Arquivo

Arquivo do Autor

Projeto de Inclusão Digital Univem/APAE

Projeto de Inclusão Digital da APAE de Marília mantido pelos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem de Marília.

Projeto de Inclusão Digital Univem/APAE from Elvis Fusco on Vimeo.

Você já conhece o BOOK?

Veja também: http://youtu.be/DxkYgErbccc

 

Projeto de Interface Tangível desenvolvido no COMPSI/Univem

Atualmente há um grande esforço para o desenvolvimento de novas modalidade de interface. Com o principal propósito de tornar a utilização de sistemas computacionais o mais natural possível, as interfaces tangíveis surgem com o grande diferencial de se utilizar a manipulação direta de representações digitais, tornando a experiência menos impactante e extremamente atrativa ao usuário.

O projeto “Desenvolvimento de interface tangível para aplicações multidisciplinares” desenvolvido no COMPSI (Computing and Information Systems Research Lab), núcleo de pesquisa e prática profissional ligado aos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, busca a construção de um protótipo de interface tangível e implementação de técnicas que atuem sobre tal modalidade de interface, visando sua aplicação multidisciplinar. O projeto é coordenado pelo Prof. Leonardo Botega e visa ainda integrar diferentes modalidades de interface, tais como Realidade Virtual e Aumentada e mantém parceria com o laboratório WINDIS-UFSCar.

No vídeo abaixo é demonstrado o protótipo de interface tangível no laboratório do COMPSI.

 

Além do Prof. Leonardo (Coordenador do Projeto), participam os alunos:
Adriel Radicchi
Augusto Luengo
Laura Queiroz
Anderson Kumagai
Fernando Sato
Marcio Ramos
Helena Cabrini
Claudinei Silva
Kevin Seirey Iwamoto
Guilherme Cruz
Fábio Rodrigues Jorge – Bolsista CNPq

Roteiro para escolher um programa de mestrado

Para os alunos que prestarão o POSCOMP neste ano e terão que escolher um programa de pós-graduaação, seguem, a seguir, alguns critérios para auxiliar essa decisão, escritos pelo Prof. José Palazzo M. de Oliveira em seu blog:

  1. Qualificação do corpo docente do programa (CV+discussão)
  2. Dedicação do corpo docente às atividades de ensino, pesquisa e orientação.
  3. Os temas de tese e projetos de pesquisa são atuais e relevantes na área específica?
  4. No caso de temas locais são abordados ou desenvolvidos com a necessária qualidade científica?
  5. As disciplinas e bibliografia utilizadas contemplam as necessidades de formação de um pesquisador, em termos de formação avançada?
  6. As teses e produção científica têm nível de qualidade adequado a um programa de pós-graduação de alta qualidade?
  7. O programa de pós-graduação tem inserção ampla, atraindo alunos e pesquisadores de outros centros nacionais e internacionais?
  8. Qual é a inserção profissional dos egressos.
  9. A produção cientifico/tecnológica do corpo docente é relevante, se considerados os parâmetros internacionais?
  10. A produção é distribuída adequadamente pelo corpo docente?
  11. Há demonstrações evidentes de que um número significativo de membros do corpo docente desempenha papel de liderança e representatividade na sua respectiva comunidade (nacional e internacional)?
  12. A infra-estrutura do programa (laboratórios, biblioteca recursos de informática, etc) é adequada
  13. O programa tem um desempenho, no que diz respeito à produção científica,cultural, artística ou tecnológica, que o torne comparável a similares internacionais de alta qualidade?

POSCOMP 2011

No último dia 01/07/2011, a diretoria da SBC confirmou a aceitação da proposta de contrato com a COPS – UEL para que esta seja a responsável pela elaboração, envio e correção da prova do POSCOMP de 2011. A prova deste ano manterá o mesmo modelo de 2010, com 20 (vinte) questões de Matemática, 30 (trinta) questões de Fundamentos de Computação e 20 (vinte) questões de Tecnologia de Computação. Seguem algumas informações importantes que devem ser levadas em consideração pelos programas de Pós-Graduação e também pelos possíveis interessados em fazer a prova.

Sedes de 2011

As sedes onde o exame será aplicado serão divulgadas em breve.

Inscrições

  • R$ 55,00 para sócios da SBC;
  • R$ 70,00 para não sócios.

Datas importantes

  • Início das inscrições: 08 de agosto, no site: http://www.cops.uel.br
  • Término das inscrições: 08 de setembro de 2011.
  • Último dia para pagamento do boleto bancário: 09 de setembro de 2011.
  • Data de realização da prova: 09 de outubro de 2011, no período da tarde.
  • Publicação do resultado final: Até 01 de novembro de 2011.

O  POSCOMP tem como objetivo específico avaliar os conhecimentos de candidatos a  Programas de Pós-Graduação em Computação oferecidos no Brasil. O resultado do POSCOMP é enviado pela SBC a todos os programas que dele participam, cabendo-lhes determinar a forma como irão aproveitá-lo.

As provas dos anos anteriores podem ser acessadas no endereço: http://www.sbc.org.br/index.php?option=com_jdownloads&Itemid=195&task=viewcategory&catid=10

Unesp de Marília está com processo seletivo aberto para pós-graduação em Ciência da Informação

O Programa  de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Marília abriu processo seletivo para o mestrado e doutorado do PPGCI para alunos ingressantes em 2012.

As inscrições acontecem de 1 a 20 de julho, as entrevistas serão de 8 a 11 de agosto, a divulgação dos aprovados no dia 15 de agosto e a matrícula com a apresentação dos documentos (diploma de graduação, defesa de mestrado, etc) será em abril de 2012.

O site do PPGCI é http://www.marilia.unesp.br/index.php?CodigoMenu=363&CodigoOpcao=363.

Quanto vale o seu conhecimento?

Ser detentor de muito conhecimento não é sinônimo de alta remuneração. Não estou dizendo que você não deva estudar, muito pelo contrário, conhecimento é a maior arma de um profissional. A questão está em avaliar se o seu conhecimento agrega valor para o ambiente no qual você está inserido. Entender isso é essencial para converter seu conhecimento em valor para você e para a empresa que trabalha.

Trabalho com desenvolvimento de software. Essa área é minha paixão, porém, exige atualização constante, não só no nível tecnológico, mas também nos métodos de construção que estão sempre sendo melhorados. A área é regida basicamente por projetos, onde times são montados para trabalharem juntos por um período. Com essas informações em mente, pense no seguinte: um profissional qualquer domina uma tecnologia que reduz o tempo de produção em 40%. Esse conhecimento irá agregar muito ao projeto, afinal, redução de tempo é redução de custo, logo, o conhecimento sobre essa tecnologia tem um valor maior do que as demais tecnologias.

Ainda analisando a área de desenvolvimento de software, pense por um minuto no caso do Facebook. Se você ainda não viu o filme “A Rede Social”, recomendo que analise com olhos críticos o projeto. Qualquer profissional da área sabe que o Mark Zuckerberg não usou nenhuma tecnologia super secreta para criar o Facebook. Não estou tirando o mérito do fundador do Facebook, afinal, a ideia foi fantástica, mas o mérito está na forma com ele converteu em valor a mesma base de conhecimento que qualquer programador recebe na faculdade. Ou seja, qualquer bom programador poderia desenvolver o Facebook, porém, foi o Mark que converteu esse conhecimento no projeto que o tornou um dos homens mais ricos do mundo.

A conversão de conhecimento em valor pode ser de forma direta ou indireta. No caso de projetos como o Facebook ou até mesmo em consultorias a conversão é direta. Porém, quando somos contratados por uma empresa qualquer, precisamos evidenciar onde o nosso conhecimento este sendo aplicado e como ele está ajudando os produtos ou serviços da empresa, como a remuneração é baseada em reconhecimento, a conversão se dá de forma indireta.

Projetos como Facebook mostram que mesmo um conhecimento de faculdade pode ser aplicado de forma inovadora para gerar valor. Também temos situações onde conhecimentos muito específicos são dominados por poucos, e pelo mesmo motivo que o ouro vale mais do que a prata, esses profissionais são bem recompensados pelo mercado (pelo menos enquanto aquele conhecimento for útil).

A partir de hoje, pense em que você agrega ou pode agregar aos projetos em que está inserido, lembrando que pode ser um conhecimento específico ou um conhecimento básico inovando a sua forma de aplicação.

Fonte: http://www.minhacarreira.com

Categorias:Mercado de Trabalho Tags:

Férias: tempo ideal para investir na carreira

SÃO PAULO – O mês de julho é muito esperado pelos universitários, afinal neste período eles podem aproveitar as férias da faculdade para descansar, sair com os amigos e programar uma viagem.

Enquanto isso, as grandes empresas estão fazendo os ajustes finais para começar a divulgar em agosto os seus respectivos programas de estágio e trainee. Segundo o presidente da Curriculum.com.br, Marcelo Abrileri, as organizações iniciam estes processos seletivos em agosto devido ao fato de que elas levam cerca de quatro ou cinco meses para concluir e formar a sua nova equipe de funcionários.

Diante desse cenário, Abrileri aconselha que aquela viagem com os amigos fique para depois. “Julho costuma ser uma época em que o estudante tem mais tempo para se preparar para futuros processos seletivos. Adiar uma viagem e aproveitar para se aprimorar pode ser interessante para a carreira. Posteriormente, ele poderá colher bons frutos, quem sabe conquistando um bom estágio ou ingressando num programa de trainee”.

Cursos

Os estudantes podem aproveitar esse tempo sem aula para investir em outros pontos que podem auxiliar na busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

“O mês de férias oferece um tempo livre e precioso para o estudante que deseja se preparar melhor e se candidatar a boas oportunidades sair na frente de seus concorrentes. Cursos intensivos em idiomas, por exemplo, podem melhorar o conhecimento em um idioma e, consequentemente, auxiliar em sua empregabilidade. O mesmo conceito pode ser aplicado para cursos de informática, conhecimento este que também pode ser significativo na hora de se decidir por um candidato. Sem contar que o candidato pode se envolver ainda mais em alguns cursos específicos da sua própria área de atuação”, destaca Abrileri.

Emprego

Outra dica de Abrileri é que o estudante passe a investir em alguns pontos que possam trazer vantagens competitivas, como na elaboração de um bom currículo e no desenvolvimento de atitudes comportamentais adequadas em processos seletivos, por exemplo, evitar de falar gírias durante a entrevista com o recrutador. Isso pode ser feito por meio de leitura sobre o tema.

Para finalizar, Abrileri destaca que mesmo que trocar uma viagem de férias exija esforço e dedicação, pode ser muito compensador para o futuro. “É sempre importante pensar nas vantagens que essa atitude trará, além de ajudar no amadurecimento da pessoa que está prestes a entrar no desafiador e competitivo ambiente profissional”, finaliza.

Fonte: InfoMoney

Ciência da Computação do Univem obtém Renovação do Reconhecimento pelo MEC

Hoje foi publicada no Diário Oficial a portaria que confere a renovação de reconhecimento do curso de Bacharelado em Ciência da Computação do Univem.

A renovação do reconhecimento ocorreu automaticamente mediante o conceito preliminar de curso obtido no último ENADE, em que o curso de Ciência da Computação alcançou nota satisfatória para ter seu reconhecimento renovado de maneira automática. Este resultado retrata a qualidade do curso, no que se refere ao ensino-aprendizado de excelência, corpo docente qualificado e infra-estrutura que possibilita a execução teórico-prática de toda a proposta didático-pedagógica relacionada à formação do bacharel em Ciência da Computação.

O mercado em expansão também demonstra a busca cada vez maior por profissionais diferenciados, e a alta inserção dos egressos do curso nas principais empresas da região e nos melhores programas de mestrado reforçam na prática o que o MEC agora também reconheceu.

Veja mais informações do curso: https://elvisfusco.com.br/tag/ciencia-da-computacao/

Quase metade das empresas checa redes sociais de candidatos a emprego

Se você tem contas em redes sociais, leia o artigo abaixo do Portal R7 e fique atento aos seus perfis nessas redes, sua identidade e reputação está associada ao conteúdo de suas redes e as empresas não separam o real do virtual, portanto, fique atento.

Quase metade das empresas brasileiras (44%) dizem levar em conta o perfil dos candidatos no Orkut, no Twitter e no Facebook para definir a contratação.

Fotos e informações inadequadas em redes sociais podem prejudicar quem busca uma vaga de emprego.

Segundo pesquisa realizada pela Robert Half, empresa de recursos humanos, quatro em cada dez recrutadores entrevistados checam os perfis dos candidatos. Ao menos 30% deles diriam que o motivo da dispensa seria o descontentamento da empresa com atitudes praticadas na internet.

Outros 25% dos entrevistados dizem não se importar com o que o candidato a uma vaga de emprego faz nas redes sociais. No entanto, 89% dos recrutadores disseram visitar os perfis para conhecer a pessoa. Quase metade faz isso sempre (46%) e 43% só checam o perfil de quem já foi entrevistado.

O advogado trabalhista Marcos César Amador Alves diz que as informações postadas nos sites de relacionamento são públicas e as empresas têm o direito de verificar os perfis.

– Se a própria pessoa publica as informações em sites de relacionamento e as empresas acessam esses dados não é invasão de privacidade porque os dados são públicos.

Além disso, o trabalhador dificilmente consegue se proteger na Justiça caso desconfie que foi excluído de um processo seletivo por alguma escolha da vida particular como, por exemplo, a sexualidade. De acordo com a advogada e doutora em direito do trabalho pela PUC-SP Fabíola Marques, é quase impossível provar que um candidato a alguma vaga de emprego foi discriminado.

– A gente sabe que na prática isso acontece na hora da contratação. Fica quase impossível demonstrar que uma pessoa não foi contratada por algo que ela publicou na rede social.

O estudo foi realizado pela companhia Robert Half, especialista em RH, que entrevistou 2.525 recrutadores e executivos do setor no Brasil, Alemanha, Áustria, Bélgica, Dubai, França, Itália, Holanda, Luxemburgo, República Tcheca e Suíça.

O estudo ouviu 2.525 recrutadores e executivos do setor no Brasil, na Alemanha, na Áustria, na Bélgica, em Dubai, na França, Itália, Holanda, em Luxemburgo, na República Tcheca e Suíça.