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Empregabilidade nos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do UNIVEM

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), existem 30.000 vagas em aberto no segmento de software e TI e isso acontece por dois motivos: o crescimento do mercado de TI no Brasil e a falta de profissionais qualificados.

Diante deste contexto, pesquisa realizada no mês de outubro com os alunos dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação, constatou que 80% dos alunos do 1º ano desses cursos estão empregados e 60% já estão atuando na área do curso, tendo ingressado no mercado de trabalho antes de completar o primeiro ano no curso superior.

Estes dados demostram a crescente demanda por profissionais na área de Computação e Sistemas de Informação e a qualidade dos cursos do UNIVEM que formam profissionais qualificados para ocupar essas vagas que o mercado está oferecendo antes mesmo da conclusão do curso.

Veja mais informações dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação:

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Sistemas de Informação e Ciência da Computação do Univem empregam vestibulandos antes do início das aulas

Um dos pontos fortes do Univem e que o coloca em lugar de destaque é o alto índice de alunos e ex alunos encaminhados para o mercado de trabalho.  Inserido em um ambiente de empreendedorismo, inovação e alta tecnologia, os cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem têm garantido a empregabilidade de seus alunos já a partir do primeiro ano.

O selo Univem tem aberto portas até mesmo para quem ainda nem iniciou a graduação como é o caso de Marcus Vinícius Santos Leite, recém aprovado no Vestibular 2018 do Univem para o curso de Sistemas de Informação, que já conquistou um estágio na área de TI antes mesmo das aulas terem começado.

A mesma oportunidade foi oferecida a João Victor Faustino Piga Lopes que prestou o Vestibular 2018 do Univem para o curso de Ciência da Computação e também já está inserido no mercado de trabalho. Eles nem se conhecem, mas já têm algo em comum. Os dois participaram de um processo seletivo para seis vagas na empresa Onclick, instalada no campus do Univem, foram aprovados e começam a estagiar no começo do mês, numa das maiores empresas de software do interior de São Paulo.

Para Marcus Vinícius essa parceria entre o Univem e a OnClick foi fundamental para que ele já pudesse iniciar a graduação aliando o conhecimento da sala de aula com a prática. “Tenho certeza que isso vai ajudar no meu desenvolvimento profissional e pessoal. Não fosse o Univem e o respeito que ele tem, isso não estaria acontecendo. Estou muito feliz”, frisou.

“Fiquei surpreso em conseguir o estágio antes mesmo das aulas começarem. Isso vai agregar, e muito, na minha formação. Poder estudar e trabalhar em um ambiente de inovação é muito bom. Vou fazer o meu melhor. Quero crescer aqui”, comentou João Victor Lopes.

Consolidada no mercado de desenvolvimento de software, oferecendo soluções de gestão empresarial desde 1999, a Onclick está instalada no Univem em área de 450 metros quadrados. A empresa conta com 90 colaboradores, muitos estagiários e profissionais do Univem que hoje estão efetivos nesse time de alta tecnologia.

Para a supervisora de capital humano da Onclick, Selma Kharfan, o ambiente de formação científica e tecnológica do Univem, por meio da qualidade dos cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação, tem se revertido em um material humano riquíssimo e de alta qualidade para o mercado. “Nesse processo seletivo, abrimos seis vagas para o programa de estágio e 100% dos aprovados são alunos do Univem”, destacou.

O coordenador dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, Prof. Dr. Elvis Fusco, explicou que por meio do Centro de Inovação Tecnológica de Marília (CITec-Marília), mantido pelo Univem e da parceria com a Associação de Empresas de Serviços de Tecnologia da Informação (Asserti), que tem sua sede no campus da instituição, os alunos têm acesso as principais vagas nas mais de 150 empresas de TI de Marília, sendo mais de 40 instaladas no campus do centro universitário. “Essa aproximação do Univem com as empresas de TI faz com que a empregabilidade dos alunos dos cursos de Sistemas de Informação e Ciência da Computação seja grande desde o momento em que eles se matriculam em nossos cursos e chegue a 100% no final do curso”, comemorou.

Fusco ressaltou que ainda há tempo para jovens talentos ingressarem neste mercado com amplo crescimento e de oportunidades.

O Vestibular Agendado 2018 do Univem vai até o dia 02 de fevereiro. Inscrições na secretaria da instituição.

Mais informações sobre os cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem podem ser obtidas pelo site www.formacaoti.com.br.

 

Univem amplia liderança na formação em TI e empreendedorismo

O Centro Universitário Eurípides de Marília – Univem apresentou recentemente mais um diferencial que amplia o posicionamento  da instituição como protagonista no estado de São Paulo na formação baseada na tecnologia, inovação e empreendedorismo. Foi inaugurado em setembro,  o InnovaSpace Coworking, ambiente de inovação que amplia a estrutura da instituição para apoiar os projetos de empreendedorismo de negócios de base tecnológica e startups dos alunos da graduação e pós-graduação.

Referência no estado de São Paulo como única instituição de ensino a oferecer para seus alunos, um Centro de Inovação Tecnológica, o CITec-Marília e um Centro Incubador de Empresas de Marília, o Ciem. A partir de agora, os alunos que, durante a graduação e pós-graduação, desenvolvem projetos de startups, encontram no InnovaSpace Coworking, uma estrutura tecnológica e de profissionais que os ajudam a tirar suas ideias do papel.

Segundo o coordenador do CITec-Marília, Ciem e InnovaSpace Coworking, Prof. Dr. Elvis Fusco, os ambientes de inovação mantidos pelo Univem apoiavam os processos de incubação e pós-incubação dos empreendimentos de base tecnológica e com o coworking, passa a apoiar também a pré-incubação. “O InnovaSpace Coworking é um ambiente de trabalho inspirador que permite que os alunos possam desenvolver suas ideias de forma colaborativa utilizando networking com profissionais de diversas áreas, explorando modelos de empreendimentos com conceito de startups.”, explica Elvis Fusco, que também é coordenador dos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem.

“Os ambientes foram idealizados para conectar pessoas e ideias. Os espaços do InnovaSpace Coworking foram projetados para promover a aceleração da criatividade e o fomento da colaboração, compartilhamento e networking entre alunos, professores, pesquisadores, profissionais, empresas e investidores. Com mais essa iniciativa, reforçamos ainda mais nosso diferencial de formação baseada na empregabilidade, na pesquisa científica e tecnológica e no empreendedorismo e inovação.”, comenta Elvis.

foto5,jpg.pngCássio Guilherme Viana dos Santos, aluno do 2° ano do Bacharelado em Sistemas de Informação, e Ricardo Inafuko, aluno do 1° ano do Bacharelado em Ciência da Computação, se uniram e já estão tirando sua ideia de startup do papel. Os dois já começaram a desenvolver seu negócio no InnovaSpace Coworking. “Nos cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação do Univem, somos estimulados a desenvolver pesquisas científicas e tecnológicas desde o 1° semestre do curso, e isso abrem as portas para boas ideias de startups. Nosso projeto já recebeu investimento de uma empresa de São Paulo e o InnovaSpace Coworking nos dá todas as condições de sermos empreendedores ainda na graduação.”, comemora Cássio.

O reitor do Univem, Dr. Luiz Carlos de Macedo Soares, comemora o fato do Univem ter o reconhecimento do Governo de São Paulo como a principal entidade do estado a manter os ambientes de inovação nos modelos de Centros de Inovação, Incubadoras de Empresas e agora espaços de coworking. “Nossos ambientes de inovação são recomendados pelo governo para outras cidades como modelo de gestão e de fomento e apoio a empreendedores que tenham boas ideias de negócio baseadas na industria do conhecimento e da tecnologia e, com isso, quem ganha são os nossos alunos.”, comenta o reitor.

“Atualmente temos mais de 30 empresas de alta tecnologia instaladas em nossos ambientes de inovação gerando oportunidades para nossos alunos e o InnovaSpace Coworking potencializará ainda mais a criação de startups que ampliará o surgimento de novas empresas de base tecnológica gerando emprego e riqueza para a região.”, conclui o reitor do Univem.

Mais informações sobre o InnovaSpace Coworking podem ser obtidas pelo site www.innovaspace.com.br.

A melhor formação na área de Tecnologia da Informação do interior de São Paulo é no Univem, conheça os cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação: www.formacaoti.com.br.

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Vestibular Agendado 2014 do Univem acontece no dia 15 de dezembro

Vestibular Univem 2014

Mercado de trabalho aquecido garante oportunidades para quem escolhe a área de TI

Carência por profissionais qualificados para o setor de tecnologia deve persistir pelos próximos anos e sobram vagas para aqueles que escolhem cursos da área de Computação
Segundo IDC, faltam hoje cerca de 39,9 mil profissionais na área (Nilton Junior/ArtyPhotos)
Os estudantes de ensino médio e pré-vestibulandos ouvem frequentemente duas frases na difícil hora da escolha profissional: “busque uma profissão em que você tenha prazer em trabalhar” e “para bons profissionais, sempre há bons empregos”. Mas o fato é que, além dessas inquestionáveis premissas, cada vez mais as perspectivas profissionais futuras são levadas em conta no momento de se optar por uma carreira. E quando as afinidades pessoais casam-se com as oportunidades existentes no mercado de trabalho, a escolha por um curso de graduação pode se tornar mais fácil e segura.
Quem decide cursar Ciência de Computação, Engenharia de Computação ou Sistemas de Informação pode ter certeza de que a demanda por profissionais qualificados nessas áreas deve continuar crescendo nos próximos anos. “Ao longo da minha carreira, não vi ninguém ficar desempregado, por pior profissional que fosse. A área de TI está muito presente nas empresas, é fundamental para que elas funcionem e também para que economizem recursos. Assim, as grandes empresas investem na área para obter, não só melhorias, como maiores lucros”, contou o líder de equipe da IBM, Guilherme Leite.
Ele se formou em Sistemas de Informação em 2009, pelo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC), da USP São Carlos. Antes mesmo de concluir o curso, Leite começou a trabalhar na área em 2005, desenvolvendo projetos para a TAM. Um ano e meio depois, foi para a IBM, onde permanece até hoje.
Leite: ao longo da carreira, não viu ninguém ficar desempregado (Denise Casatti)

Segundo a consultoria IDC, existe atualmente no Brasil um déficit de cerca de 39,9 mil profissionais de tecnologia e, até 2015, esse número deve crescer para 117 mil vagas. Provedora global de inteligência de mercado, a IDC presta serviços de consultoria e realiza eventos para indústrias de tecnologia da informação e telecomunicações. De acordo com a empresa, essa carência de recursos humanos se deve especialmente a três fatores: rápida expansão das empresas de infraestrutura e tecnologia do país; adoção acelerada de serviços de TI pela iniciativa privada e pelo setor público; e a ocorrência da Copa do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016.

A demanda no mercado pelos profissionais de TI é tão grande atualmente que, segundo o professor Adenilso Simão, do ICMC, já não há grande diferença na área de atuação profissional entre aqueles que se formam em Engenharia de Computação, Ciências de Computação e Sistemas de Informação. “Existem tarefas que são próprias de cada um desses profissionais, porém, hoje, é comum encontrar pessoas formadas nesses três cursos trabalhando em um mesmo projeto, com a mesma atribuição. Isso não é uma regra, não é porque os cursos não deveriam ser distintos, mas devido a uma característica atual do mercado”, explicou.
O gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil, Anderson Figueiredo, chama a atenção para um efeito perverso dessa grande demanda por profissionais: muitas empresas contratam alunos que ainda estão no início da graduação, oferecem bons salários e, muitas vezes, esses alunos não conseguem conciliar os estudos e o trabalho e acabam abandonando o curso. Segundo ele, no futuro, esses profissionais ficarão estagnados no mercado de trabalho por não terem conseguido concluir a formação.
“O momento é muito bom e o mercado demanda gente. Mas quem tem uma formação mais qualificada terá um diferencial. A gente percebe que, depois de uns dois ou três anos no mercado, aqueles que possuem uma melhor base teórica têm mais capacidade para enfrentar os desafios e, consequentemente, ocupam cargos mais altos”, afirmou Figueiredo.
De olho na carreira e no salário
De forma geral, os especialistas entrevistados concordam que, atualmente, é difícil ficar desempregado na área de TI. Mas a questão é que não é apenas a garantia de uma vaga no mercado de trabalho que está em jogo aqui. Por isso, a escolha por uma universidade de qualidade, capaz de oferecer uma formação sólida, pode assegurar boas perspectivas futuras em termos de carreira e salário.
A docente do ICMC Ellen Barbosa conta que já ouviu muitos estudantes do ensino médio dizerem que sabem programar e que nunca precisaram fazer um curso de graduação para isso. “De fato, uma coisa é você saber programar e outra é ter toda essa base teórica e prática fornecidas pelos cursos de Ciências de Computação, Engenharia de Computação e Sistemas de Informação. Porque aí você tem um diferencial, um conhecimento muito maior para poder atuar no mercado de trabalho e conseguir melhores colocações”, explicou.
“Depois que você passou por todos os cálculos, toda a matemática, a sua base teórica é diferente. E a possibilidade de estágios que a gente oferece por meio dos contatos com as empresas dá a visão prática. Por isso, a maioria dos nossos alunos da graduação já saem empregados e com boas perspectivas de carreira”, completou Barbosa.
Uma sólida base teórica faz diferença na carreira profissional (Nilton Junior/ArtyPhotos)

De acordo com o gerente de projetos da TOVTS Eduardo Siufi, que cursou Engenharia de Computação no ICMC, o crescimento na carreira é relativamente rápido, desde que você se adapte ao longo do caminho. “Normalmente, iniciamos como técnicos especialistas, mas precisamos desenvolver nossos conhecimentos sobre gestão e o lado mais generalista. Caso contrário, corremos o risco de ficar estagnados, e isso diminuir a nossa empregabilidade”, disse.

Ele lembra que sair da faculdade e em três anos “dominar o mundo” acontece com pouquíssimas pessoas. “Algumas vezes temos que ser pé no chão e reconhecer que alguns desafios são maiores do que imaginamos. O mais importante é procurar um emprego ou uma atividade em que você se sinta constantemente desafiado, motivado e tenha reconhecimento para seus avanços”, acrescentou Siufi.

Você sabia que as profissões de Engenheiro de Software e Analista de Computação estão no ranking das dez melhores nos Estados Unidos? A informação foi divulgada no início deste ano por um site norte-americano especializado em empregos, o CareerCast.com. O levantamento baseou-se em cinco critérios: demandas físicas, ambiente de trabalho, renda, estresse e perspectivas de contratação.

Outra pesquisa recentemente divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a carreira de nível superior que mais gerou postos de trabalho no Brasil entre 2009 e 2012 foi a de analista de TI. De cada cem postos de trabalho gerados nesse período no país, 16 correspondiam à carreira de analista de TI. A mesma pesquisa revelou quais foram as ocupações de nível superior com maiores ganhos salariais entre 2009 e 2012. Nesse caso, a área de computação ocupa a 16ª colocação.

Mas um dos responsáveis pela pesquisa do Ipea, Paulo Meyer Nascimento, faz uma ressalva: há uma particularidade na área de TI, pois muitos bônus que são pagos aos profissionais não são incorporados aos salários. Como o levantamento do Ipea é realizado com base em dados referentes apenas ao salário efetivamente registrado em carteira e ao emprego formal, a pesquisa pode não representar um retrato exato dos ganhos salarias efetivamente obtidos por esses profissionais ao longo do período.
Além disso, considerando-se o mercado informal, talvez o número de vagas criado durante esse tempo possa ser ainda maior. Está aí mais um motivo para acreditar que será mesmo difícil ficar desempregado na área de TI nos próximos anos.
Texto: Denise Casatti – Assessoria de Comunicação ICMC

Vestibular Agendado 2013 Univem acontece no dia 15 de janeiro de 2013

Vestibular Agendado 2013 do Univem

Ao escolher a sua faculdade fique atento às 7 dicas

Elas poderão ajudá-lo a descobrir se a instituição de ensino é a mais adequada para você:

1. Tradição
Tradição não significa somente tempo de atuação. Professores qualificados, atualizados e em contato com o mercado formam uma sólida instituição de ensino superior. Converse com alunos e ex-alunos e confira qual imagem a facul tem no meio acadêmico.

2. Localização

Quando a faculdade for mais barata ou gratuita, não se esqueça de colocar na ponta do lápis despesas extras, como custo de moradia no caso de mudança para outra cidade. Avalie também as instituições de ensino mais próximas da sua casa e se há facilidade de acesso aos meios de transporte.

3. Qualidade do ensino

Confira se a instituição oferece cursos variados, atualizados e aulas práticas. Visite o campus e pergunte aos alunos se os professores possuem formação acadêmica sólida e ligação com o mercado de trabalho. Lembre-se que indicadores do MEC não medem o grau de empregabilidade das instituições.

4. Empregabilidade

Avalie se a faculdade oferece meios para aproximá-lo do mercado de trabalho e o conceito dela no meio empresarial. Participação em empresas junior, ações que ofereçam oportunidades de estágio e feiras com eventuais empresas empregadoras podem garantir seu futuro no mercado.

5. Credenciamento no MEC

Pesquise se a faculdade é credenciada e se os cursos oferecidos são reconhecidos pelo MEC. Muitas instituições utilizam o prefixo “Uni” ou o termo “Universidade”, mas não são reconhecidas como tal. Fique ligado!

6. Infraestrutura e preço

Mensalidades caras ou prédios luxuosos não significam necessariamente que a faculdade é de qualidade. Pesquise se a instituição oferece laboratórios equipados, biblioteca com bom acervo e equipamentos atualizados de informática. Não se iluda, o valor da mensalidade deve corresponder à infraestrutura oferecida.

7. Atuação ética no mercado

Desconfie de instituições que oferecem descontos milagrosos, como vantagens disfarçadas de armadilhas no preço da mensalidade. Não faça a transferência para uma faculdade que promete benefícios. Não incentive o “tráfico de alunos”. Para descobrir se a instituição de ensino atende às suas exigências.

Pesquise a instituição na Internet

•Visite o campus pessoalmente
•Informe-se sobre o perfil dos professores
•Conheça a matriz curricular
•Faça contatos com alunos e ex-alunos
•Verifique a imagem da instituição junto às áreas de RH das empresas
•Procure descobrir se a instituição escolhida acumula queixas em sites de reclamações e nos órgãos de defesa do consumidor

Férias: tempo ideal para investir na carreira

SÃO PAULO – O mês de julho é muito esperado pelos universitários, afinal neste período eles podem aproveitar as férias da faculdade para descansar, sair com os amigos e programar uma viagem.

Enquanto isso, as grandes empresas estão fazendo os ajustes finais para começar a divulgar em agosto os seus respectivos programas de estágio e trainee. Segundo o presidente da Curriculum.com.br, Marcelo Abrileri, as organizações iniciam estes processos seletivos em agosto devido ao fato de que elas levam cerca de quatro ou cinco meses para concluir e formar a sua nova equipe de funcionários.

Diante desse cenário, Abrileri aconselha que aquela viagem com os amigos fique para depois. “Julho costuma ser uma época em que o estudante tem mais tempo para se preparar para futuros processos seletivos. Adiar uma viagem e aproveitar para se aprimorar pode ser interessante para a carreira. Posteriormente, ele poderá colher bons frutos, quem sabe conquistando um bom estágio ou ingressando num programa de trainee”.

Cursos

Os estudantes podem aproveitar esse tempo sem aula para investir em outros pontos que podem auxiliar na busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

“O mês de férias oferece um tempo livre e precioso para o estudante que deseja se preparar melhor e se candidatar a boas oportunidades sair na frente de seus concorrentes. Cursos intensivos em idiomas, por exemplo, podem melhorar o conhecimento em um idioma e, consequentemente, auxiliar em sua empregabilidade. O mesmo conceito pode ser aplicado para cursos de informática, conhecimento este que também pode ser significativo na hora de se decidir por um candidato. Sem contar que o candidato pode se envolver ainda mais em alguns cursos específicos da sua própria área de atuação”, destaca Abrileri.

Emprego

Outra dica de Abrileri é que o estudante passe a investir em alguns pontos que possam trazer vantagens competitivas, como na elaboração de um bom currículo e no desenvolvimento de atitudes comportamentais adequadas em processos seletivos, por exemplo, evitar de falar gírias durante a entrevista com o recrutador. Isso pode ser feito por meio de leitura sobre o tema.

Para finalizar, Abrileri destaca que mesmo que trocar uma viagem de férias exija esforço e dedicação, pode ser muito compensador para o futuro. “É sempre importante pensar nas vantagens que essa atitude trará, além de ajudar no amadurecimento da pessoa que está prestes a entrar no desafiador e competitivo ambiente profissional”, finaliza.

Fonte: InfoMoney