

Pesquise se a faculdade é credenciada e se os cursos oferecidos são reconhecidos pelo MEC. Muitas instituições utilizam o prefixo “Uni” ou o termo “Universidade”, mas não são reconhecidas como tal. Fique ligado!

6. Infraestrutura e preço

Mensalidades caras ou prédios luxuosos não significam necessariamente que a faculdade é de qualidade. Pesquise se a instituição oferece laboratórios equipados, biblioteca com bom acervo e equipamentos atualizados de informática. Não se iluda, o valor da mensalidade deve corresponder à infraestrutura oferecida.

7. Atuação ética no mercado

Desconfie de instituições que oferecem descontos milagrosos, como vantagens disfarçadas de armadilhas no preço da mensalidade. Não faça a transferência para uma faculdade que promete benefícios. Não incentive o “tráfico de alunos”. Para descobrir se a instituição de ensino atende às suas exigências.

Pesquise a instituição na Internet

•Visite o campus pessoalmente
•Informe-se sobre o perfil dos professores
•Conheça a matriz curricular
•Faça contatos com alunos e ex-alunos
•Verifique a imagem da instituição junto às áreas de RH das empresas
•Procure descobrir se a instituição escolhida acumula queixas em sites de reclamações e nos órgãos de defesa do consumidor

Câmara Municipal de Marília congratula organização da IV Semana de TI do Univem

Câmara Municipal de Marília congratula organização da IV Semana de TI do Univem

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I Seminário de Tecnologia da Informação de Marília e Região – SEBRAE-SP