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INPI: patente de software faz parte da política industrial
Ecoando as várias manifestações contrárias a perspectiva de o Instituto Nacional de Propriedade Industrial conceder patentes a programas de computador – como visto durante a consulta pública do órgão sobre o tema – a comunidade de software livre reiterou, durante a 13ª edição do Forum Internacional do Software Livre, realizado em Porto Alegre, a total rejeição a qualquer movimento nesse sentido. O INPI, no entanto, sustenta que não faz nada diferente do que é previsto na legislação brasileira.
O tema voltou a ganhar destaque com uma consulta pública do INPI, aberta em março deste ano, sobre diretrizes para os procedimentos de exame de pedidos de patentes relacionadas a software. Para o Instituto, apenas buscou-se dar maior transparência àqueles procedimentos já adotados e com base na legislação que proíbe patentes para “programas de computador em si”.
Acontece que o INPI já concede patentes para aqueles casos em que, no entendimento do órgão, os programas de computador evidenciem um efeito técnico novo, e que portanto não podem ser considerados como programas em si. Em outras palavras, se o programa controla a operação de um computador de modo a alterar tecnicamente o seu funcionamento, a unidade resultante do programa e do computador combinados pode ser uma invenção patenteável.
“Um programa de computador pode fazer parte de um processo que leve a um efeito técnico industrial. É preciso reconhecer que as coisas estão se desmaterializando. A realidade mudou, cada vez mais as coisas estão agregando conteúdo informacional. Além disso, o Brasil é signatário do acordo TRIPS, que diz que tem que dar patente em todos os setores tecnológicos, inclusive TI”, sustenta o chefe da divisão de computação eletrônica do INPI, Antonio Abrantes.
Especialistas, acadêmicos, militantes e desenvolvedores de software, porém, entendem que a distinção entre programa de computador “em si” e aqueles envolvidos em processos industriais específicos é muito tênue – ou mesmo inexiste. “Qualquer programa é originado por um processo matemático, sem falar que a utilidade prática é uma das dimensões de qualquer software”, diz o gerente técnico do Centro de Competência em Software Livre da USP, Nelson Lago.
Em essência, a preocupação é que os procedimentos do INPI dão margem para a patenteabilidade de qualquer software, o que traz impactos muito negativos para a inovação. “Patenteamento de software, em qualquer circunstância, prejudicará empresas brasileiras. Dá margem para disputas judiciais e abre uma porta para o efetivo patenteamento de software. Os riscos de um ‘monopólio dos algorítimos’ não compensam os ganhos”, dispara o sociólogo e professor Sérgio Amadeu.
A posição contrária às patentes de software, mesmo nos moldes defendidos pelo INPI, faz parte da Carta Aberta à Presidente Dilma Rousseff aprovada ao fim do 13º Fórum Internacional Software Livre , realizado em Porto Algre-RS. A própria consulta do Instituto é mencionada e “a ausência de patentes de software” é listada como estratégia indispensável para o Brasil ser competitivo e inovador.
Mas enquanto parte dos debatedores procuraram indicar que os movimentos do INPI caminhariam de forma contrária às diretrizes do Estado brasileiro, o representante do Instituto destacou que o fortalecimento do sistema de patentes no país faz parte das diretrizes da nova política industrial, como prevista no Plano Brasil Maior. Como lembrou Abrantes, entre as diretrizes específicas de TI estão “atrair para o país plantas e centros de P,D&I, transferência de tecnologia e registro das patentes geradas no Brasil”.
Insight-TI contrata profissional para suporte
A empresa Insight Tecnologia da Informática está contratando profissional para a área de suporte.
- Requisito: Estar cursando Sistemas de Informação e Ciência da Computação
- Regime de contratação: CLT (Efetivo)
- Horário: De segunda a sexta, das 8h às 18h
- Local de trabalho: Marilia – SP
Interessados devem enviar curriculum para contato@insight-ti.com.br contato Ricardo.
Workshop KeyUser SAP em Marília
Acontece no dia 29 de julho das 8h às 18h30 no auditório da Microcamp Internacional em Marília, o Workshop KeyUser SAP. O evento é voltado para os módulos de PP (Planejamento da Produção), MM (Suprimentos) e SD (Vendas e Distribuição) e está limitado a 25 participantes.
O workshop terá a participação de colaboradores de grandes clientes da região da SAP como Coca-Cola, Nestlé e etc.
Serão aproximadamente 10 horas de evento em que cada participante receberá um vasto material didático e acesso ao SAP por meio de seu notebook e os participantes receberão certificado de participação do evento.
Os interessados devem solicitar maiores informações a partir do email contato@mdlsapconsulting.com.
Este blog sorteará uma vaga ao workshop, para concorrer deixe um comentário informando o e-mail para contato.
Empresa de Assis contrata programador Java
A VSM Informática, empresa de Assis/SP especializada no desenvolvimento de software para gerenciamento de farmácias e drogarias, está com uma vaga em aberto para Programador Java.
Dados da vaga
- Desenvolver soluções em Java, fazer a análise dos requisitos, programação, implementação de novas tarefas e funcionalidades.
- Experiência anterior como programador.
- Ensino Superior completo na área de Tecnologia da Informação.
- Conhecimentos em Java, Banco de Dados, SQL, Hardware, Sistema Operacional, regras de negócios, mercado farmacêutico e conceitos de programação.
- Benefícios: Seguro de vida em grupo
- Regime de contratação: CLT (Efetivo)
- Horário: De segunda a sexta, das 8h às 18h e aos sábados, das 8h às 12h.
- Idiomas: Inglês – Básico
- Local de trabalho: Assis – SP
Interessados devem enviar currículo para glaucia@vsm.com.br.
Empresa de Tupã contrata programador Delphi
A CNP, empresa localizada em Tupã, está contratando programador Delphi com conhecimento em SQL.
É necessário conhecimento básico em Delphi.
Interessados devem enviar currículo para mateus.guilhen@cnpm.com.br.
Sua ideia vale um milhão
A Buscapé Company está com inscrições abertas para o desafio “Sua Ideia Vale um Milhão”. Trata-se de um processo de seleção de projetos para empreendedores que desejam desenvolver suas ideias e lançar produtos comercialmente viáveis.
Seu objetivo é escolher uma proposta que esteja preferencialmente voltada para os setores de “Social Commerce” e/ou “Mobile Commerce”. Como prêmio o Buscapé Company poderá apoiar o projeto vencedor por meio de um aporte financeiro, tornando-se assim sócio dos empreendedores. Projetos vencedores podem ter investidos o valor de R$300.000 (trezentos mil reais) em troca de 30% das ações/quotas da empresa. O aporte desse valor será efetuado diretamente no caixa da empresa, não sendo permitidas operações de cashout, ou seja, compra de ações/quotas de acionistas/quotistas.
As inscrições devem ser feitas pelo site www.suaideiavaleummilhao.com.br, preenchendo o formulário e declarando seu desejo em apresentar o seu projeto para apreciação do Buscapé Company.
Os projetos vencedores em 2011 podem ser vistos em http://suaideiavale1milhao.com.br/cases.
Univem obtém liberação de acesso à base do Portal de Periódicos da Capes
O Univem recebeu no dia 22 de junho ofício da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) do Ministério da Educação formalizando a liberação do acesso ao Portal de Periódicos.
A CAPES parabenizou o Univem pelos resultados alcançados no Índice Geral de Curso – IGC, do INEP/MEC, resultados que o qualificam a merecer o apoio da CAPES quanto à concessão do acesso parcial e gratuito ao Portal de Periódicos.
Considerado um valioso instrumento para o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica no Brasil, o acesso ao Portal, possibilita o acesso à publicações eletrônicas científicas e tecnológicas internacionais e nacionais através do Portal de Periódicos da CAPES, beneficiando diretamente os professores, pesquisadores e alunos em termos de qualidade e produtividade.
Alunos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação são contemplados com bolsas CNPq
Foi divulgado o resultado do processo seletivo para bolsas PIBIC – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e PIBIT – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do CNPq no período de 2012/2013.
Atualmente o Univem oferece 5 bolsas PIBIC e 2 bolsas PIBITI, dos selecionados no programa PIBIC/Univem, 3 são alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação e no programa PIBITI/Univem, as 2 bolsas ficaram com alunos de Ciência da Computação.
Os alunos contemplados desenvolverão suas pesquisas nos laboratórios do COMPSI que conta atualmente com outros alunos, pesquisadores e docentes em projetos de iniciação científica, TCC e vinculados a empresas.
Alunos contemplados – PIBIC
- ALEXANDRE INGLES DA SILVA (Ciência da Computação)
- ALLAN MARIANO DE SOUZA (Ciência da Computação)
- JÉSSICA OLIVEIRA DE SOUZA (Sistemas de Informação)
Alunos contemplados – PIBITI
- RENAN AVANSI MARQUES (Ciência da Computação)
- THALES SEITI SAKANO MACHADO (Ciência da Computação)
COMPSI completa 2 anos fomentando a pesquisa e a inovação em TI
Criado em 2010, o Computing and Information Systems Research Lab (COMPSI), núcleo de pesquisa e tecnologia ligado aos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, chegou aos dois anos em maio, repleto de realizações e objetivos alcançados.
Com seu conjunto de laboratórios, pesquisadores e expertise, o COMPSI vem se integrando e contribuindo para as atividades do Núcleo de Apoio à Pesquisa e Extensão (NAPEx) da instituição. Além do fomento à pesquisa, gera projetos de software e hardware com vínculo no mercado, colocando os alunos em situações profissionais reais, propicia cooperação com outros laboratórios de pesquisa, estimula parcerias com empresas públicas e privadas no desenvolvimento de software, promove treinamentos corporativos e busca recursos em órgãos como Fapesp, CNPq e outros.
Pesquisa e inovação
“Um dos objetivos do COMPSI é estimular projetos de pesquisa e inovação com empresas privadas, ajudando-as no desenvolvimento de tecnologias estratégicas em seus negócios”, ressalta o Prof. Dr. Elvis Fusco, coordenador geral do COMPSI e dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem.
Neste contexto, atualmente há uma parceria com o Grupo Jacto, de Pompéia. Alunos do Univem e funcionários da empresa estão desenvolvendo nos laboratórios do COMPSI um projeto na área de Interfaces Computacionais, que envolve a criação de um software para implementar um middleware, que utiliza a interação natural de gestos e fala com os navegadores de Internet convencionais.
O COMPSI tem estimulado os alunos desde os primeiros anos a ingressarem no universo da pesquisa por meio de projetos de iniciação científica. Vários têm sido contemplados com bolsas PIBITI e PIBIC (do CNPq) e FAPESP.
“Mais do que o ganho econômico, as bolsas representam aos alunos um grande estímulo para o aprofundamento teórico sobre os temas estudados, construção de novos conhecimentos, aprimoramento da formação pessoal. Estudantes que usufruem bolsas de pesquisa amadurecem habilidades de estudos, pesquisas e produção científica, aumentando suas chances de sucesso na vida profissional”, enfatiza a Profª. Drª. Raquel Cristina Ferraroni Sanches, pró-reitora de Graduação do Univem.
Como conseqüência dessas ações, anualmente os alunos têm publicado os resultados de suas pesquisas em eventos de renome nacional como o CONIC (Congresso Nacional de Iniciação Científica) e o SIIC-USP (Simpósio Internacional de Iniciação Científica da USP).
Além desses eventos, alguns trabalhos estão sendo publicados em eventos específicos em âmbito nacional e internacional como Simpósio Brasileiro de Sistemas de Informação, Symposium on Virtual and Augmented Reality, SIBGRAPI – Conference on Graphics, Patterns and Images, International Conference on Parallel and Distributed Computing and Systems, IBerchip e o Workshop de Realidade Virtual e Aumentada.
Em 2012, o curso de Ciência da Computação será contemplado com a ida da aluna do 4º ano, Maria Carolina de Souza Santos, para a Universidade da Califórnia nos Estados Unidos, como bolsista do Programa Ciência Sem Fronteiras do Governo Federal. A aluna irá concluir seus estudos realizando disciplinas e desenvolvendo atividades nos laboratórios da universidade estrangeira com o intuito de também concluir suas pesquisas do trabalho de conclusão de curso.
Capacitação de profissionais
Semestralmente o COMPSI oferece treinamentos de formação profissional em tecnologias de programação de sistemas, infraestrutura de TI e gestão de projetos de desenvolvimento de software. Esses treinamentos são oferecidos conforme demandas das empresas e profissionais de TI de Marília e região e têm como objetivo a capacitação e a melhoria da qualidade da mão-de-obra gerando uma maior competitividade das empresas regionais frente ao mercado nacional.
A atualização tecnológica e a formação de profissionais qualificados são essenciais diante da alta demanda por profissionais na área de TI, diante deste cenário, o COMPSI encaminha automaticamente os profissionais que fazem esses treinamentos para as empresas de software e TI de Marília e região que estão contratando nas respectivas tecnologias dos cursos ministrados.
Para facilitar o acesso a essas capacitações, são oferecidos descontos para alunos e ex-alunos do Univem.
Parcerias
Atualmente o COMPSI mantém parcerias com instituições de ensino: FATEC e ETECs de Marília e região; centros e laboratórios de pesquisa: LSI-TEC (Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico) ligado à Universidade de São Paulo (USP), WINDIS (WIreless Networking and Distributed Interactive SImulation Laboratory) e DCOMP (Departamento de Computação) da Universidade Federal de Sergipe (UFS); órgão de fomento à pesquisa: CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo); organizações e instituições públicas: ACIM (Associação Comercial e Industrial de Marília), FACESP (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) e NDS Marília (Núcleo de Empresas Desenvolvedoras de Software de Marília); empresas de TI de abrangência internacional: Microsoft, Oracle e IBM.
Essas parcerias são estratégicas para a aproximação dos alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação ao universo da TI regional, nacional e internacional.
Com a parceria com o LSI-TEC, está em desenvolvimento o projeto de um software de assinatura digital no padrão ICP-Brasil que envolve professores e alunos do Univem que são contemplados com bolsa do laboratório e pesquisadores do LSI-TEC, esse projeto trouxe um intercâmbio de pesquisados e tecnologias enriquecendo a formação dos alunos na área de segurança da informação e sistemas digitais, o próximo passo é o fornecimento de bolsas de iniciação científica solicitadas em conjunto com o LSI-TEC a alunos do Univem.
A parceria com o laboratório da Universidade Federal de São Carlos (WINDIS) envolve projetos nas áreas de Interfaces Tangíveis, Realidade Aumentada Móvel e Interfaces Naturais gerando projetos de iniciação científica orientados de forma colaborativa entre professores dos dois laboratórios, intercâmbio entre alunos e professores no desenvolvimento dos projetos, publicação conjunta de artigos científicos e visitas técnicas aos laboratórios.
Dentre os resultados gerados pela parceria, estão publicações científicas nos maiores eventos e revistas nacionais e internacionais na área de Interfaces Computacionais, neste contexto, essas pesquisas geraram a Mesa de Interface Tangível que tem sido demonstrada em vários eventos na região, gerando visibilidade aos alunos que desenvolveram esse produto tecnológico.
Na parceria com a Universidade Federal de Sergipe, publicações científicas têm sido geradas em revistas e congressos internacionais e professores do COMPSI participaram recentemente do congresso de TICs voltadas para megaeventos esportivos que serão realizados nos próximos anos no país, atualmente estão sendo vislumbrados projetos nessa área em conjunto entre as duas instituições.
As parcerias com instituições de classe e governamentais como o NDS Marília têm aproximado os alunos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação das oportunidades de estágio e contratação das principais empresas de software e TI da região. Atualmente nessas empresas encontram-se sempre alunos e ex-alunos dos cursos do Univem.
Programas de Iniciativas Acadêmicas com grandes fornecedores de tecnologias como IBM, Microsoft e Oracle têm fornecido aos alunos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação acesso aos principais softwares de desenvolvimento do mercado de TI.
Núcleo de Prática em Sistemas de Informação
É responsável por captar projetos ligados a prática profissional, de forma que alunos ligados aos cursos de Ciência da Computação e Sistemas possam participar efetivamente destes projetos, além de propor treinamentos de capacitação nesta área para alunos dos cursos.
O desenvolvimento de um novo software de controle de clientes para a NK Odontologia, empresa parceira do Grupo Jacto e que atua na prestação de serviços de prevenção odontológica, é um dos projetos em andamento no Núcleo de Prática em Sistemas de Informação do COMPSI.
O aluno Otávio Guilherme Arruda dos Santos, do terceiro ano de Ciência da Computação, um dos participantes do projeto com a NK, considera a oportunidade valiosa para sua formação. “O projeto está sendo uma grande porta que se abre para mim”, relata. Otávio diz que está colocando em prática as etapas de desenvolvimento de software, desde a análise de negócio até o desenvolvimento de Banco de Dados e RIA (Rich Internet Application).
Outro projeto que está sendo desenvolvido neste núcleo é o desenvolvimento de um Serviço de Geoprocessamento de Apoio a Negócios (SEGAN) que visa a criação de um serviço Web e Móvel que permita apresentar os estabelecimentos comerciais e de serviço, incluindo sua posição geográfica, para que seja possível realizar uma visualização geográfica dos estabelecimentos, além da possibilidade do cruzamento de informações regionais de forma a oferecer uma visão estratégica para tomada de decisões em relação ao desenvolvimento de novos negócios.
Eventos
Nestes 2 anos, o COMPSI têm realizado grandes eventos da área de TI no âmbito científico e mercadológico com a parceria com empresas e órgãos de fomento à pesquisa. Anualmente acontece a Semana de TI e o FLISOL (Festival Latinoamericano de Instalação de Software Livre) que possibilita a aproximação dos alunos a tecnologias emergentes, profissionais e empresas regionais e nacionais de TI.
No âmbito científico é organizado a cada dois o CITOS (Congresso de Inovação com Tecnologias Open Source) que tem como objetivo reunir as mais relevantes pesquisas, desenvolvimentos e inovações da comunidade científica e tecnológica brasileira utilizando tecnologias open source. O evento que conta com o apoio do CNPq e da Sociedade Brasileira da Computação (SBC) apresenta um formato nacional-regional que leva a apresentação de temas e problemas específicos da região CENTRO-OESTE de São Paulo, assim como, problemas e soluções para o desenvolvimento Nacional.
Captação de recursos e investimentos
Um dos pilares do COMPSI e fator motivador de sua criação é a auto-sustentabilidade. Neste cenário, foram adquiridos equipamentos, inclusive importados, para fomentar os projetos nas áreas de Interfaces Computacionais e Robótica Aplicada.
Recentemente, foram importados equipamentos de última geração para a implantação de um novo laboratório de hardware, com uso em aulas práticas nas disciplinas da área de Sistemas Digitais, bem como nas pesquisas desenvolvidas por alunos e professores nos laboratórios do COMPSI. “Isso permitirá a criação de projetos de qualidade nas áreas de robótica, automação e prototipação de hardware, melhorando a formação dos alunos e gerando publicações em eventos científicos de renome nacional e internacional”, destaca o Prof. Dr. Fábio Dacêncio Pereira, responsável pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa e Extensão (NAPEx) do Univem e pela área de pesquisa do COMPSI.
Os recursos captados pelo COMPSI têm financiado a participação de alunos e professores em eventos científicos, o que contribui para a publicação de suas pesquisas em revistas de grande relevância.
Núcleo de Educação à Distância
O COMPSI criou o Núcleo de Educação à Distância (NEaD), introduzindo a modalidade de educação à distância no Univem e utiliza a plataforma open source Moodle.
O Prof. Ms. Leonardo Botega, responsável pelo NEaD, destaca que, no início, eram oferecidos treinamentos básicos sobre o próprio ambiente de EaD. “Logo, passamos a oferecer disciplinas de dependência e adaptação à distância que, em 2012, já abrangem todos os cursos do Univem. Futuramente, a perspectiva é oferecer outros níveis de curso, como treinamentos técnicos e corporativos e pós-graduação lato sensu.”
Veja mais informações sobre o COMPSI: https://elvisfusco.com.br/tag/compsi.
Outras informações sobre o COMPSI podem ser obtidas no site do laboratório: www.compsi.univem.edu.br.
